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	<title>Blog da Webcomtexto &#187; revista</title>
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		<title>30% dos torcedores assistem TV e navegam na web ao mesmo tempo</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 14:48:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>matheus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De acordo com pesquisa, intitulada Ibope Esporte Clube, 30% vêem TV e  navegam na internet simultaneamente. Outros 24% usam a TV e o jornal  para se informarem de esportes, 18% se informam pela TV e por revistas e  16%, por TV e rádio.
Segundo o Ibope, 92% dos fãs de futebol acompanham o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1145" class="wp-caption alignleft" style="width: 220px"><img class="size-medium wp-image-1145 " title="tweetTV-rendered-302" src="http://webcomtexto.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/tweetTV-rendered-302-300x300.png" alt="A televisão é o principal meio dos brasileiros para acompanhar o futebol, mas o torcedor não é fiel a ela." width="210" height="210" /><p class="wp-caption-text">A televisão é o principal meio dos brasileiros para acompanhar o futebol, mas o torcedor não é fiel a ela.</p></div>
<p>De acordo com pesquisa, intitulada Ibope Esporte Clube, 30% vêem TV e  navegam na internet simultaneamente. Outros 24% usam a TV e o jornal  para se informarem de esportes, 18% se informam pela TV e por revistas e  16%, por TV e rádio.</p>
<p>Segundo o Ibope, 92% dos fãs de futebol acompanham o esporte pela  televisão e 88%, pela internet. A pesquisa mostra que diante da  televisão há um público majoritariamente masculino com idades de 30 a 50  anos (56%).</p>
<p>Leia a matéria completa <a href="http://midiacon.com.br/materia.asp?id_canal=7&amp;id=40040" target="_blank">aqui</a>.</p>
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		<title>Redes sociais em destaque</title>
		<link>http://webcomtexto.com.br/blog/2010/12/03/redes-sociais-em-destaque/</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Dec 2010 02:52:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>matheus</dc:creator>
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Em tempo, a edição de novembro da Revista Ótima S/A, revista mato-grossense sobre comportamento, economia e agronegócio, foi especial para a Webcomtexto. Imagino que, também, para o mercado de comunicação local que procura inovar sempre.
Como você pode ver ao lado, a matéria de capa abordou o crescimento das redes sociais, mas melhor que isso, sob [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp">
<dl id="attachment_735" class="wp-caption alignleft" style="width: 233px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.otimamt.com.br/" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-735" title="otimamt_redessociais" src="http://webcomtexto.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/otimamt_redessociais-223x300.jpg" alt="otimamt_redessociais" width="223" height="300" /></a></dt>
</dl>
<p>Em tempo, a edição de novembro da <a href="http://www.otimamt.com.br/" target="_blank">Revista Ótima S/A</a>, revista mato-grossense sobre comportamento, economia e agronegócio, foi especial para a Webcomtexto. Imagino que, também, para o mercado de comunicação local que procura inovar sempre.</p>
<p>Como você pode ver ao lado, a matéria de capa abordou o crescimento das redes sociais, mas melhor que isso, sob um ponto de vista corporativo, tanto no mercado nacional <span style="color: #888888;"><em>(que contou com a participação do Cláudio Torres, consultor de Marketing Digital)</em></span>, como no mercado regional.</p>
<p>Pude contribuir com a matéria apresentando meu ponto de vista sobre os novos consumidores e o que eles esperam das empresas que querem se relacionar, as possibilidades e vantagens que se pode obter e, claro, algumas dicas para aqueles que querem investir nesse meio sem planejamento. Além disso, falei um pouco sobre como o mercado e as empresas locais tem reagido a essas novidades.<span id="more-734"></span></p>
<p>Espero que gostem como gostei. Sem demagogia, fiquei muito mais feliz pelo tema ter sido abordado do que ter participado efetivamente da matéria especial. Como disse acima, acho importante esse tipo de conteúdo para o mercado.</p>
<p>A matéria você pode ver <a href="http://otimamt.tinos.uni5.net/materia.php?id=1145" target="_blank">aqui</a> e a edição completa <a href="http://otimamt.tinos.uni5.net/novo_formato2.php?edicao=54&amp;larg=1284&amp;alt=804" target="_blank">aqui</a><em><span style="color: #888888;"> (só consegui abrir no IE)</span></em>.</p>
<p><em><span style="color: #888888;">Ps.: Quero agradecer a revista  e especialmente ao Thiago Itacaramby, que escreveu a matéria,  pelo convite.</span></em></div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 243px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">
<table border="0" cellspacing="10" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td style="font-family: Cambria,'Trebuchet MS',Arial; font-size: 18px;" align="middle"><strong>REDES SOCIAIS: Como se dar bem com elas </strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: justify;"><strong>Segundo o Ibope, os usuários desses segmentos  já passam três vezes mais tempo navegando na internet do que assistindo à  TV</strong></p>
<p>Por Thiago Itacaramby e Maritza Fonseca</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: justify;">Quem acha que as redes sociais são coisas de  gente desocupada, que não tem o que fazer, está enganado. As ferramentas como  Twitter, Facebook, YouTube, blogs e, claro, Orkut são oportunidades capazes de  aumentar, por exemplo, a produtividade da sua empresa. O seu relacionamento  pessoal, além disso, a maneira mais natural de compartilhar conhecimento,  aumentando a inteligência coletiva. É simples e de graça.</p>
<p>As ferramentas  estão em alta. Pesquisas revelam que somos um país viciado em redes sociais.  Admira-se que o Brasil seja um dos países mais conectados à internet no contexto  mundial. As mídias sociais são fundamentais para a maioria dos negócios. Temos  mais de 90% da classe A, 80% da B e mais de 50% da C na internet brasileira. E  83% deste público tem pelo menos um perfil cadastrado nas redes sociais.</p>
<p>Segundo o Ibope, tais segmentos já passam três vezes mais tempo  navegando na internet do que assistindo à TV. Em algumas faixas etárias, como a  de 18 a 24 anos, a penetração da internet ultrapassa 80% da população total, e  mesmo até os 49 anos é maior do que 30%. Tudo isso mostra que há um grande canal  de comunicação na internet, em particular nas redes sociais, a favor das  empresas explorarem os seus negócios.</p>
<p>O consumidor final já aderiu às  ferramentas, mas o uso delas no dia a dia corporativo ainda dá o que falar. Para  alguns, aquilo que pode ser apenas uma brincadeira é a garantia promissora para  que instituições públicas ou privadas possam ganhar destaque cada vez maior num  mundo que tende a ser virtual. Promessas do marketing digital. Muito se fala  dele hoje em dia, afinal são ações de relacionamento on-line, que por sua vez  ajudam a disseminar conteúdos por meio das redes, multiplicando o alcance dessas  ações.</p>
<p>O setor de marketing, por exemplo, poderá usar as ferramentas  para ampliar o relacionamento com o cliente, como é o caso do Serviço de  Atendimento ao Consumidor (SAC), entre outros canais de comunicação. Para o  coach digital Cláudio Torres, autor do livro &#8220;A bíblia do marketing digital&#8221;, o  SAC via Twitter tem se tornado uma tendência e uma ferramenta eficiente. &#8220;Mas a  regra é que você tem de atender seu consumidor pelo mesmo canal que se relaciona  com ele, seja o Twitter, seja o Orkut ou o Facebook&#8221;, aconselha.</p>
<p>Segundo  o analista de marketing digital, não há receitas ou fórmulas milagrosas de se  montar um bom projeto de mídia utilizando as redes. O sucesso na sua avaliação  depende de algo absoluto, preciso e matemático. Em se tratando de marketing,  pressupõe-se que acima de tudo é preciso produzir resultados, para isso são  criadas estratégias e regras a serem seguidas.</p>
<p>Conforme revela pesquisa  do Yankee Group, especializada em análise de mercado, o consumidor quer  interagir com as empresas via mídia social. A maioria do público consumidor tem  necessidade de relacionar com as organizações por meio de redes sociais, como  Facebook e Twitter, mas apenas 30% dos empreendimentos estão preparados, aponta  o estudo. Ou seja, só três em cada dez empresas estão prontas para tais  atendimentos.</p>
<p>Aproximadamente 70% dos consumidores buscam informação e  comunicação por meio digital, mas as empresas falham em suas tentativas de  ingressar nessas redes, o que coloca em risco a própria imagem empresarial,  alerta o Yankee Group, que produziu uma pesquisa para a Siemens Enterprise  Communications &#8211; empresa de software corporativo.</p>
<p>O relatório, feito com  base em entrevistas realizadas com 750 americanos entre março e abril de 2010,  também revelou que a satisfação dos consumidores com suas interações comerciais  em redes sociais ficou em 65%.</p>
<p>Na opinião do coordenador de web Matheus  Moraes, é preciso ouvir, responder, conversar, interagir e envolver as pessoas  com o projeto a ser proposto. &#8220;Criar um relacionamento digital não é algo que se  concretiza do dia para a noite; envolve tempo, interesse, dedicação e,  sobretudo, disponibilidade para absorver os inputs (na informática, estímulo que  recebemos do ambiente externo) positivos e negativos que chegam a todo o  momento&#8221;, considera.</p>
<p>Moraes comenta que os consumidores de hoje não são  mais passivos e necessitam de agilidade e interatividade. Eles gostam e querem  se relacionar com as empresas. &#8220;As redes sociais são fundamentais para se criar  relacionamentos consistentes&#8221;, garante o coordenador de web. Segundo ele, são  muitas as possibilidade e vantagens que se obtém, o mais importante é criar  vínculos com os clientes e a marca. Na sua avaliação, é necessário que as  empresas façam isso de forma séria, profissional e estruturada. Os consumidores  podem facilmente se decepcionar com uma simples falta de retorno e o que é pior,  conteúdo irrelevante.</p>
<p>&#8220;Outro ponto importante a ser trabalhado  relaciona-se com as métricas e o monitoramento. É possível se ter informação  sobre tudo que é falado na internet, e isso pode ser um ponto muito positivo  para as empresas&#8221;, aponta Moraes sobre as vantagens de se adotar o uso dessas  ferramentas nos dias de hoje. O especialista comenta que hoje no Brasil, entre  as redes mais acessadas estão o Twitter, Facebook e Orkut. A dica é conhecer e  entender a dinâmica de cada uma delas antes de aventurar e abrir uma conta. Isso  evita muitos erros, que podem trazer prejuízos para a marca.</p>
<p>Para o  analista de marketing digital, as empresas não devem e não podem participar de  tudo. Segundo ele, é ineficiente. No Brasil há um conjunto mínimo formado por um  Blog, Twitter, Facebook e YouTube. O Orkut é muito popular, mas tem caído  rapidamente, e hoje deve ser mais considerado por empresas de consumo em massa e  voltadas para o segmento C, D e E.</p>
<p>&#8220;As demais alternativas só devem ser  consideradas caso a empresa tenha clientes específicos em grande volume nessas  outras redes&#8221;, avalia Torres. É o caso do MySpace, que atinge o segmento  musical.</p>
<p>De fato, os especialistas ouvidos pela revista Ótima S/A  revelam que as empresas em geral não utilizam de modo usual essas mídias.  Conforme o analista de marketing digital, muitas empresas e agências de  publicidade estão tão viciadas em anunciar e &#8220;tentar vender&#8221; que não conseguem  compreender a dinâmica das mídias sociais.</p>
<p>Em se tratando das empresas  mato-grossenses, o coordenador de web Matheus Moraes revela que o mercado local  já entendeu a importância da presença digital, seja através de sites  institucionais e promocionais. No entanto, ele garante que ainda é muito cedo  para afirmar qualquer coisa, já que estão surgindo empresas e projetos, além  daquelas que entram apenas por modismo. Em se tratando de bons relacionamentos  com essas ferramentas, o especialista comenta os cases e perfis de sucesso, como  é o caso dos Supermercados Modelo e Big-Lar, Pantanal Shopping, Casa de Festas,  Factoide e Club Garage.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
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		<title>Internet passa revista e já é terceira mídia no mundo</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 13:26:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>matheus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já não é novidade dizer que os investimentos em publicidade na internet  seguem crescendo a taxas bem acima da média das outras mídias.
Agora, o Zenith Optimedia apontou que em 2009, pela primeira vez, a  mídia online ultrapassou as revistas no ranking, atraindo investimentos  de US$ 55 bilhões em todo o mundo. Com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já não é novidade dizer que os investimentos em publicidade na internet  seguem crescendo a taxas bem acima da média das outras mídias.</p>
<p>Agora, o Zenith Optimedia apontou que em 2009, pela primeira vez, a  mídia online ultrapassou as revistas no ranking, atraindo investimentos  de US$ 55 bilhões em todo o mundo. Com isso, a internet já é dona de  12,6% do bolo publicitário no planeta, ficando atrás apenas dos jornais,  com 23,1% e da televisão, com 39,4%. As revistas estão agora em quarto  lugar, com 10,3%.</p>
<p>A projeção futura aponta ainda que a mídia online deverá se aproximar  dos jornais já em 2012, ano no qual deverá atingir o share de 17,1% do  bolo, contra 19,4% dos impressos. Naquele ano, a internet deverá atrair  investimentos de US$ 83,9 bilhões, contra US$ 95,4 bilhões dos jornais e  US$ 199,7 bi da televisão. Esta última mídia continuará mostrando sua  força, com participação de 40,6%, que será um pouco superior à atual.</p>
<p><strong>Toada positiva<br />
</strong>De resto, a publicidade mundial parece ter voltado aos trilhos.  As previsões do Zenith indicam que o mercado como um todo deverá  crescer 2,2% em 2010 na comparação com 2009, ano que teve uma queda  próxima a 10%. A expectativa é que os investimentos cheguem à casa de  US$ 456 bilhões em todo o mundo neste ano e que, para os anos seguintes,  o mercado cresça mais 4,1% em 2011 e outros 5,3% em 2012.</p>
<p>No estudo anterior, a Zenith havia apontado uma possibilidade de  crescimento mundial de apenas 0,9%, o que marca o segundo relatório  consecutivo com revisão para cima, após 18 meses revisando para baixo as  expectativas.</p>
<p>Se o estudo for dividido por regiões, a América Latina surge novamente  como destaque, já que após um 2009 com um crescimento irrisório de 0,4%,  2010 promete uma alta de 9,3%, o que fará a região movimentar cerca de  US$ 33 bilhões, com possibilidade de chegar a US$ 38 bi em 2012.</p>
<p>A região com mais dificuldades ainda será a América do Norte, e a  publicidade dos Estados Unidos deverá fechar com receitas abaixo de  2009, cerca de 2% menos. O mercado europeu deverá crescer 0,4%, enquanto  a Ásia subirá na casa de 5,9%. Na verdade, se o Japão for retirado da  lista asiática, o índice salta para 10%, o que colocaria a região como a  melhor de 2010.</p>
<p>Via <a href="http://www.mmonline.com.br/noticias.mm?url=Internet_passa_revista_e_ja_e_terceira_midia_no_mundo&amp;origem=ultimas" target="_blank">m&amp;m online</a></p>
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		<title>Web continua crescendo; jornais e revistas caem</title>
		<link>http://webcomtexto.com.br/blog/2010/01/20/web-continua-crescendo-jornais-e-revistas-caem/</link>
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		<pubDate>Wed, 20 Jan 2010 20:18:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>matheus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O faturamento publicitário dos veículos de comunicação registrou um discreto crescimento de 0,67% e permaneceu praticamente estável nos oitos primeiros meses de 2009 em relação ao mesmo período de 2008.
De acordo com números do Projeto Inter-Meios, até outubro, o mercado faturou R$ 17,54 bilhões, contra os R$ 17,42 bilhões anteriores. O destaque foi a internet, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O faturamento publicitário dos veículos de comunicação registrou um discreto crescimento de 0,67% e permaneceu praticamente estável nos oitos primeiros meses de 2009 em relação ao mesmo período de 2008.</p>
<p>De acordo com números do Projeto Inter-Meios, até outubro, o mercado faturou R$ 17,54 bilhões, contra os R$ 17,42 bilhões anteriores. <span style="color: #ff9900;"><strong>O destaque foi a internet, que cresceu 21,5%, faturando R$ 724,7 milhões com publicidade, ampliando a sua participação no total do bolo para 4,1%. Em sentido inverso, a TV por assinatura caiu 0,6% (chegando a R$ 637,7 milhões), e sua fatia é agora de 3,6%.</strong></span></p>
<p>O faturamento da TV aberta (R$ 10,6 bilhões) cresceu 4,2% no mesmo período e responde por 60,6% das verbas investidas em mídia. Também apresentaram resultados positivos: o rádio (7,2%, com R$ 786 milhões) e a mídia exterior (outdoors, painéis e front-light), que cresceu 11,1%, com R$ 523,3 milhões.</p>
<p>Ainda segundo o Projeto Inter-meios, a mídia impressa teve prejuízos. Os jornais caíram 10,7% e faturaram R$ 2,5 bilhões; as revistas caíram 10% (faturamento de R$ 1,3 bilhão); guias e listas caíram 22,2% (faturamento de R$ 302,8 milhões). Com um faturamento de R$ 63,6 milhões, o cinema também apresentou resultado negativo de 9,4%.</p>
<p>Via <a href="http://www.adnews.com.br/lerrss.php?id=98457" target="_blank">ADnews</a></p>
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