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12 de fevereiro de 2010

Um terço dos brasileiros usa internet móvel

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No Brasil, 36,7% dos usuários de internet utilizam equipamentos móveis para acessar a web quando estão em casa. No trabalho, são 24,7% e em trânsito, 38,6%.

Os números são de uma pesquisa realizada pela Cisco, que considera como internet móvel todo o acesso realizado por laptops, celulares, smartphones e outros equipamentos similares.

O estudo mostra também uma tendência de abandono de linhas de telefone fixas em favor das móveis. Entre os brasileiros, 67 milhões de pessoas abandonaram suas linhas fixas, o que representa 35% da população.

O País só perde para a Itália, com 39% da população deixando as linhas fixas e ficando apenas com as móveis, e para a África do Sul, com 48%.

Com relação à transmissão de dados, 827 mil brasileiros utilizam apenas equipamentos móveis. A tendência aponta que este número chegue a 78 milhões até 2014. A Itália é campeã, com quase quatro milhões de pessoas acessando dados apenas por equipamentos móveis.

Hoje, 90 mil TB trafegam na chamada “internet móvel”. Os vídeos são os maiores “consumidores”, com quase 36 mil TB. Outros 30 mil TB são consumidos para acesso a sites, blogs e outras aplicações de dados.

O peer-to-peer vem em terceiro, com 15 mil TB. Games online e aplicações de voz sobre IP têm cerca de 4,5 mil TB cada. Até 2014, espera-se que trafeguem 3,5 milhões de TB na internet móvel.

A pesquisa completa está aqui (em inglês).

Via INFO Online

10 de fevereiro de 2010

Acesso à internet chegou a 66,3 milhões de brasileiros em dezembro de 2009

O Brasil terminou o ano de 2009 com 66,3 milhões de pessoas acessando a internet. A pesquisa do Ibope Nielsen Online divulgada nesta quarta-feira (10) também coloca os brasileiros entre os internautas que mais navegam na rede, com média de 44 horas por mês.

O crescimento do número de usuários foi de 16% em relação a dezembro de 2008 na medição das residências. Na relação do número de usuários que acessam a internet do trabalho, que teve medição iniciada em maio de 2009, o crescimento até dezembro foi de 9%.

Na média de tempo de uso da internet, o país ficou a frente dos Estados Unidos, com 40 horas, da Austrália, com 39 horas, e do Reino Unido, com 37 horas. Quando o acesso à rede inclui o uso de aplicativos, o tempo de conexão dos brasileiros subiu para 66 horas em dezembro de 2009.

O mercado publicitário on-line teve um mês de dezembro bastante com bastante investimento. A pesquisa AdRelevance, que monitora a publicidade veiculada na internet brasileira, registrou em dezembro o total de 4.491 campanhas publicitárias realizadas por 1.784 anunciantes e divulgadas por meio de 15.872 banners.

Os sites de vídeos amadores, como o YouTube, por exemplo, tiveram uma audiência de 13,7 milhões de brasileiros em dezembro, e sites de vídeos profissionais, geralmente presentes nos grandes portais nacionais, tiveram 13,8 milhões de pessoas acessando seu conteúdo.Somadas, as duas categorias chegam a 24,8 milhões de pessoas assistindo a vídeos on-line, com tempo de navegação médio de 1 hora e cinco minutos nos sites de vídeos amadores.

O setor on-line que mais cresceu no último mês de 2009 foi o de Finanças e Investimento, com evolução de 6,6%, puxado pela expansão de 9,8% na audiência dos sites de bandos. De acordo com a pesquisa, a subcategoria Lojas de Varejo aumentou em 2,9% seu número de usuários e chegou à sua maior audiência , com 21,3 milhões de pessoas.

A pesquisa também mostra que a soma das pessoas que têm acesso à internet nas classes C, D e E ultrapassaram o número de internautas das classes A e B. Em 2007, 50,2% de quem acessou a internet era das classes mais altas, número que em 2009 mudou, chegou a 51% das classes C, D e E.

Do total dos acessos à internet, o estudo aponta que 14% dos internautas da classe A utilizam dispositivos móveis como celulares, smartphones e PDAs para se conectar à rede, contra 6% da classe B e 2% da classe C. De quem acessa a internet de aparelhos móveis, 27% acessa sites de e-mail, 23% lêem notícias, 22% realizam buscas em sites especializados e 21% entram em redes sociais.

Em dezembro passado, o Orkut foi a rede social mais acessada no Brasil, com 80% dos brasileiros com acesso à internet utilizando o site. O Twitter vem em segundo lugar e o Facebook em terceiro.

O mercado publicitário on-line teve um mês de dezembro bastante com bastante investimento. A pesquisa AdRelevance, que monitora a publicidade veiculada na internet brasileira, registrou em dezembro o total de 4.491 campanhas publicitárias realizadas por 1.784 anunciantes e divulgadas por meio de 15.872 banners.

Via G1 Tecnologia

2 de fevereiro de 2010

Dados brasileiros sobre Redes Sociais

A AgênciaClick traçou um perfil dos brasileiros nas Redes Sociais. Veja abaixo o resultado em vídeo (cheio de analogias com outras mídias e assuntos).

O trabalho ficou bem bacana e de fácil compreensão. Confira!

1 de fevereiro de 2010

Elite brasileira confia na internet como fonte de informação, diz Ibope

A maioria da população brasileira com alto poder aquisitivo – 91% – procura, na internet, informações antes de efetuar uma compra. Esse é um dos resultados da pesquisa The Elite Consumer, realizada pelo Ibope Mídia.

O estudo busca retratar as opiniões dos usuários da topo da sociedade brasileira, fazendo um recorte dos 5% dos mais ricos. A pesquisa levou em conta os padrões definidos pelo Target Group Index.

Entre as revelações da pesquisa estão a confiança da maioria deste grupo na internet como fonte de informação (85%), e a crença de que vale pagar mais por produtos de qualidade (81%).

O grau de utilização de bancos pela internet também é alto: entre os homens, a adesão é de 63%, enquanto entre as mulheres é de 56%.

Metade dos homens entrevistados (50%) quer comprar um smartphone nos próximos 12 meses. Já entre as mulheres a preferência é por produtos de beleza (76%), computadores (50%) e roupas de grife (46%).

Para participar da pesquisa era preciso que o entrevistado tivesse entre 20 e 64 anos, que tivessem nível sócio-econômico dos 5% mais ricos e tivessem acessado a internet nos últimos três meses.

Via IDGNow

27 de janeiro de 2010

Tempo nas redes sociais e blogs cresceu 82% diz Nielsen

Já que no Festival de Cannes fala-se muito de mídia social, vamos a alguns números novos da Nielsen sobre redes sociais. De acordo com dados de maio divulgados ontem, o total de minutos que os usuários dedicaram a sites de rede social e blogs foi 82% mais alto na comparação com o ano anterior. O Twitter registrou o maior crescimento – alta de 1,448% em 1 ano, passando de 1,2 milhão de usuários únicos em maio de 2008 para 18,2 milhões no mês passado. Mas os números indicam que o crescimento mês a mês do Twitter começou a reduzir seu ritmo. O tempo médio que um usuário passou no microblog saltou 175% – de 6 minutos e 19 segundos em maio de 2008 para 17 minutos e 21 segundos em maio passado. Mas na comparação entre maio e abril deste ano, houve ligeira queda – veja o gráfico mais abaixo.

Ainda de acordo com a Nielsen, com 144,3 milhões de usuários únicos, o Facebook é a rede social numero 1 pelo 7o mês consecutivo, considerando a audiência global. O MySpace é a 1a rede social em video streams – foram 116,1 milhões em maio.

twitter_timeVia BlueBus

25 de janeiro de 2010

Comércio online no Brasil cresce, se diversifica e já movimenta mais de R$ 10 bi por ano

Estudo do Comitê Gestor da Internet no Brasil mostra que 16% dos brasileiros que acessam a internet fazem compras pela rede. Olhando assim, a fatia parece magra, mas são quase dez milhões de pessoas clicando e comprando muito. Só no Natal, foi R$ 1,6 bilhão em mercadorias, de acordo com a e-bit, empresa que monitora o setor. Fechando os dados, deve-se chegar a R$ 10,5 bilhões gastos na web em 2009 – isso sem considerar compras de alimentos, passagens aéreas, carros e transações em sites de leilão, mostra reportagem publicada neste domingo pela ‘Revista’ do jornal o GLOBO.

- O brasileiro é arrojado, gosta de novidade. O comércio eletrônico vem crescendo bem mais do que o tradicional. E, enquanto a inclusão digital avança, as tendências empurram o consumidor para o online. É o trânsito difícil, a falta de vaga para se estacionar… – avalia Demi Getschko, um dos pensadores da internet no Brasil e diretor-presidente do NIC.br (entidade que toca projetos criados pelo Comitê Gestor).

Até 2008, 61% dos brasileiros nunca haviam acessado a internet, segundo o Comitê Gestor da Internet no Brasil. Dos que acessam, faltam 58 milhões consumidores para fisgar. Segundo o Comitê Gestor, a principal barreira para o comércio online é cultural. A maioria (56%) dos que não compram dizem que preferem ver o produto de perto. Deve ser por isso que, ao contrário dos americanos, tão acostumados a comprar por catálogo, muitos de nós evitamos roupas na web.

Pois isso já começa a mudar. Um estudo do Mercado Livre, o supersite de vendas e leilões online, com 40,2 milhões de usuários em 12 países, mostra que o Brasil está entrando numa terceira onda de consumo online, geralmente observada em mercados maduros. A primeira onda seria a da compra de produtos baratos (CDs, DVDs, livros), que costumam ser as aventuras iniciais no >ita<webshopping. A segunda onda seria a do consumo de tecnologia e informática, com preços um pouco maiores. E a terceira seria justamente a busca por produtos ligados a estilo de vida, como roupas, cosméticos e itens para casa.

Foi assim com a arquiteta Cristiana Braga e o designer Raphael Comber Sales. Ela começou com um CD, comprado na gigante Amazon.com. Ele, com um livro. Hoje, compram tudo.

- É mais cômodo e econômico – ela diz.

Raphael já comprou equipamento de escalada, câmera fotográfica, notebook, vários acessórios de computador. E já vendeu relógio, caixa de óculos, câmera, casaco e até carro.

- Muita gente ainda tem medo de usar o cartão de crédito na internet. Nunca tive problema, mas fui clonado em posto de gasolina e restaurante – ele conta, enquanto embrulha mais um casaco vendido pela web.

- Roupa sem uso não para mais aqui em casa – brinca Cristiana.

Diante das várias e várias páginas de vendas, muita gente ainda prefere ficar só observando. Ou quase. Segundo o Comitê Gestor da Internet no Brasil, 44% dos internautas acessam a rede para pesquisar preços. A maioria se informa na web para depois fechar o negócio na loja física. Outra grande mudança é onde se compra. Antes praticamente restrito às grandes empresas, o comércio já é disputadíssimo por micro, pequenas e médias. Elas são mais de 60 mil. E abocanham pelo menos 10% do varejo na web.

Via Extra/O Globo