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17 de novembro de 2010

Pesquisa: 60% aprovam que empresas usem redes sociais para divulgar produtos

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O Ibope Mídia divulgou os resultados da pesquisa “Muitos por Muitos” que traça um painel sobre o uso das redes sociais no Brasil. Para o estudo foram entrevistados 8.561 pessoas acima de dez anos de 11 regiões metropolitanas. Seguem as principais conclusões que servem de base para o seu planejamento de marketing digital:

82% dos pesquisados tomaram conhecimento das redes sociais através do Orkut;

60% usam redes sociais há mais de três anos;

66% fica conecato às redes no mínimo 1 hora por dia;

Principal motivo de acesso às redes sociais é trocar mensagens com amigos (73%), diversão (51%), informação (37%) e motivos profissionais (16%);

60% consideram que redes fornecem toda a informação necessária para a sua atualização; (mais…)

8 de novembro de 2010

Pesquisa da Nokia mostra como lidamos com celular, internet e redes sociais

Cerca de 15% dos brasileiros já deram ou levaram um fora por SMS, 62% assumem olhar o perfil do parceiro nas redes sociais e 67% dizem que visitam o perfil do ex-namorado com frequência. Foi o que revelou uma pesquisa realizada pela Nokia sobre como o brasileiro lida com a tecnologia.
O estudo mostra como o brasileiro se relaciona com celulares, internet, downloads, serviços de fotos e vídeos e até sua relação com o público e o privado na era das redes sociais.
Segundo a pesquisa, talvez o investimento 400 políticos nas útimas eleições em redes sociais tenha sido em vão, já que 67% dos brasileiros disseram nunca visitar a página de um deles no Twitter ou no Facebook – 72% deles usam as tecnologias para buscar informações da vida de pessoas de seus círculos sociais.
Embora 90% dos usuários digam compartilhar fotos pessoais na rede, o estudo mostra que o brasileiro ainda parece ter algum pudor. Enquanto os Estados Unidos vivem uma onda de acessos a vídeos e fotos revelando a intimidade sexual dos usuários, aqui no Brasil 85% dos entrevistados disseram nunca ter publicado fotos de biquíni ou roupas íntimas.
Relacionamentos
De acordo com a pesquisa, 34% dos entrevistados disseram que a internet ou o celular já prejudicaram seus relacionamentos de algum jeito. Mas a tecnologia também pode ajudar na superação do fim: para 35% deles, quem leva um fora usa as redes para mostrar que está feliz. Já para 62% dar intimidade a alguém online pode ser considerado uma traição.
Os dados da pesquisa mostram que, para 62% das pessoas entrevistadas, quem faz perfil nas redes sociais quer se mostrar melhor e mais bonito do que realmente é. As mensagens de celular são usadas por 27% para começar uma paquera, e 47% se sentem mais livres para ousar nos xavecos quando estão usando alguma ferramenta tecnológica.
Em relação ao mundo profissional, 54% dos entrevistados disseram que a tecnologia facilita no desenvolvimento da carreira. Para relaxar durante o expediente de trabalho, 59% deles acessam a internet. Já no descanso, a facilidade de acesso e a mobilidade fazem com que 50% dos brasileiros se sintam ligados ao trabalho nos momentos de folga.
No terreno polêmico dos direitos autorais, 50% disseram que o download de filmes e músicas gratuitos na internet é um crime, mas 92% revelaram que não denunciariam ninguém por causa disso. Quem usar a tecnologia para causar intrigas deve ter cuidado, já que 82% dos brasileiros acham que falar mal de alguém nas redes sociais pode ser crime de calúnia e difamação.
Realizada com 601 homens e mulheres com acesso à internet, acima de 16 anos, de todas as classes sociais, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, Salvador e Recife, a pesquisa buscou retratar aspectos diversos da vida relacionados aos novos aparelhos eletrônicos.
Foto: Getty Images

Foto: Getty Images

Cerca de 15% dos brasileiros já deram ou levaram um fora por SMS, 62% assumem olhar o perfil do parceiro nas redes sociais e 67% dizem que visitam o perfil do ex-namorado com frequência. Foi o que revelou uma pesquisa realizada pela Nokia sobre como o brasileiro lida com a tecnologia.

O estudo mostra como o brasileiro se relaciona com celulares, internet, downloads, serviços de fotos e vídeos e até sua relação com o público e o privado na era das redes sociais.

Segundo a pesquisa, talvez o investimento 400 políticos nas útimas eleições em redes sociais tenha sido em vão, já que 67% dos brasileiros disseram nunca visitar a página de um deles no Twitter ou no Facebook – 72% deles usam as tecnologias para buscar informações da vida de pessoas de seus círculos sociais.

Embora 90% dos usuários digam compartilhar fotos pessoais na rede, o estudo mostra que o brasileiro ainda parece ter algum pudor. Enquanto os Estados Unidos vivem uma onda de acessos a vídeos e fotos revelando a intimidade sexual dos usuários, aqui no Brasil 85% dos entrevistados disseram nunca ter publicado fotos de biquíni ou roupas íntimas. (mais…)

8 de setembro de 2010

Brasil conectado: 41,7% da população têm acesso à rede

Foto: João Marcello Erthal e Cecília Ritto

Foto: Lia Lubambo

Trocar e-mails, navegar em páginas em busca de informações ou simplesmente perder-se no emaranhado de redes sociais são hábitos presentes na rotina de 41,7% dos brasileiros. Se o avanço da rede mundial de computadores mantiver o ritmo dos últimos quatro anos, provavelmente em 2010 mais da metade da população terá experimentado, de alguma forma, o acesso à rede mundial. A conclusão é parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – PNAD 2009 – do IBGE, que acompanha, ano a ano, a evolução de hábitos e condições de vida no país.
Em números absolutos, 2009 foi o ano de entrada na internet para 12 milhões de pessoas em todo o Brasil, elevando para 67,9 milhões o contingente que declarou já ter usado a web – um crescimento de 21,5% em relação a 2008. No Sudeste, região que lidera a expansão, em 2009 o patamar de habitantes que declararam ter usado um computador com conexão à grande rede chegou a 48,1%. Norte e Nordeste, com 34,3% e 30,2% de moradores que já se conectaram, têm os índices mais baixos.
O avanço da internet, como mostra a PNAD, ocorre principalmente entre os jovens. Mas a população com mais de 50 anos – principalmente as mulheres – também demonstra intimidade crescente com teclados, mouses e endereços da web. Desde 2005, o percentual de pessoas que declararam ter utilizado a internet nesta faixa de idade saltou de 7,3% para 15,2%. A pesquisa considera “com acesso” à internet quem respondeu ter usado a rede nos três meses anteriores à entrevista.
A alta dose de entretenimento que o acesso aos sites pode proporcionar traz, diluída, uma boa dose de cidadania. “A internet não significa só lazer, mas educação e trabalho. A partir do momento em que a sociedade está mais conectada, aproximam-se os níveis de oportunidade de pobres e ricos. O maior acesso à internet é fundamental para o desenvolvimento social e econômico do país”, avalia Rodrigo Baggio, secretário executivo da ONG Comitê para Democratização da Informática (CDI).
O fenômeno brasileiro, destaca Baggio, ajuda o país a encurtar a distância em relação às nações mais desenvolvidas. Mas ainda há muito por fazer. “Estamos falando de 70 milhões de brasileiros que acessam a internet. É um dado gigante. Mas ainda são 110 milhões de brasileiros sem internet, o que cria uma casta de excluídos digitais”, afirma Baggio.
Um ranking de 2009 e 2010, elaborado pelo Fórum Econômico Mundial, põe o Brasil na 61ª posição global em preparo para usar as novas tecnologias e informação – considerando ambiente regulatório, empresarial e de infraestrutura; preparo de indivíduos e pessoas ; e tecnologias disponíveis. O líder é a Suécia e os Estados Unidos aparecem em quarto lugar. Na América do Sul, o país perde para Chile (40º), Uruguai (57º) e Colômbia (60º).
A PNAD mostra uma tendência de substituição do telefone convencional domiciliar pelos aparelhos celulares. Em 2009, passou de 82,1% para 84,3% a proporção de domicílios com acesso a algum tipo de telefone. O maior crescimento, no entanto, se dá pelos celulares. Os lares em que os moradores têm apenas aparelhos móveis chegaram a 41,2%, enquanto os que têm somente aparelhos fixos tradicionais atingiu a seu nível mais baixo desde 2005: 5,8%.
Domicílios com acesso à rede – A PNAD investiga, desde 2004, a presença de computadores e computadores com internet nos lares – em questionários que incluem, ainda, os itens rádio, freezers, televisão, geladeira e máquina de lavar roupa. Os dados globais do Brasil indicam que mais de um quarto dos domicílios já têm pontos de acesso privado à internet: 27,4%. Em 2004, esta proporção era de apenas 12,2%.
Segundo dados da PNAD de 2008, os pontos privados lideram os acessos à internet no Brasil, com 57,1% dos usuários. O segundo meio mais utilizado foram as lan-houses, com 35,2%. A estimativa do Comitê para Democratização da Informática é de que existam no Brasil cerca de 110 000 lan-houses – 90% delas na informalidade.
“São as lan-houses a porta de entrada para as classes C e D no mundo da internet”, diz Rodrigo Baggio. Recentemente, a instalação de pontos de acesso sem fio gratuitos (Wi-Fi) em áreas como o Morro Dona Marta, no Rio, ampliaram as possibilidades de conexão para a população de baixa renda. Baggio, no entanto, critica este modelo de expansão da rede.
“Toda medida que apenas disponibiliza o acesso me parece mais eleitoreira que eficiente”, afirma. “Falta uma política pública de inclusão digital sustentável, que preveja o acesso, a capacitação contínua, a disponibilização de serviços, como empreendedorismo, pontos de acesso e cuidado com o lixo tecnológico”, adverte Baggio.

Trocar e-mails, navegar em páginas em busca de informações ou simplesmente perder-se no emaranhado de redes sociais são hábitos presentes na rotina de 41,7% dos brasileiros. Se o avanço da rede mundial de computadores mantiver o ritmo dos últimos quatro anos, provavelmente em 2010 mais da metade da população terá experimentado, de alguma forma, o acesso à rede mundial. A conclusão é parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – PNAD 2009 – do IBGE, que acompanha, ano a ano, a evolução de hábitos e condições de vida no país.

Em números absolutos, 2009 foi o ano de entrada na internet para 12 milhões de pessoas em todo o Brasil, elevando para 67,9 milhões o contingente que declarou já ter usado a web – um crescimento de 21,5% em relação a 2008. No Sudeste, região que lidera a expansão, em 2009 o patamar de habitantes que declararam ter usado um computador com conexão à grande rede chegou a 48,1%. Norte e Nordeste, com 34,3% e 30,2% de moradores que já se conectaram, têm os índices mais baixos.

O avanço da internet, como mostra a PNAD, ocorre principalmente entre os jovens. Mas a população com mais de 50 anos – principalmente as mulheres – também demonstra intimidade crescente com teclados, mouses e endereços da web. Desde 2005, o percentual de pessoas que declararam ter utilizado a internet nesta faixa de idade saltou de 7,3% para 15,2%. A pesquisa considera “com acesso” à internet quem respondeu ter usado a rede nos três meses anteriores à entrevista.

A alta dose de entretenimento que o acesso aos sites pode proporcionar traz, diluída, uma boa dose de cidadania. “A internet não significa só lazer, mas educação e trabalho. A partir do momento em que a sociedade está mais conectada, aproximam-se os níveis de oportunidade de pobres e ricos. O maior acesso à internet é fundamental para o desenvolvimento social e econômico do país”, avalia Rodrigo Baggio, secretário executivo da ONG Comitê para Democratização da Informática (CDI). (mais…)

11 de novembro de 2008

Dez pontos de interrogação

Já ouviu a frase – Todo mundo tem seu preço? Pois é, eu tenho o meu. O Gustavo tem o dele, o Hiro e o Felipe também. E você?

Tô longe de ser boazinha, odeio a expressão “gente boa” , não quero ser heroína de ninguém, tão pouco ser aquela que dá um jeitinho pro amigão. Quero apenas o reconhecimento justo pelo trabalho profissional feito aqui na WEBCOMTEXTO.  Ei, não tô pedindo nenhuma maleta preta cheia de notas numeradas não sequenciais, porque não é ilegal cobrar pelo nosso trabalho.

Todo serviço profissional tem o seu custo (nem tô discutindo o valor) e isso parece tão óbvio…. mas não é! Nas últimas semanas tenho percebido que o fato de cobrar pelo meu trabalho não tem agradados clientes e “parceiros”. Mas perae, onde está o erro?

Quer uma notinha na coluna social? Um bannerzinho animado? Já sei, uma caricatura pra dar de aniversário? Ah, o seu problema é que o carinha que você contratou não entregou o site como combinado e você precisa de alguém pra consertar as c…? Hum, você quer apenas uma força na divulgação do seu cliente nesse momento, já que isso pode nos abrir futuras portas?

A resposta é a mesma para todas as perguntas: SIM, CLARO. EM QUAL E-MAIL MANDO O ORÇAMENTO?

Quanto você acha que vale o talento e o tempo da pessoas que fazem nossa empresa? Pois dos 10 pontos de interrogação que eu usei até agora, esse é o que eu tenho maior prazer em responder: vale muito mais do que os pidões tem me ajudado a pagá-los.