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	<title>Blog da Webcomtexto &#187; ecommerce</title>
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		<title>Publicidade na web é a mais influente nas compras</title>
		<link>http://webcomtexto.com.br/blog/2010/05/26/publicidade-na-web-e-a-mais-influente-nas-compras/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 May 2010 18:24:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>matheus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Segundo pesquisa da ESPM, em parceria com o Ibope, mais de 45% dos brasileiros consomem depois de ver propagandas online
Uma pesquisa realizada pelo Centro Avançado de Estudos e Pesquisas da ESPM (CAEPM), em parceria com o Ibope Inteligência, constatou que a internet é hoje a ferramenta que mais influencia os consumidores na hora de decidir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_577" class="wp-caption alignleft" style="width: 235px"><img class="size-medium wp-image-577" title="compras_internet" src="http://webcomtexto.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/compras_internet-225x300.jpg" alt="compras_internet" width="225" height="300" /><p class="wp-caption-text">Foto: Getty Images</p></div>
<p><strong>Segundo pesquisa da ESPM, em parceria com o Ibope, mais de 45% dos brasileiros consomem depois de ver propagandas online</strong></p>
<p>Uma pesquisa realizada pelo Centro Avançado de Estudos e Pesquisas da ESPM (CAEPM), em parceria com o Ibope Inteligência, constatou que a internet é hoje a ferramenta que mais influencia os consumidores na hora de decidir pela compra de um produto. No levantamento, apresentado ao iG, foram ouvidas 1,2 mil pessoas de diferentes faixas etárias e regiões do País e mostrou que 46% dos entrevistados adquirem algo após olharem publicidade veiculadas na internet. As recomendações de familiares e amigos, com 26%, ficaram em segundo lugar no ranking de influência. A TV ficou em terceiro, com 21%, e os anúncios veiculados em jornais e revistas ficaram com os 7% restantes.</p>
<p>Na ocasião, os entrevistados responderam a um questionário relatando o que eles adquiriram nos últimos meses e como tomaram conhecimento do produto. Mais de dez itens compuseram a lista da pesquisa, entre eles computadores, celulares, pacotes de viagens, automóveis, geladeiras e artigos esportivos. Todos tiveram a internet como principal meio de influência.</p>
<p>O estudo também mostrou que quanto mais jovem o consumidor, maior o poder da internet na sua decisão de compra. O grupo formado por pessoas entre 25 e 29 anos foi o que mais se mostrou influenciado pelas propagandas online. Cerca de 50% disseram que adquiriram um produto depois de ver anúncios na internet. “Essa é uma tendência e vai se tornar cada vez mais evidente. “Daqui a 20 anos, vamos ter uma geração muito mais consumista e muito mais influenciada pelas propagandas online”, afirma Marcelo Coutinho, professor e pesquisador responsável pelo estudo.<span id="more-578"></span></p>
<p>Segundo ele, o poder da publicidade online sobre os consumidores é enorme e pode ser explicado pela interatividade e dinamismo que o ambiente virtual propicia às pessoas. “Na internet, o consumidor olha a propaganda, compara os preços e efetiva a compra ao mesmo tempo, diferentemente da TV e de qualquer outro meio ”, diz. “Além da interatividade, o Brasil atualmente tem cerca de 45 milhões de pessoas que utilizam a internet regularmente. Muitas vezes, elas passam mais tempo na frente do computador do que da TV”.</p>
<p>Coutinho, no entanto, não desmerece a TV e os outros meios para a veiculação de campanhas publicitárias. Em 2009, mais de 60% dos investimentos do setor foram destinados para as TVs &#8211; para a internet, foram 4,3%. “Não acredito que a internet acabará com as propagandas em TVs, jornais e revista, mas ela se tornará cada vez mais atuante nesse segmento”, afirmou.</p>
<p>A pesquisa, batizada de “Marcas online – os processos de formação sob produtos e serviços na internet”, faz parte de um estudo sobre tendências de consumo e será apresentada no início do próximo mês pela ESPM.</p>
<p>Via <a href="http://economia.ig.com.br/empresas/comercioservicos/publicidade+na+web+e+a+mais+influente+nas+compras/n1237635349567.html" target="_blank">Portal IG</a></p>
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		<title>Internautas compram mais de marcas presentes em redes sociais</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 13:03:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>matheus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Além do e-commerce, as redes sociais estão mudando os hábitos dos  consumidores com relação à compra. Uma pesquisa feita pelas empresas  Chadwick Martin Bailey e iModerate mostra que mais de 60% dos usuários  do Twitter ficam mais interessados em comprar produtos de marcas que  eles seguem no microblog.
Já no Facebook, 50% [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Além do e-commerce, as redes sociais estão mudando os hábitos dos  consumidores com relação à compra. Uma pesquisa feita pelas empresas  Chadwick Martin Bailey e iModerate mostra que mais de 60% dos usuários  do Twitter ficam mais interessados em comprar produtos de marcas que  eles seguem no microblog.</p>
<p>Já no Facebook, 50% dos usuários pensam da mesma forma com relação às  marcas às quais são fãs. Além disso, o estudo ainda aponta para o fato  de que estes internautas indicam os produtos e serviços 80% a mais do  que os consumidores em geral.</p>
<p>Um dos motivos que os fazem acessar  a página destas marcas e tornarem-se mais próximos delas é adquirir  descontos, participar de promoções ou serem informados sobre novidades  da marca em primeira mão. Porém, é preciso ter cuidado para que as  informações sobre os produtos não passe dos limites que o consumidor  estabelece como aceitável.</p>
<p>Via <a href="http://portalexame.abril.com.br/marketing/noticias/internautas-compram-mais-marcas-presentes-redes-sociais-546872.html" target="_blank">Exame</a> / Mundo do Mkt</p>
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		<title>Confiança do consumidor em lojas virtuais no Brasil atingiu 86,3% em 2009</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 19:15:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>matheus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O índice de confiança nas lojas virtuais brasileiras em 2009 foi de 86,3% em média, informou nesta quarta-feira (3/2) a empresa de pesquisa em comércio eletrônico e-bit.
Para chegar a esse índice, que reflete a média dos índices mensais, o e-bit coletou mais de 1,4 milhão de questionários entre janeiro e dezembro do ano passado.
Os dados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O índice de confiança nas lojas virtuais brasileiras em 2009 foi de 86,3% em média, informou nesta quarta-feira (3/2) a empresa de pesquisa em comércio eletrônico e-bit.</p>
<p>Para chegar a esse índice, que reflete a média dos índices mensais, o e-bit coletou mais de 1,4 milhão de questionários entre janeiro e dezembro do ano passado.</p>
<p>Os dados mensais revelam que o índice mais baixo foi o de fevereiro (85,59%) e o mais alto, de agosto (87,29%). Em dezembro, a satisfação ficou em 85,98%, abaixo da média. Como o índice foi criado no ano passado, não há dados comparativos de 2008.</p>
<p>Desenvolvido em parceria com o Movimento Internet Segura, da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, o Índice de Confiança do e-consumidor mede a satisfação dos pesquisados com o desempenho das lojas virtuais.</p>
<p>Via <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/02/03/confianca-do-consumidor-em-lojas-virtuais-no-brasil-atingiu-86-3-em-2009/" target="_blank">IDGNow!</a></p>
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		<title>Comércio online no Brasil cresce, se diversifica e já movimenta mais de R$ 10 bi por ano</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 12:12:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>matheus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estudo do Comitê Gestor da Internet no Brasil mostra que 16% dos brasileiros que acessam a internet fazem compras pela rede. Olhando assim, a fatia parece magra, mas são quase dez milhões de pessoas clicando e comprando muito. Só no Natal, foi R$ 1,6 bilhão em mercadorias, de acordo com a e-bit, empresa que monitora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estudo do Comitê Gestor da Internet no Brasil mostra que 16% dos brasileiros que acessam a internet fazem compras pela rede. Olhando assim, a fatia parece magra, mas são quase dez milhões de pessoas clicando e comprando muito. Só no Natal, foi R$ 1,6 bilhão em mercadorias, de acordo com a e-bit, empresa que monitora o setor. Fechando os dados, deve-se chegar a R$ 10,5 bilhões gastos na web em 2009 &#8211; isso sem considerar compras de alimentos, passagens aéreas, carros e transações em sites de leilão, mostra reportagem publicada neste domingo pela &#8216;Revista&#8217; do jornal o GLOBO.</p>
<p>- O brasileiro é arrojado, gosta de novidade. O comércio eletrônico vem crescendo bem mais do que o tradicional. E, enquanto a inclusão digital avança, as tendências empurram o consumidor para o online. É o trânsito difícil, a falta de vaga para se estacionar&#8230; &#8211; avalia Demi Getschko, um dos pensadores da internet no Brasil e diretor-presidente do NIC.br (entidade que toca projetos criados pelo Comitê Gestor).</p>
<p>Até 2008, 61% dos brasileiros nunca haviam acessado a internet, segundo o Comitê Gestor da Internet no Brasil. Dos que acessam, faltam 58 milhões consumidores para fisgar. Segundo o Comitê Gestor, a principal barreira para o comércio online é cultural. A maioria (56%) dos que não compram dizem que preferem ver o produto de perto. Deve ser por isso que, ao contrário dos americanos, tão acostumados a comprar por catálogo, muitos de nós evitamos roupas na web.</p>
<p>Pois isso já começa a mudar. Um estudo do Mercado Livre, o supersite de vendas e leilões online, com 40,2 milhões de usuários em 12 países, mostra que o Brasil está entrando numa terceira onda de consumo online, geralmente observada em mercados maduros. A primeira onda seria a da compra de produtos baratos (CDs, DVDs, livros), que costumam ser as aventuras iniciais no &gt;ita&lt;webshopping. A segunda onda seria a do consumo de tecnologia e informática, com preços um pouco maiores. E a terceira seria justamente a busca por produtos ligados a estilo de vida, como roupas, cosméticos e itens para casa.</p>
<p>Foi assim com a arquiteta Cristiana Braga e o designer Raphael Comber Sales. Ela começou com um CD, comprado na gigante Amazon.com. Ele, com um livro. Hoje, compram tudo.</p>
<p>- É mais cômodo e econômico &#8211; ela diz.</p>
<p>Raphael já comprou equipamento de escalada, câmera fotográfica, notebook, vários acessórios de computador. E já vendeu relógio, caixa de óculos, câmera, casaco e até carro.</p>
<p>- Muita gente ainda tem medo de usar o cartão de crédito na internet. Nunca tive problema, mas fui clonado em posto de gasolina e restaurante &#8211; ele conta, enquanto embrulha mais um casaco vendido pela web.</p>
<p>- Roupa sem uso não para mais aqui em casa &#8211; brinca Cristiana.</p>
<p>Diante das várias e várias páginas de vendas, muita gente ainda prefere ficar só observando. Ou quase. Segundo o Comitê Gestor da Internet no Brasil, 44% dos internautas acessam a rede para pesquisar preços. A maioria se informa na web para depois fechar o negócio na loja física. Outra grande mudança é onde se compra. Antes praticamente restrito às grandes empresas, o comércio já é disputadíssimo por micro, pequenas e médias. Elas são mais de 60 mil. E abocanham pelo menos 10% do varejo na web.</p>
<p>Via <a href="http://extra.globo.com/economia/materias/2010/01/24/comercio-online-no-brasil-cresce-se-diversifica-ja-movimenta-mais-de-10-bi-por-ano-915695132.asp" target="_blank">Extra/O Globo</a></p>
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