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26 de maio de 2010

Publicidade na web é a mais influente nas compras

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Foto: Getty Images

Segundo pesquisa da ESPM, em parceria com o Ibope, mais de 45% dos brasileiros consomem depois de ver propagandas online

Uma pesquisa realizada pelo Centro Avançado de Estudos e Pesquisas da ESPM (CAEPM), em parceria com o Ibope Inteligência, constatou que a internet é hoje a ferramenta que mais influencia os consumidores na hora de decidir pela compra de um produto. No levantamento, apresentado ao iG, foram ouvidas 1,2 mil pessoas de diferentes faixas etárias e regiões do País e mostrou que 46% dos entrevistados adquirem algo após olharem publicidade veiculadas na internet. As recomendações de familiares e amigos, com 26%, ficaram em segundo lugar no ranking de influência. A TV ficou em terceiro, com 21%, e os anúncios veiculados em jornais e revistas ficaram com os 7% restantes.

Na ocasião, os entrevistados responderam a um questionário relatando o que eles adquiriram nos últimos meses e como tomaram conhecimento do produto. Mais de dez itens compuseram a lista da pesquisa, entre eles computadores, celulares, pacotes de viagens, automóveis, geladeiras e artigos esportivos. Todos tiveram a internet como principal meio de influência.

O estudo também mostrou que quanto mais jovem o consumidor, maior o poder da internet na sua decisão de compra. O grupo formado por pessoas entre 25 e 29 anos foi o que mais se mostrou influenciado pelas propagandas online. Cerca de 50% disseram que adquiriram um produto depois de ver anúncios na internet. “Essa é uma tendência e vai se tornar cada vez mais evidente. “Daqui a 20 anos, vamos ter uma geração muito mais consumista e muito mais influenciada pelas propagandas online”, afirma Marcelo Coutinho, professor e pesquisador responsável pelo estudo. (mais…)

10 de maio de 2010

No Brasil, a preferência das mulheres pela Internet ultrapassa a TV

MulherDe acordo com estudo da Sophia Mind, empresa de pesquisa da Bolsa da Mulher, as mulheres representam 47% da audiência de usuários ativos na internet brasileira. Isso significa que elas passam 39 horas semanais na web, contra 21 horas assistindo TV. A pesquisa do Ibope Nielsen Online foi entre os meses de outubro de 2009 e janeiro de 2010.

Os sites preferidos são livrarias, vestuário, cartões, astrologia e sites femininos e para 67% das mulheres, a internet é fonte de informações sobre produtos ou serviços desejados, enquanto que 42% buscam informações em sites de fabricantes e 62% procuram na web dicas sobre o uso dos produtos.

Elas também utilizam a web para pesquisas de preços, ou seja, 70% delas querem encontrar preços e as melhores oportunidades para economizar no momento em que tentam adquirir produtos.
Das mulheres que comentarem experiências de consumo, sejam positivas ou negativas, 60% usaram as redes sociais. Em decorrência da opinião de outras mulheres sobre algum produto, mais da metade delas já comprou algo por indicação em rede social, pois para elas a indicação é fundamental.

Metade das mulheres entrevistadas afirma ter realizado compras pela internet e os principais produtos adquiridos são livros e revista (20%), eletrônicos e informática (18%) e CDs e DVDs (11%). As mulheres cada vez mais compram pela rede e muitas marcas já consideram esta uma prática comum do público feminino. (mais…)

15 de março de 2010

Brasileiras usam web como principal fonte para decisão de compra

A internet já é mídia mais consultada pelas mulheres brasileiras antes de efetuar uma compra. A web ultrapassa a TV, segundo um estudo realizado pela Sophia Mind, empresa de pesquisa de mercado do grupo Bolsa de Mulher. A pesquisa foi realizada com seis mil internautas entre outubro de 2009 e janeiro de 2010.

As mulheres representam 47% dos usuários de internet no Brasil, em janeiro – um ponto percentual a mais do que em dezembro – de acordo com o Ibope Nielsen Online. Elas navegam por 39 horas semanais na web, contra 21 horas assistindo TV.

A internet é a fonte de informações sobre produtos ou serviços desejados para 67% das mulheres. Em 42% dos casos, elas buscam informações em sites de fabricantes, outras 62% procuram dicas sobre o uso dos produtos. As pesquisas por preço são feitas por 70% das mulheres.

As mulheres expressam sua opinião, positivas ou não, em redes sociais. A informação dessas, que representam 60%, são fundamentais para mais da metade das mulheres que compraram algo se baseando nas informações postadas.

O público feminino adere cada vez mais às compras na internet, mais da metade das entrevistadas disseram ter efetuado compras pela web. Os principais produtos foram livros e revistas (20%), eletrônicos e informática (18%) e CDs e DVDs (11%).

Para 97% das mulheres, banners ou e-mail marketing com produtos de interesse, promoções ou cupons de desconto, não incomodam.

Não só para compras
O uso da internet não se restringe às compras. Conteúdos de interesse (80%), notícias (78%) ou algum tipo de diversão (68%) também são consultados pelas mulheres.

O uso de redes sociais é feito por 97% das entrevistadas. Muitas acreditam que sites como o Orkut são uma boa maneira para manter contato com familiares e amigos, além de compartilhar o crescimento dos filhos.

O Orkut é a rede social mais utilizada por elas, sendo usado por 75% das entrevistadas. Sonico, Twitter e Facebook aparecem na sequência com uma média de 21% de acessos.

Via AdNews

2 de março de 2010

Online bate jornais em papel nos EUA

jornaisA matéria está em português de Portugal e é do portal Agência Financeira.

Sites são o canal de informação mais popular depois da televisão local e nacional

Os jornais digitais são mais populares do que a imprensa em papel nos Estados Unidos, segundo um estudo do «Pew Research Center». O online é o terceiro meio mais popular depois das cadeias de televisão locais e nacionais, escreve o «El País».

«As pessoas querem ter acesso imediato às notícias; em qualquer momento e em qualquer lugar, querem manter-se informados sem ter de esperar», lê-se ainda no estudo.
O estudo incide também na mudança de consumo de notícias através das redes sociais e da forma como os leitores estão agora sempre «ligados», através dos telemóveis com acesso à rede.

As redes sociais servem ainda para «filtrar e reagir perante as notícias», enquanto a conectividade através dos smartphones tornou o acesso às notícias mais rápido e fácil para um segmento de leitores ávidos de informação.

O acesso às notícias converteu-se assim numa experiência social. Segundo o estudo, «os leitores trocam ideias, comentam as notícias nas suas redes sociais e no twitter e debatem os temas em causa». Oito em cada 10 leitores trocam mensagens a partir das notícias online, partilhando ideias e opiniões.

61% dos inquiridos diz que lê as notícias online, 78% obtém informação via os canais locais e 71% na televisão nacional como a NBC ou os canais por cabo como a CNN e a Fox News. 54% sublinha que ouve rádio em casa e no automóvel.

«A Internet está no centro desta transformação e da forma como as pessoas se relacionam com a informação», garante o estudo.