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	<title>Blog da Webcomtexto &#187; internet</title>
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		<title>Brasil é 5º país com maior número de internautas</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 13:21:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>matheus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dentre os 20 países com o maior número de internautas, o Brasil ocupa a 5ª colocação com 72 milhões de usuários, segundo o levantamento feito pelo site Royal Pingdom divulgado nesta terça-feira (27).
A China está na primeira colocação, com 420 milhões, seguida por Estados Unidos, com 234,4 milhões, Japão, 99,1 milhões, e Índia, 81 milhões.
Com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dentre os 20 países com o maior número de internautas, o Brasil ocupa a 5ª colocação com 72 milhões de usuários, segundo o levantamento feito pelo site Royal Pingdom divulgado nesta terça-feira (27).</p>
<p>A China está na primeira colocação, com 420 milhões, seguida por Estados Unidos, com 234,4 milhões, Japão, 99,1 milhões, e Índia, 81 milhões.</p>
<p>Com os dados do Internet World Stats – site que reúne informações relacionadas à internet &#8211; a pesquisa informa que 1,8 bilhões de pessoas acessam à web porém, 1,6 bilhões estão concentrados em dez países.</p>
<p>Os países com maior penetração na rede, ou seja, porcentagem da população que acessa a internet são Reino Unido (82,5%), Coreia do Sul (81,8%), Alemanha (79,1%), Japão (78,2%) e Estados Unidos (76,3%). O levantamento foi baseado apenas em números absolutos.</p>
<p>Para demonstrar que o acesso a web em países populosos é relativo, o Royal Pingdom comparou a quantidade de usuários com o número de habitantes. No Brasil, por exemplo, dos 198,7 milhões de habitantes, 72 milhões são internautas – quase um terço dos brasileiros acessa a rede.</p>
<p>Via <a href="http://www.adnews.com.br/internet/106666.html" target="_blank">Uol/Adnews</a></p>
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		<title>Brasil é o país da América Latina que mais lê notícias na internet</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 00:06:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>matheus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O brasileiro é o internauta da América Latina que mais acessa notícias na web, revela o levantamento da consultoria ComScore. De acordo com o estudo, 65,8% dos usuários brasileiros frequentaram sites de notícia, ou 2,5 pontos percentuais a mais que os argentinos, que ficaram em segundo lugar.
O resultado do Brasil supera a média global, 64,6%, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O brasileiro é o internauta da América Latina que mais acessa notícias na web, revela o levantamento da consultoria ComScore. De acordo com o estudo, 65,8% dos usuários brasileiros frequentaram sites de notícia, ou 2,5 pontos percentuais a mais que os argentinos, que ficaram em segundo lugar.</p>
<p>O resultado do Brasil supera a média global, 64,6%, e fica atrás apenas da América do Norte, onde 96,3% dos internautas acessam sites noticiosos.</p>
<p>Na média latino-americana, 61,4 % dos usuários de internet leem notícias online. Para a ComScore, os internautas da região &#8220;estão se voltando cada vez mais para a web em busca de informação&#8221;.</p>
<p>Com informações da Folha de S. Paulo.</p>
<p>Via Comunique-se</p>
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		<title>Publicidade na web é a mais influente nas compras</title>
		<link>http://webcomtexto.com.br/blog/2010/05/26/publicidade-na-web-e-a-mais-influente-nas-compras/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 May 2010 18:24:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>matheus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Segundo pesquisa da ESPM, em parceria com o Ibope, mais de 45% dos brasileiros consomem depois de ver propagandas online
Uma pesquisa realizada pelo Centro Avançado de Estudos e Pesquisas da ESPM (CAEPM), em parceria com o Ibope Inteligência, constatou que a internet é hoje a ferramenta que mais influencia os consumidores na hora de decidir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_577" class="wp-caption alignleft" style="width: 235px"><img class="size-medium wp-image-577" title="compras_internet" src="http://webcomtexto.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/compras_internet-225x300.jpg" alt="compras_internet" width="225" height="300" /><p class="wp-caption-text">Foto: Getty Images</p></div>
<p><strong>Segundo pesquisa da ESPM, em parceria com o Ibope, mais de 45% dos brasileiros consomem depois de ver propagandas online</strong></p>
<p>Uma pesquisa realizada pelo Centro Avançado de Estudos e Pesquisas da ESPM (CAEPM), em parceria com o Ibope Inteligência, constatou que a internet é hoje a ferramenta que mais influencia os consumidores na hora de decidir pela compra de um produto. No levantamento, apresentado ao iG, foram ouvidas 1,2 mil pessoas de diferentes faixas etárias e regiões do País e mostrou que 46% dos entrevistados adquirem algo após olharem publicidade veiculadas na internet. As recomendações de familiares e amigos, com 26%, ficaram em segundo lugar no ranking de influência. A TV ficou em terceiro, com 21%, e os anúncios veiculados em jornais e revistas ficaram com os 7% restantes.</p>
<p>Na ocasião, os entrevistados responderam a um questionário relatando o que eles adquiriram nos últimos meses e como tomaram conhecimento do produto. Mais de dez itens compuseram a lista da pesquisa, entre eles computadores, celulares, pacotes de viagens, automóveis, geladeiras e artigos esportivos. Todos tiveram a internet como principal meio de influência.</p>
<p>O estudo também mostrou que quanto mais jovem o consumidor, maior o poder da internet na sua decisão de compra. O grupo formado por pessoas entre 25 e 29 anos foi o que mais se mostrou influenciado pelas propagandas online. Cerca de 50% disseram que adquiriram um produto depois de ver anúncios na internet. “Essa é uma tendência e vai se tornar cada vez mais evidente. “Daqui a 20 anos, vamos ter uma geração muito mais consumista e muito mais influenciada pelas propagandas online”, afirma Marcelo Coutinho, professor e pesquisador responsável pelo estudo.<span id="more-578"></span></p>
<p>Segundo ele, o poder da publicidade online sobre os consumidores é enorme e pode ser explicado pela interatividade e dinamismo que o ambiente virtual propicia às pessoas. “Na internet, o consumidor olha a propaganda, compara os preços e efetiva a compra ao mesmo tempo, diferentemente da TV e de qualquer outro meio ”, diz. “Além da interatividade, o Brasil atualmente tem cerca de 45 milhões de pessoas que utilizam a internet regularmente. Muitas vezes, elas passam mais tempo na frente do computador do que da TV”.</p>
<p>Coutinho, no entanto, não desmerece a TV e os outros meios para a veiculação de campanhas publicitárias. Em 2009, mais de 60% dos investimentos do setor foram destinados para as TVs &#8211; para a internet, foram 4,3%. “Não acredito que a internet acabará com as propagandas em TVs, jornais e revista, mas ela se tornará cada vez mais atuante nesse segmento”, afirmou.</p>
<p>A pesquisa, batizada de “Marcas online – os processos de formação sob produtos e serviços na internet”, faz parte de um estudo sobre tendências de consumo e será apresentada no início do próximo mês pela ESPM.</p>
<p>Via <a href="http://economia.ig.com.br/empresas/comercioservicos/publicidade+na+web+e+a+mais+influente+nas+compras/n1237635349567.html" target="_blank">Portal IG</a></p>
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		<title>No Brasil, a preferência das mulheres pela Internet ultrapassa a TV</title>
		<link>http://webcomtexto.com.br/blog/2010/05/10/no-brasil-a-preferencia-das-mulheres-pela-internet-ultrapassa-a-tv/</link>
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		<pubDate>Mon, 10 May 2010 19:07:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>matheus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De acordo com estudo da Sophia Mind, empresa de pesquisa da Bolsa da Mulher, as mulheres representam 47% da audiência de usuários ativos na internet brasileira. Isso significa que elas passam 39 horas semanais na web, contra 21 horas assistindo TV. A pesquisa do Ibope Nielsen Online foi entre os meses de outubro de 2009 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-575" style="margin-right: 8px;" title="Mulher" src="http://webcomtexto.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/mulher-internet-296x300.jpg" alt="Mulher" width="237" height="240" />De acordo com estudo da Sophia Mind, empresa de pesquisa da Bolsa da Mulher, as mulheres representam 47% da audiência de usuários ativos na internet brasileira. Isso significa que elas passam 39 horas semanais na web, contra 21 horas assistindo TV. A pesquisa do Ibope Nielsen Online foi entre os meses de outubro de 2009 e janeiro de 2010.</p>
<p>Os sites preferidos são livrarias, vestuário, cartões, astrologia e sites femininos e para 67% das mulheres, a internet é fonte de informações sobre produtos ou serviços desejados, enquanto que 42% buscam informações em sites de fabricantes e 62% procuram na web dicas sobre o uso dos produtos.</p>
<p>Elas também utilizam a web para pesquisas de preços, ou seja, 70% delas querem encontrar preços e as melhores oportunidades para economizar no momento em que tentam adquirir produtos.<br />
Das mulheres que comentarem experiências de consumo, sejam positivas ou negativas, 60% usaram as redes sociais. Em decorrência da opinião de outras mulheres sobre algum produto, mais da metade delas já comprou algo por indicação em rede social, pois para elas a indicação é fundamental.</p>
<p>Metade das mulheres entrevistadas afirma ter realizado compras pela internet e os principais produtos adquiridos são livros e revista (20%), eletrônicos e informática (18%) e CDs e DVDs (11%). As mulheres cada vez mais compram pela rede e muitas marcas já consideram esta uma prática comum do público feminino.<span id="more-574"></span></p>
<p>A publicidade na internet não incomoda as mulheres de uma forma geral, já que 97% não se importam de receber banners ou e-mails marketing com produtos de interesse, promoção ou cupons de desconto.</p>
<p>As mulheres também utilizam internet para ganhar mais tempo para sim mesma e para a família, lendo conteúdos de interesse, com 80%, notícias, com 78% e algum tipo de diversão representam 68%.</p>
<p>No tocante a redes sociais as mulheres utilizam a internet para contato com familiares e amigos (97%). Muitas acreditam que sites como Orkut são úteis para compartilhar o crescimento dos filhos, sendo que 75% delas usam as redes para mostrar fotos dos filhos e parentes.</p>
<p>O Orkut goza de mais preferência das mulheres, seguido de Sônico, Twitter e Facebook, mas estes meios de comunicação via internet predominam cada vez no cotidiano do público feminino.</p>
<p>As mulheres internautas acreditam que sites como Orkut são úteis para compartilhar o crescimento dos filhos (75% das mães usam as redes para mostrarem fotos dos filhos a parentes) e consideram que as redes sociais facilitam o contato com familiares e amigos (97%).</p>
<p>O Orkut é o mais popular, entre as redes sociais sendo usado por 75% das entrevistadas. Sonico, Twitter e Facebook aparecem na sequência com uma média de 21% de acesso.</p>
<p>Via <a href="http://www.feminal.com.br/2010/05/no-brasil-a-preferencia-das-mulheres-pela-internet-ultrapassa-a-tv/" target="_blank">Admir Gomes / Feminal </a></p>
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		<title>Internet está em 93% das empresas brasileiras</title>
		<link>http://webcomtexto.com.br/blog/2010/05/04/internet-esta-em-93-das-empresas-brasileiras/</link>
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		<pubDate>Tue, 04 May 2010 19:06:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>matheus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os PCs figuram em praticamente todas as empresas brasileiras.  Atualmente, 97% das companhias nacionais utilizam computadores, sendo  que 93% conectam essas máquinas à internet. Contudo, apenas 38% dos  funcionários das organizações operam equipamentos com acesso à rede  mundial.
Os dados são da 5ª edição da pesquisa TIC Empresas, do Comitê Gestor  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span>Os PCs figuram em praticamente todas as empresas brasileiras.  Atualmente, 97% das companhias nacionais utilizam computadores, sendo  que 93% conectam essas máquinas à internet. Contudo, apenas 38% dos  funcionários das organizações operam equipamentos com acesso à rede  mundial.</p>
<p>Os dados são da 5ª edição da pesquisa <a style="text-decoration: underline;" href="http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=67778" target="_blank">TIC Empresas</a>, do Comitê Gestor  da Internet no Brasil (CGI.br), que ouviu 3,7 mil companhias brasileiras  com dez ou mais funcionários durante o ano de 2009. O levantamento não  contempla as verticais de finanças e governo.</p>
<p>De acordo com Alexandre Barbosa, gerente do Centro de Estudos sobre as  Tecnologias da Informação e da Comunicação (CETIC.br), a baixa  penetração da internet para os funcionários das companhias reflete  funções nas quais a web não se faz necessária, como operações de chão de  fábrica, por exemplo.</p>
<p><strong>Em toda a parte<br />
</strong>O acesso remoto a sistemas corporativos avança nas empresas  brasileiras. Segundo o estudo do CGI.br, atualmente, 25% das companhias  com computador disponibilizam o recurso para seus colaboradores. Na  edição de 2008 da pesquisa, o percentual era de 21%.</p>
<p>A evolução nesse tipo de postura mostra-se mais acentuada entre as  companhias consideradas de médio porte. No intervalo de um ano, o acesso  remoto evoluiu 12 pontos percentuais, chegando a 43% ao fim de 2009, no  segmento.</p>
<p>A expansão entre as grandes, no mesmo período, foi de 4 pontos  porcentuais e, entre as pequenas, 2 pontos porcentuais. Os segmentos  fecharam 2009, respectivamente, com 62% e 20%, das empresas permitindo o  acesso remoto.</p>
<p>Via <a href="http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=67780" target="_blank">ITWeb</a></p>
<p></span></p>
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		<title>28% das empresas paulistanas fazem publicidade online</title>
		<link>http://webcomtexto.com.br/blog/2010/04/22/28-das-empresas-paulistanas-fazem-publicidade-online/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 15:33:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>matheus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pesquisa inédita de mapeamento da Internet, realizada para a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e concluída em janeiro de 2010 mostra que quase 30% das companhias paulistanas declaram fazer algum tipo de divulgação ou propaganda online. A pesquisa teve como foco as micro e pequenas empresas.
&#8220;É interessante perceber que o comércio atacadista utiliza mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisa inédita de mapeamento da Internet, realizada para a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e concluída em janeiro de 2010 mostra que quase 30% das companhias paulistanas declaram fazer algum tipo de divulgação ou propaganda online. A pesquisa teve como foco as micro e pequenas empresas.</p>
<p>&#8220;É interessante perceber que o comércio atacadista utiliza mais publicidade on-line do que os outros setores&#8221;, pontua Sandra Turchi, superintendente de Marketing da ACSP. As ações de propaganda online mais utilizadas pelas PMEs paulistanas são, respectivamente, links patrocinados em sites de buscas, banners eletrônicos e e-mail marketing.</p>
<p>Segundo Sandra, hoje em dia, o internauta recorre aos buscadores &#8211; principalmente o Google &#8211; para pesquisar sobre praticamente tudo o que deseja. &#8220;Utilizando links patrocinados, o empresário garante que seus produtos e serviços estejam no topo da página quando alguma palavra-chave for relacionada àquela busca&#8221;, aponta Sandra. &#8220;Figurar no topo das páginas de busca é fundamental para criar visibilidade e fixar a marca, uma vez que os internautas não costumam navegar além da segunda página&#8221;, ressalta a especialista.</p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">&#8220;Além disso, há algumas empresas (8%) que já se preocupam em cadastrar palavras-chave para aparecerem nas buscas orgânicas, ou seja, não apenas nos links patrocinados, pois as buscas orgânicas normalmente geram mais credibilidade para quem está pesquisando algo&#8221;, explica Sandra.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">&#8220;Os banners eletrônicos continuam sendo ferramentas versáteis e práticas para divulgação, bem como o e-mail marketing. Entretanto, esse último atualmente enfrenta uma &#8216;crise de credibilidade&#8217; devido ao crescente e deliberado envio de spams. É importante sempre trabalhar com bases de emails autorizados pelos usuários, ou seja, bases com opt-in&#8221;, alerta Sandra.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">As peças e estratégias de publicidade on-line costumam ser elaboradas dentro das próprias empresas, segundo a pesquisa. &#8220;Normalmente, o tempo e o investimento que as PMEs disponibilizam para ações de comunicação são bem restritos. Realizando as ações internamente, no ponto de vista das empresas, eles otimizam custos e economizam tempo, pois acompanham o trabalho diretamente&#8221;, argumenta Sandra. &#8220;O mesmo vale para o monitoramento de resultados dos anúncios online, que também costuma ser feito com mais freqüência dentro das empresas e diariamente. O ponto negativo disso fica por conta da apuração, que muitas vezes não costuma ser feita de forma adequada pelo fato de muitas vezes a equipe interna não apresentar conhecimentos técnicos específicos do assunto&#8221;, acrescenta a especialista.</div>
<p>Pesquisa inédita de mapeamento da Internet, realizada para a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e concluída em janeiro de 2010 mostra que quase 30% das companhias paulistanas declaram fazer algum tipo de divulgação ou propaganda online. A pesquisa teve como foco as micro e pequenas empresas.</p>
<p>&#8220;É interessante perceber que o comércio atacadista utiliza mais publicidade on-line do que os outros setores&#8221;, pontua Sandra Turchi, superintendente de Marketing da ACSP. As ações de propaganda online mais utilizadas pelas PMEs paulistanas são, respectivamente, links patrocinados em sites de buscas, banners eletrônicos e e-mail marketing.</p>
<p>Segundo Sandra, hoje em dia, o internauta recorre aos buscadores &#8211; principalmente o Google &#8211; para pesquisar sobre praticamente tudo o que deseja. &#8220;Utilizando links patrocinados, o empresário garante que seus produtos e serviços estejam no topo da página quando alguma palavra-chave for relacionada àquela busca&#8221;, aponta Sandra. &#8220;Figurar no topo das páginas de busca é fundamental para criar visibilidade e fixar a marca, uma vez que os internautas não costumam navegar além da segunda página&#8221;, ressalta a especialista.</p>
<p>&#8220;Além disso, há algumas empresas (8%) que já se preocupam em cadastrar palavras-chave para aparecerem nas buscas orgânicas, ou seja, não apenas nos links patrocinados, pois as buscas orgânicas normalmente geram mais credibilidade para quem está pesquisando algo&#8221;, explica Sandra.</p>
<p>&#8220;Os banners eletrônicos continuam sendo ferramentas versáteis e práticas para divulgação, bem como o e-mail marketing. Entretanto, esse último atualmente enfrenta uma &#8216;crise de credibilidade&#8217; devido ao crescente e deliberado envio de spams. É importante sempre trabalhar com bases de emails autorizados pelos usuários, ou seja, bases com opt-in&#8221;, alerta Sandra.</p>
<p>As peças e estratégias de publicidade on-line costumam ser elaboradas dentro das próprias empresas, segundo a pesquisa. &#8220;Normalmente, o tempo e o investimento que as PMEs disponibilizam para ações de comunicação são bem restritos. Realizando as ações internamente, no ponto de vista das empresas, eles otimizam custos e economizam tempo, pois acompanham o trabalho diretamente&#8221;, argumenta Sandra. &#8220;O mesmo vale para o monitoramento de resultados dos anúncios online, que também costuma ser feito com mais freqüência dentro das empresas e diariamente. O ponto negativo disso fica por conta da apuração, que muitas vezes não costuma ser feita de forma adequada pelo fato de muitas vezes a equipe interna não apresentar conhecimentos técnicos específicos do assunto&#8221;, acrescenta a especialista.</p>
<p>Via <a href="http://jbonline.terra.com.br/pextra/2010/04/22/e22046338.asp" target="_blank">JBonline</a></p>
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		<title>Internet passa revista e já é terceira mídia no mundo</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 13:26:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>matheus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já não é novidade dizer que os investimentos em publicidade na internet  seguem crescendo a taxas bem acima da média das outras mídias.
Agora, o Zenith Optimedia apontou que em 2009, pela primeira vez, a  mídia online ultrapassou as revistas no ranking, atraindo investimentos  de US$ 55 bilhões em todo o mundo. Com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já não é novidade dizer que os investimentos em publicidade na internet  seguem crescendo a taxas bem acima da média das outras mídias.</p>
<p>Agora, o Zenith Optimedia apontou que em 2009, pela primeira vez, a  mídia online ultrapassou as revistas no ranking, atraindo investimentos  de US$ 55 bilhões em todo o mundo. Com isso, a internet já é dona de  12,6% do bolo publicitário no planeta, ficando atrás apenas dos jornais,  com 23,1% e da televisão, com 39,4%. As revistas estão agora em quarto  lugar, com 10,3%.</p>
<p>A projeção futura aponta ainda que a mídia online deverá se aproximar  dos jornais já em 2012, ano no qual deverá atingir o share de 17,1% do  bolo, contra 19,4% dos impressos. Naquele ano, a internet deverá atrair  investimentos de US$ 83,9 bilhões, contra US$ 95,4 bilhões dos jornais e  US$ 199,7 bi da televisão. Esta última mídia continuará mostrando sua  força, com participação de 40,6%, que será um pouco superior à atual.</p>
<p><strong>Toada positiva<br />
</strong>De resto, a publicidade mundial parece ter voltado aos trilhos.  As previsões do Zenith indicam que o mercado como um todo deverá  crescer 2,2% em 2010 na comparação com 2009, ano que teve uma queda  próxima a 10%. A expectativa é que os investimentos cheguem à casa de  US$ 456 bilhões em todo o mundo neste ano e que, para os anos seguintes,  o mercado cresça mais 4,1% em 2011 e outros 5,3% em 2012.</p>
<p>No estudo anterior, a Zenith havia apontado uma possibilidade de  crescimento mundial de apenas 0,9%, o que marca o segundo relatório  consecutivo com revisão para cima, após 18 meses revisando para baixo as  expectativas.</p>
<p>Se o estudo for dividido por regiões, a América Latina surge novamente  como destaque, já que após um 2009 com um crescimento irrisório de 0,4%,  2010 promete uma alta de 9,3%, o que fará a região movimentar cerca de  US$ 33 bilhões, com possibilidade de chegar a US$ 38 bi em 2012.</p>
<p>A região com mais dificuldades ainda será a América do Norte, e a  publicidade dos Estados Unidos deverá fechar com receitas abaixo de  2009, cerca de 2% menos. O mercado europeu deverá crescer 0,4%, enquanto  a Ásia subirá na casa de 5,9%. Na verdade, se o Japão for retirado da  lista asiática, o índice salta para 10%, o que colocaria a região como a  melhor de 2010.</p>
<p>Via <a href="http://www.mmonline.com.br/noticias.mm?url=Internet_passa_revista_e_ja_e_terceira_midia_no_mundo&amp;origem=ultimas" target="_blank">m&amp;m online</a></p>
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		<title>Acesso à internet em casa supera lan house no Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 18:20:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>matheus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pela primeira vez desde 2007, mais brasileiros acessam a internet em casa do que em lan houses. Essa é uma das conclusões da 5ª edição da  TIC Domicílios (Pesquisa Sobre Uso das Tecnologias da Informação e da  Comunicação no Brasil), realizada pelo Núcleo de Informação e  Coordenação do Ponto BR (NIC.br) e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span id="SearchKey_Text1">Pela primeira vez desde 2007, mais brasileiros acessam a internet em casa do que em lan houses. Essa é uma das conclusões da 5ª edição da  TIC Domicílios (Pesquisa Sobre Uso das Tecnologias da Informação e da  Comunicação no Brasil), realizada pelo Núcleo de Informação e  Coordenação do Ponto BR (NIC.br) e divulgada nesta terça.</p>
<p>Segundo o estudo, o acesso residencial à internet fez parte de 48%  das respostas, contra 45% das lan houses. Diz ainda a pesquisa que 36%  dos domicílios brasileiros possuíam um computador em 2009, contra apenas  28% do ano anterior. Apenas 5% das residências têm notebooks, e 40% dos  lares contam com telefones fixos. O uso da internet também cresceu, de  20% dos lares para 27%.</p>
<p>Apesar do crescimento do computador e da internet nos domicílios  brasileiros, o equipamento mais presente é a televisão (98% dos lares),  seguida pelo rádio (86%). O celular segue em franco crescimento para  também se tornar um item universal: está em 82% dos lares nas áreas  urbanas e em 78% no total do país, só que 90% das pessoas usam planos  pré-pagos. O NIC.br avalia que as tarifas ainda são caras para as  condições socioeconômicas da população brasileira.</p>
<p>A avaliação anual do NIC.br também considera o uso de ferramentas  eletrônicas para governo e comércio. Diz a pesquisa que 30% daqueles que  acessaram a internet no ano usaram ferramentas de e-Gov, contra 25% em  2008.</p>
<p>Na zona rural, apenas 10% usam alguma ferramenta de acesso ao  governo. Já no comércio eletrônico, 52% das pessoas consultam preços  online, mas 19% em todo o país compram efetivamente algo pela internet.  Segundo o NIC.br, uma das questões para a pouca compra online é  cultural: o brasileiro prefere ver o produto antes de fechar a compra &#8211;  26% das respostas ainda indicam preocupação com segurança ou  privacidade.</p>
<p>Via <a href="http://zumonoticias.com.br/" target="_blank">Zumo Notícias</a></p>
<p></span></p>
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		<title>Como a Internet Mudou a Propaganda</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 14:31:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>matheus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vídeo muito legal, criado pela Studio Epipheo, contado uma breve história da comunicação até a criação da Internet e como ela tem mudado nossa maneira de se comunicar. Não há muito que escrever sobre o vídeo abaixo, ele falar por si só.

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Vídeo muito legal, criado pela <a href="http://www.epipheostudios.com/" target="_blank">Studio Epipheo</a>, contado uma breve história da comunicação até a criação da Internet e como ela tem mudado nossa maneira de se comunicar. Não há muito que escrever sobre o vídeo abaixo, ele falar por si só.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/8lWcnK5Cbyc&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/8lWcnK5Cbyc&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
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		<title>Mais de 80% das donas de casa brasileiras acessam a web diariamente</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Mar 2010 13:38:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>matheus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira revelou  que 83% das donas de casa do Brasil que pertencem à classe C entram na  internet diariamente. De acordo com o levantamento realizado pelas  empresas Multifocus e Predicta, 40% delas passam mais de duas horas  on-line.
O estudo feito com mulheres de 25 a 49 anos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span>Uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira revelou  que 83% das donas de casa do Brasil que pertencem à classe C entram na  internet diariamente. De acordo com o levantamento realizado pelas  empresas Multifocus e Predicta, 40% delas passam mais de duas horas  on-line.</p>
<p>O estudo feito com mulheres de 25 a 49 anos mostrou  ainda que os hábitos das mulheres brasileiras mudaram. Das  entrevistadas, 66% confessaram que estão lendo menos livros e 60% disse  que fazem mais pesquisas em lojas da web e não mais em estabelecimentos  físicos.</p>
<p>Realizada em dezembro, a pesquisa foi feita em 11 dias e  foram registrados 94.250 acessos em 2.700 endereços diferentes. Ainda  de acordo com o levantamento, 23% das mulheres já criaram ao menos uma  comunidade, 33% consideram a internet um passatempo melhor do que a  televisão, 78% se sentem mais globalizadas na web, 15% chegam a se  sentir mais inteligentes e 26% declaram se sentir totalmente seguras em  fazer compras on-line.</p>
<p>Entre os sites de relacionamento, o Orkut  foi o mais visitado, com 94% dos acessos &#8211; 86% das entrevistadas  participam de alguma rede social. Dos sites de informação, apenas 10%  eram portais, jornais ou revistas, enquanto buscadores foram  responsáveis por 56% das visitas.<br />
</span><br />
Via <a href="http://www.band.com.br/jornalismo/tecnologia/conteudo.asp?ID=280784" target="_blank">eBand</a>.</p>
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