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	<title>Blog da Webcomtexto &#187; tv</title>
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		<title>30% dos torcedores assistem TV e navegam na web ao mesmo tempo</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 14:48:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>matheus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De acordo com pesquisa, intitulada Ibope Esporte Clube, 30% vêem TV e  navegam na internet simultaneamente. Outros 24% usam a TV e o jornal  para se informarem de esportes, 18% se informam pela TV e por revistas e  16%, por TV e rádio.
Segundo o Ibope, 92% dos fãs de futebol acompanham o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1145" class="wp-caption alignleft" style="width: 220px"><img class="size-medium wp-image-1145 " title="tweetTV-rendered-302" src="http://webcomtexto.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/tweetTV-rendered-302-300x300.png" alt="A televisão é o principal meio dos brasileiros para acompanhar o futebol, mas o torcedor não é fiel a ela." width="210" height="210" /><p class="wp-caption-text">A televisão é o principal meio dos brasileiros para acompanhar o futebol, mas o torcedor não é fiel a ela.</p></div>
<p>De acordo com pesquisa, intitulada Ibope Esporte Clube, 30% vêem TV e  navegam na internet simultaneamente. Outros 24% usam a TV e o jornal  para se informarem de esportes, 18% se informam pela TV e por revistas e  16%, por TV e rádio.</p>
<p>Segundo o Ibope, 92% dos fãs de futebol acompanham o esporte pela  televisão e 88%, pela internet. A pesquisa mostra que diante da  televisão há um público majoritariamente masculino com idades de 30 a 50  anos (56%).</p>
<p>Leia a matéria completa <a href="http://midiacon.com.br/materia.asp?id_canal=7&amp;id=40040" target="_blank">aqui</a>.</p>
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		<title>Brasil é o país que mais assiste vídeos e TV na Internet</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jun 2011 19:09:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kalina Tiemi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma pesquisa realizada pela Accenture com 6,5 mil internautas, em sete países, revelou que o brasileiro é o que mais assiste a vídeos e TV na internet.
Sobre as pessoas que acessam aplicações de vídeo na web:
89% » Brasil
80% » Estados Unidos
75% » no Reino Unido
Destas pessoas, a preferência em assistir aos vídeos pelo computador é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1079" title="ipad_tv_smartphone" src="http://webcomtexto.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/ipad_tv_smartphone.jpg" alt="ipad_tv_smartphone" width="129" height="135" />Uma pesquisa realizada pela Accenture com 6,5 mil internautas, em sete países, revelou que o brasileiro é o que mais assiste a vídeos e TV na internet.</p>
<p>Sobre as pessoas que acessam aplicações de vídeo na web:<br />
89% » Brasil<br />
80% » Estados Unidos<br />
75% » no Reino Unido</p>
<p>Destas pessoas, a preferência em assistir aos vídeos pelo computador é de:<br />
82% » Brasil<br />
70% » EUA</p>
<p>Embora a televisão domine a preferência dos consumidores (92% no mundo e 90% no Brasil), a diversidade dos produtos eletrônicos que os consumidores no mundo usam para assistir conteúdo é interessante:<br />
72% utilizam laptop;<br />
63% usam celulares;<br />
21% já acessam vídeos pelos tablets.</p>
<p>No Brasil, a tendência por novos meios de acesso aos vídeos aumentou desde o ano passado, a pesquisa mostrou que:<br />
40% dos usuários passaram a acessar conteúdo de vídeo pelo computador, notebook ou smartphone;<br />
35% passaram a assistir TV também pela internet;<br />
25% adotaram o Blu-Ray.</p>
<p>“O brasileiro é a população que mais fica conectada e também já incorporou o hábito de assistir vídeos pela Internet. Do ponto de vista de mercado, essa é uma ótima oportunidade para os produtores de conteúdo e as empresas de TI e Telecom, que podem passar a oferecer serviços diferenciados”, comenta Renato Improta, executivo sênior da área de Mídia e Telecomunicações da Accenture no Brasil.</p>
<p>A pesquisa da Accenture foi realizada na Austrália, Brasil, Alemanha, Itália, Espanha, Reino Unido e Estados Unidos com 6,5 mil internautas. Os resultados foram analisados para refletir os hábitos dos consumidores com idade a cima dos 18 anos.</p>
<p>Via: <a href="http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=26709&amp;sid=4" target="_blank">Convergencia Digital</a></p>
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		<title>Desligue a TV e veja na web</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Oct 2010 14:06:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>matheus</dc:creator>
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Enquanto os aparelhos que integram a televisão e a internet, como o Google TV e o Apple TV, não chegam aos espectadores de todo o mundo, o consumo de vídeos na web continua em um vertiginoso processo de ascensão. A força das produções na rede é tão grande que, de acordo com a consultoria comScore, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp">
<dl id="attachment_718" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-thumbnail wp-image-718" title="video_online.jpg" src="http://webcomtexto.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/video_online.jpg-150x150.png" alt="." width="150" height="150" /></dt>
</dl>
</div>
<p>Enquanto os aparelhos que integram a televisão e a internet, como o Google TV e o Apple TV, não chegam aos espectadores de todo o mundo, o consumo de vídeos na web continua em um vertiginoso processo de ascensão. A força das produções na rede é tão grande que, de acordo com a consultoria comScore, em agosto, 178 milhões de usuários da internet dos Estados Unidos assistiram a vídeos on line. No Brasil, junho e julho foram os meses recordes. Mais de 35 milhões de brasileiros estavam ligados na programação da web, representando, aproximadamente, 85% do total da população on line.<span id="more-717"></span></p>
<p>O estudo relatou que os brasileiros assistiram a um total de 6,7 bilhões de vídeos durante esses dois meses. De acordo com a comScore, a Copa do Mundo da África do Sul foi a mola propulsora.</p>
<p>– O consumo de vídeos on line claramente se tornou parte essencial da experiência do consumidor digital no Brasil, com cerca de seis entre cada sete usuários da internet em casa ou locais de trabalho visualizando vídeos – disse Alex Banks, diretor executivo da comScore no Brasil e vice-presidente na América Latina.</p>
<p>Uma outra pesquisa realizada pela Havas Digital Brasil identificou as principais características dos espectadores do conteúdo da rede no Brasil. No estudo, 96% dos entrevistados que consomem vídeos on line assistem os de curta duração, sem restrição de dia, seja no YouTube ou em sites de notícias e entretenimento. Para 56% dos entrevistados, a principal motivação é a disponibilidade a qualquer momento. A pesquisa também mostrou que os telespectadores digitais não rejeitam as propagandas, desde que esses vídeos possuam publicidade relacionada ao conteúdo veiculado.</p>
<p>Uma ideia na cabeça &#8211; A internet surge como solução para incluir os conteúdos que não encontraram reconhecimento no mercado tradicional. Foi assim que surgiram as webséries. Assistir a qualquer hora e quantas vezes quiser são as principais vantagens dessas produções.</p>
<p>– Acompanhamos isso há seis anos, e é impressionante como as pessoas querem mostrar cada vez mais seu talento para os outros – afirma Ariel Alexandre, um dos criadores do site Videolog.</p>
<p>Entre os conteúdos, algumas webséries conseguem destaque por serem produções dignas de TV. No entanto, a maioria ainda espera maior visibilidade para continuar o projeto.</p>
<p>– Geralmente, os primeiros episódios das séries são feitos apenas com amor, sem dinheiro. Depois de alcançar certa visibilidade vem o retorno financeiro – explica Ariel.</p>
<p>No circuito internacional, as webséries são sofisticadas e ganham patrocínio de grandes marcas. A produção The Guild já foi vista por mais de 50 milhões de pessoas e tem o apoio da Microsoft. A websérie conta a história de um grupo de jogadores de videogame on line. O seriado começou em 2007, e a primeira temporada foi financiada por doações. A partir da segunda temporada, a websérie passou a ser distribuída pela Live do Xbox 360.</p>
<p>Com as webséries, voltam à cena os vlogs – abreviação de video blogging – que, ao contrário dos blogs, utilizam as gravações como posts.</p>
<p>– Temos muitos casos de sucesso no site. Isso porque já se foi o tempo em que as pessoas utilizavam os blogs apenas para ganhar dinheiro. Hoje, elas vão para a frente das câmeras e, por meio de histórias vividas, falam de serviços e produtos. Com vídeos bem produzidos, estão sendo reconhecidos e observados por grandes empresas – explica Ariel.</p>
<p>Via <a href="http://www.clicrbs.com.br/pioneiro/rs/impressa/11,3091063,157,15793,impressa.html" target="_blank">ClickRbs</a></p>
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		<title>Publicidade na web é a mais influente nas compras</title>
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		<pubDate>Wed, 26 May 2010 18:24:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>matheus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Segundo pesquisa da ESPM, em parceria com o Ibope, mais de 45% dos brasileiros consomem depois de ver propagandas online
Uma pesquisa realizada pelo Centro Avançado de Estudos e Pesquisas da ESPM (CAEPM), em parceria com o Ibope Inteligência, constatou que a internet é hoje a ferramenta que mais influencia os consumidores na hora de decidir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_577" class="wp-caption alignleft" style="width: 235px"><img class="size-medium wp-image-577" title="compras_internet" src="http://webcomtexto.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/compras_internet-225x300.jpg" alt="compras_internet" width="225" height="300" /><p class="wp-caption-text">Foto: Getty Images</p></div>
<p><strong>Segundo pesquisa da ESPM, em parceria com o Ibope, mais de 45% dos brasileiros consomem depois de ver propagandas online</strong></p>
<p>Uma pesquisa realizada pelo Centro Avançado de Estudos e Pesquisas da ESPM (CAEPM), em parceria com o Ibope Inteligência, constatou que a internet é hoje a ferramenta que mais influencia os consumidores na hora de decidir pela compra de um produto. No levantamento, apresentado ao iG, foram ouvidas 1,2 mil pessoas de diferentes faixas etárias e regiões do País e mostrou que 46% dos entrevistados adquirem algo após olharem publicidade veiculadas na internet. As recomendações de familiares e amigos, com 26%, ficaram em segundo lugar no ranking de influência. A TV ficou em terceiro, com 21%, e os anúncios veiculados em jornais e revistas ficaram com os 7% restantes.</p>
<p>Na ocasião, os entrevistados responderam a um questionário relatando o que eles adquiriram nos últimos meses e como tomaram conhecimento do produto. Mais de dez itens compuseram a lista da pesquisa, entre eles computadores, celulares, pacotes de viagens, automóveis, geladeiras e artigos esportivos. Todos tiveram a internet como principal meio de influência.</p>
<p>O estudo também mostrou que quanto mais jovem o consumidor, maior o poder da internet na sua decisão de compra. O grupo formado por pessoas entre 25 e 29 anos foi o que mais se mostrou influenciado pelas propagandas online. Cerca de 50% disseram que adquiriram um produto depois de ver anúncios na internet. “Essa é uma tendência e vai se tornar cada vez mais evidente. “Daqui a 20 anos, vamos ter uma geração muito mais consumista e muito mais influenciada pelas propagandas online”, afirma Marcelo Coutinho, professor e pesquisador responsável pelo estudo.<span id="more-578"></span></p>
<p>Segundo ele, o poder da publicidade online sobre os consumidores é enorme e pode ser explicado pela interatividade e dinamismo que o ambiente virtual propicia às pessoas. “Na internet, o consumidor olha a propaganda, compara os preços e efetiva a compra ao mesmo tempo, diferentemente da TV e de qualquer outro meio ”, diz. “Além da interatividade, o Brasil atualmente tem cerca de 45 milhões de pessoas que utilizam a internet regularmente. Muitas vezes, elas passam mais tempo na frente do computador do que da TV”.</p>
<p>Coutinho, no entanto, não desmerece a TV e os outros meios para a veiculação de campanhas publicitárias. Em 2009, mais de 60% dos investimentos do setor foram destinados para as TVs &#8211; para a internet, foram 4,3%. “Não acredito que a internet acabará com as propagandas em TVs, jornais e revista, mas ela se tornará cada vez mais atuante nesse segmento”, afirmou.</p>
<p>A pesquisa, batizada de “Marcas online – os processos de formação sob produtos e serviços na internet”, faz parte de um estudo sobre tendências de consumo e será apresentada no início do próximo mês pela ESPM.</p>
<p>Via <a href="http://economia.ig.com.br/empresas/comercioservicos/publicidade+na+web+e+a+mais+influente+nas+compras/n1237635349567.html" target="_blank">Portal IG</a></p>
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		<title>No Brasil, a preferência das mulheres pela Internet ultrapassa a TV</title>
		<link>http://webcomtexto.com.br/blog/2010/05/10/no-brasil-a-preferencia-das-mulheres-pela-internet-ultrapassa-a-tv/</link>
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		<pubDate>Mon, 10 May 2010 19:07:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>matheus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De acordo com estudo da Sophia Mind, empresa de pesquisa da Bolsa da Mulher, as mulheres representam 47% da audiência de usuários ativos na internet brasileira. Isso significa que elas passam 39 horas semanais na web, contra 21 horas assistindo TV. A pesquisa do Ibope Nielsen Online foi entre os meses de outubro de 2009 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-575" style="margin-right: 8px;" title="Mulher" src="http://webcomtexto.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/mulher-internet-296x300.jpg" alt="Mulher" width="237" height="240" />De acordo com estudo da Sophia Mind, empresa de pesquisa da Bolsa da Mulher, as mulheres representam 47% da audiência de usuários ativos na internet brasileira. Isso significa que elas passam 39 horas semanais na web, contra 21 horas assistindo TV. A pesquisa do Ibope Nielsen Online foi entre os meses de outubro de 2009 e janeiro de 2010.</p>
<p>Os sites preferidos são livrarias, vestuário, cartões, astrologia e sites femininos e para 67% das mulheres, a internet é fonte de informações sobre produtos ou serviços desejados, enquanto que 42% buscam informações em sites de fabricantes e 62% procuram na web dicas sobre o uso dos produtos.</p>
<p>Elas também utilizam a web para pesquisas de preços, ou seja, 70% delas querem encontrar preços e as melhores oportunidades para economizar no momento em que tentam adquirir produtos.<br />
Das mulheres que comentarem experiências de consumo, sejam positivas ou negativas, 60% usaram as redes sociais. Em decorrência da opinião de outras mulheres sobre algum produto, mais da metade delas já comprou algo por indicação em rede social, pois para elas a indicação é fundamental.</p>
<p>Metade das mulheres entrevistadas afirma ter realizado compras pela internet e os principais produtos adquiridos são livros e revista (20%), eletrônicos e informática (18%) e CDs e DVDs (11%). As mulheres cada vez mais compram pela rede e muitas marcas já consideram esta uma prática comum do público feminino.<span id="more-574"></span></p>
<p>A publicidade na internet não incomoda as mulheres de uma forma geral, já que 97% não se importam de receber banners ou e-mails marketing com produtos de interesse, promoção ou cupons de desconto.</p>
<p>As mulheres também utilizam internet para ganhar mais tempo para sim mesma e para a família, lendo conteúdos de interesse, com 80%, notícias, com 78% e algum tipo de diversão representam 68%.</p>
<p>No tocante a redes sociais as mulheres utilizam a internet para contato com familiares e amigos (97%). Muitas acreditam que sites como Orkut são úteis para compartilhar o crescimento dos filhos, sendo que 75% delas usam as redes para mostrar fotos dos filhos e parentes.</p>
<p>O Orkut goza de mais preferência das mulheres, seguido de Sônico, Twitter e Facebook, mas estes meios de comunicação via internet predominam cada vez no cotidiano do público feminino.</p>
<p>As mulheres internautas acreditam que sites como Orkut são úteis para compartilhar o crescimento dos filhos (75% das mães usam as redes para mostrarem fotos dos filhos a parentes) e consideram que as redes sociais facilitam o contato com familiares e amigos (97%).</p>
<p>O Orkut é o mais popular, entre as redes sociais sendo usado por 75% das entrevistadas. Sonico, Twitter e Facebook aparecem na sequência com uma média de 21% de acesso.</p>
<p>Via <a href="http://www.feminal.com.br/2010/05/no-brasil-a-preferencia-das-mulheres-pela-internet-ultrapassa-a-tv/" target="_blank">Admir Gomes / Feminal </a></p>
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		<title>Brasileiras usam web como principal fonte para decisão de compra</title>
		<link>http://webcomtexto.com.br/blog/2010/03/15/brasileiras-usam-web-como-principal-fonte-para-decisao-de-compra/</link>
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		<pubDate>Mon, 15 Mar 2010 12:57:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>matheus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A internet já é mídia mais consultada pelas mulheres brasileiras antes de efetuar uma compra. A web ultrapassa a TV, segundo um estudo realizado pela Sophia Mind, empresa de pesquisa de mercado do grupo Bolsa de Mulher. A pesquisa foi realizada com seis mil internautas entre outubro de 2009 e janeiro de 2010.
As mulheres representam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A internet já é mídia mais consultada pelas mulheres brasileiras antes de efetuar uma compra. A web ultrapassa a TV, segundo um estudo realizado pela Sophia Mind, empresa de pesquisa de mercado do grupo Bolsa de Mulher. A pesquisa foi realizada com seis mil internautas entre outubro de 2009 e janeiro de 2010.</p>
<p>As mulheres representam 47% dos usuários de internet no Brasil, em janeiro – um ponto percentual a mais do que em dezembro &#8211; de acordo com o Ibope Nielsen Online. Elas navegam por 39 horas semanais na web, contra 21 horas assistindo TV.</p>
<p>A internet é a fonte de informações sobre produtos ou serviços desejados para 67% das mulheres. Em 42% dos casos, elas buscam informações em sites de fabricantes, outras 62% procuram dicas sobre o uso dos produtos. As pesquisas por preço são feitas por 70% das mulheres.</p>
<p>As mulheres expressam sua opinião, positivas ou não, em redes sociais. A informação dessas, que representam 60%, são fundamentais para mais da metade das mulheres que compraram algo se baseando nas informações postadas.</p>
<p>O público feminino adere cada vez mais às compras na internet, mais da metade das entrevistadas disseram ter efetuado compras pela web. Os principais produtos foram livros e revistas (20%), eletrônicos e informática (18%) e CDs e DVDs (11%).</p>
<p>Para 97% das mulheres, banners ou e-mail marketing com produtos de interesse, promoções ou cupons de desconto, não incomodam.</p>
<p>Não só para compras<br />
O uso da internet não se restringe às compras. Conteúdos de interesse (80%), notícias (78%) ou algum tipo de diversão (68%) também são consultados pelas mulheres.</p>
<p>O uso de redes sociais é feito por 97% das entrevistadas. Muitas acreditam que sites como o Orkut são uma boa maneira para manter contato com familiares e amigos, além de compartilhar o crescimento dos filhos.</p>
<p>O Orkut é a rede social mais utilizada por elas, sendo usado por 75% das entrevistadas. Sonico, Twitter e Facebook aparecem na sequência com uma média de 21% de acessos.</p>
<p>Via <a href="http://www.adnews.com.br/internet.php?id=100596" target="_blank">AdNews</a></p>
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		<title>Online bate jornais em papel nos EUA</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 15:11:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>matheus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A matéria está em português de Portugal e é do portal Agência Financeira.
Sites são o canal de informação mais popular depois da televisão local e  nacional
Os jornais digitais são mais populares do que a imprensa em papel nos  Estados Unidos, segundo um estudo do «Pew Research Center».       [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #808080;"><em><img class="alignleft size-medium wp-image-528" style="margin-right: 8px;" title="jornais" src="http://webcomtexto.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/jornais-300x204.jpg" alt="jornais" width="192" height="130" />A matéria está em português de Portugal e é do portal <a href="http://www.agenciafinanceira.iol.pt/media-e-tecnologia/jornais-media-sites-informacao-televisao-agencia-financeira/1143463-2974.html" target="_blank">Agência Financeira</a>.</em></span></p>
<p><strong>Sites são o canal de informação mais popular depois da televisão local e  nacional</strong></p>
<p>Os jornais digitais são mais populares do que a imprensa em papel nos  Estados Unidos, segundo um estudo do «Pew Research Center».                                           O online é o terceiro meio  mais popular depois das cadeias de televisão locais e nacionais, escreve  o «El País».</p>
<p>«As                                           pessoas querem ter acesso  imediato às notícias; em qualquer momento e em qualquer lugar, querem  manter-se informados sem ter                                           de esperar», lê-se ainda no  estudo.<br />
O estudo incide também na mudança de consumo de notícias  através das redes sociais                                           e da forma como os leitores  estão agora sempre «ligados», através dos telemóveis com acesso à rede.</p>
<p>As  redes sociais                                           servem ainda para «filtrar e  reagir perante as notícias», enquanto a conectividade através dos  smartphones tornou o acesso                                           às notícias mais rápido e  fácil para um segmento de leitores ávidos de informação.</p>
<p>O acesso  às notícias converteu-se                                           assim numa experiência social.  Segundo o estudo, «os leitores trocam ideias, comentam as notícias nas  suas redes sociais e                                           no twitter e debatem os temas  em causa». Oito em cada 10 leitores trocam mensagens a partir das  notícias online, partilhando                                           ideias e opiniões.</p>
<p>61%  dos inquiridos diz que lê as notícias online, 78% obtém informação via  os canais locais e 71%                                           na televisão nacional como a  NBC ou os canais por cabo como a CNN e a Fox News. 54% sublinha que ouve  rádio em casa e no automóvel.</p>
<p>«A Internet está no  centro desta transformação e da forma como as pessoas se relacionam com a  informação», garante                                           o estudo.</p>
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		<title>Web continua crescendo; jornais e revistas caem</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Jan 2010 20:18:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>matheus</dc:creator>
				<category><![CDATA[novidades]]></category>
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		<description><![CDATA[O faturamento publicitário dos veículos de comunicação registrou um discreto crescimento de 0,67% e permaneceu praticamente estável nos oitos primeiros meses de 2009 em relação ao mesmo período de 2008.
De acordo com números do Projeto Inter-Meios, até outubro, o mercado faturou R$ 17,54 bilhões, contra os R$ 17,42 bilhões anteriores. O destaque foi a internet, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O faturamento publicitário dos veículos de comunicação registrou um discreto crescimento de 0,67% e permaneceu praticamente estável nos oitos primeiros meses de 2009 em relação ao mesmo período de 2008.</p>
<p>De acordo com números do Projeto Inter-Meios, até outubro, o mercado faturou R$ 17,54 bilhões, contra os R$ 17,42 bilhões anteriores. <span style="color: #ff9900;"><strong>O destaque foi a internet, que cresceu 21,5%, faturando R$ 724,7 milhões com publicidade, ampliando a sua participação no total do bolo para 4,1%. Em sentido inverso, a TV por assinatura caiu 0,6% (chegando a R$ 637,7 milhões), e sua fatia é agora de 3,6%.</strong></span></p>
<p>O faturamento da TV aberta (R$ 10,6 bilhões) cresceu 4,2% no mesmo período e responde por 60,6% das verbas investidas em mídia. Também apresentaram resultados positivos: o rádio (7,2%, com R$ 786 milhões) e a mídia exterior (outdoors, painéis e front-light), que cresceu 11,1%, com R$ 523,3 milhões.</p>
<p>Ainda segundo o Projeto Inter-meios, a mídia impressa teve prejuízos. Os jornais caíram 10,7% e faturaram R$ 2,5 bilhões; as revistas caíram 10% (faturamento de R$ 1,3 bilhão); guias e listas caíram 22,2% (faturamento de R$ 302,8 milhões). Com um faturamento de R$ 63,6 milhões, o cinema também apresentou resultado negativo de 9,4%.</p>
<p>Via <a href="http://www.adnews.com.br/lerrss.php?id=98457" target="_blank">ADnews</a></p>
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		<title>Novas mídias levam audiência da TV aberta para baixo</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Dec 2009 19:07:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>matheus</dc:creator>
				<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
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Em novembro, a média de TVs ligadas durante o horário nobre (18h às 24h), na Grande São Paulo, caiu 56%, um recorde negativo. Somente em dezembro de 2002 e 2007 o índice foi pior.
De acordo com o blog do Daniel Castro, o total de TVs ligadas no mês passado caiu quatro pontos, em comparação ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp">
<dl id="attachment_458" class="wp-caption alignleft" style="width: 260px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-full wp-image-458" title="TV_off" src="http://webcomtexto.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/12/TV_off.jpg" alt="a" width="250" height="203" /></dt>
</dl>
</div>
<p>Em novembro, a média de TVs ligadas durante o horário nobre (18h às 24h), na Grande São Paulo, caiu 56%, um recorde negativo. Somente em dezembro de 2002 e 2007 o índice foi pior.</p>
<p>De acordo com o blog do Daniel Castro, o total de TVs ligadas no mês passado caiu quatro pontos, em comparação ao mesmo período de 2008 (60%). Mais dois pontos seriam equivalentes à audiência do SBT.</p>
<p>O Ibope avaliou as possibilidades para o desinteresse pela TV aberta, que vão da programação, o crescimento da internet, o fácil acesso ao DVD e os dias quentes. A conclusão é que a TV não perde apenas para o botão de &#8220;off&#8221; dos aparelhos, já que o Instituto atribui a queda aos chamados outros canais, nos quais se incluem (DVDs, videocassete, videogame e PC).</p>
<p>Na visão do superintendente Comercial da Rede TV!, Antônio Rosa Neto, o problema é outro. Ele considera a queda uma tendência “irreversível e inexorável”, um movimento que, sobretudo, reflete a evolução da sociedade brasileira. “O elemento atividade faz com que as pessoas não tenham mais tanto tempo para ficar não só em frente à TV, mas no consumo de outras mídias. Essa é uma constatação óbvia até&#8221;, diz.</p>
<p>O número de TVs ligadas caiu 66% na média anual em 2000, no horário nobre, para 59% em 2009. Até 21 de novembro, a queda chegou a sete pontos (mais dois chegariam a audiência da Record).</p>
<p>O DVD é uma das mídias que mais rouba telespectadores da TV, especialmente da Globo e do SBT. Em 2001, o total de televisores sintonizados em &#8220;outros aparelhos&#8221;no horário nobre era de 0,6%. Neste ano, já chegou a 3,8%, maior do que a audiência da Band, quarta maior rede aberta. As TVs sintonizadas em &#8220;outros canais&#8221;, em 2001, foi de 3%, mas neste ano já subiu para 5%.</p>
<p>Além de perder sete pontos com os aparelhos desligados, as redes abertas também perderam dois pontos para os &#8220;outros canais&#8221; e mais três para outros aparelhos. A soma de pontos perdidos (12), é equivalente a praticamente metade da audiência, no horário nobre (26), da Globo na Grande São Paulo durante o mês de novembro.</p>
<p>Via <a href="http://www.adnews.com.br/midia.php?id=97095" target="_blank">AdNews</a></p>
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