<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Blog da Webcomtexto &#187; ecommerce</title>
	<atom:link href="http://webcomtexto.com.br/blog/tag/ecommerce/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://webcomtexto.com.br/blog</link>
	<description>Só mais um blog do WordPress</description>
	<lastBuildDate>Fri, 03 Feb 2012 12:44:06 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.5</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Trending Topics da Webcomtexto em 2011</title>
		<link>http://webcomtexto.com.br/blog/2011/12/21/trending-topics-das-webcomtexto-em-2011/</link>
		<comments>http://webcomtexto.com.br/blog/2011/12/21/trending-topics-das-webcomtexto-em-2011/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Dec 2011 23:41:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>matheus</dc:creator>
				<category><![CDATA[infográficos]]></category>
		<category><![CDATA[números]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhos]]></category>
		<category><![CDATA[webcomtexto]]></category>
		<category><![CDATA[2011]]></category>
		<category><![CDATA[a rede social]]></category>
		<category><![CDATA[apple]]></category>
		<category><![CDATA[chrome]]></category>
		<category><![CDATA[domínios]]></category>
		<category><![CDATA[ecommerce]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[fatos]]></category>
		<category><![CDATA[flash]]></category>
		<category><![CDATA[html5]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[ipad]]></category>
		<category><![CDATA[iTunes]]></category>
		<category><![CDATA[netflix]]></category>
		<category><![CDATA[orkut]]></category>
		<category><![CDATA[papa]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[retrospectiva]]></category>
		<category><![CDATA[steve jobs]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[trending topic]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://webcomtexto.com.br/blog/?p=1191</guid>
		<description><![CDATA[Compartilhamos um infográfico com os fatos mais relevantes para nós em 2011. Feliz ano novo!

Caso queira ampliar, clique na imagem.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Compartilhamos um infográfico com os fatos mais relevantes para nós em 2011. Feliz ano novo!<span id="more-1191"></span><br />
<em><br />
<span style="color: #888888;">Caso queira ampliar, clique na imagem.</span></em></p>
<p><a href="http://webcomtexto.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/fimdeano.jpg" target="_blank"><img class="size-full wp-image-1193  alignnone" title="Clique para ampliar" src="http://webcomtexto.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/fimdeano_pq.jpg" alt="fimdeano_pq" width="500" height="2930" /></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://webcomtexto.com.br/blog/2011/12/21/trending-topics-das-webcomtexto-em-2011/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>54% dos brasileiros gastam entre R$ 100 e R$ 500 na web</title>
		<link>http://webcomtexto.com.br/blog/2011/11/28/54-dos-brasileiros-gastam-entre-r-100-e-r-500-na-web/</link>
		<comments>http://webcomtexto.com.br/blog/2011/11/28/54-dos-brasileiros-gastam-entre-r-100-e-r-500-na-web/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 13:28:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>matheus</dc:creator>
				<category><![CDATA[ecommerce]]></category>
		<category><![CDATA[números]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[brasileiros]]></category>
		<category><![CDATA[compras]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor moderno]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[hábito]]></category>
		<category><![CDATA[hot news]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[pagamento online]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://webcomtexto.com.br/blog/?p=1172</guid>
		<description><![CDATA[
Os usuários de internet já incluíram definitivamente as compras online em seus hábitos de consumo. No Brasil, mais da metade dos internautas que compram pela rede &#8211; 54,2% &#8211; têm um gasto médio entre R$ 100 e R$ 500 em cada compra que realiza utilizando as plataformas de pagamento online, enquanto 21,6% estariam dispostos a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-medium wp-image-1173 alignleft" style="margin: 0px 8px 5px 0px;" title="ecommerce-cart1" src="http://webcomtexto.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/ecommerce-cart1-300x220.jpg" alt="." width="192" height="141" /></p>
<p>Os usuários de internet já incluíram definitivamente as compras online em seus hábitos de consumo. No Brasil, mais da metade dos internautas que compram pela rede &#8211; 54,2% &#8211; têm um gasto médio entre R$ 100 e R$ 500 em cada compra que realiza utilizando as plataformas de pagamento online, enquanto 21,6% estariam dispostos a desembolsar mais do R$ 1,5 mil.</p>
<p>Leia a matéria completa no <a href="http://consumidormoderno.uol.com.br/hot-news/54-dos-brasileiros-gastam-entre-r-100-e-r-500-na-web" target="_blank">Consumidor Moderno</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://webcomtexto.com.br/blog/2011/11/28/54-dos-brasileiros-gastam-entre-r-100-e-r-500-na-web/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O seu negócio realmente pode dar-se ao luxo de não ter um website?</title>
		<link>http://webcomtexto.com.br/blog/2011/07/11/o-seu-negocio-realmente-pode-dar-se-ao-luxo-de-nao-ter-um-website/</link>
		<comments>http://webcomtexto.com.br/blog/2011/07/11/o-seu-negocio-realmente-pode-dar-se-ao-luxo-de-nao-ter-um-website/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2011 14:15:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>matheus</dc:creator>
				<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[posts interessantes]]></category>
		<category><![CDATA[ecommerce]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[investimento]]></category>
		<category><![CDATA[negócio]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[website]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://webcomtexto.com.br/blog/?p=1084</guid>
		<description><![CDATA[




Veja abaixo cinco mitos comuns associados ao sucesso online:
1. Não sei como poderia usar o meu website
Um bom site comercial pode favorecê-lo de muitas formas. Para começar, pode, por exemplo, ajudá-lo a apresentar uma imagem mais profissional e sólida do seu negócio. O website é uma ótima maneira de manter contato com os clientes, divulgar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp">
<dl id="attachment_1085" class="wp-caption alignleft" style="width: 250px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-medium wp-image-1085 " title="woman-cooking-internet-kitchen" src="http://webcomtexto.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/woman-cooking-internet-kitchen-300x199.jpg" alt="." width="240" height="159" /></dt>
</dl>
</div>
<p>Veja abaixo cinco mitos comuns associados ao sucesso online:</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>1. Não sei como poderia usar o meu website</strong></span></p>
<p>Um bom site comercial pode favorecê-lo de muitas formas. Para começar, pode, por exemplo, ajudá-lo a apresentar uma imagem mais profissional e sólida do seu negócio. O website é uma ótima maneira de manter contato com os clientes, divulgar informações sobre seus produtos e soluções e vender produtos online. Pode ser seu primeiro ponto de contato com clientes atuais e potenciais, investidores e até mesmo as pessoas que você deseja contratar. Pense no seu site como um cartão de visita em ação 24 horas por dia, sete dias por semana, associado à presença de sua marca em redes sociais.<span id="more-1084"></span></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>2. Minha organização é pequena demais para ter um website</strong></span></p>
<p>Uma pequena empresa que se equilibra entre “tentar alcançar um número suficiente de pessoas para fazer o negócio crescer” e “dar conta do trabalho atual” é uma boa candidata a ter um website.</p>
<p>Vamos imaginar que um designer seja proprietário de uma loja de móveis com uma bela seleção de armários, mesas, gabinetes, sofás e produtos do gênero. Como a loja não está localizada no coração da cidade e o proprietário está ocupado criando projetos e recebendo as mercadorias confeccionadas para seus clientes atuais, ele não sabe o que fazer para prospectar sua próxima leva de clientes.</p>
<p>Por coincidência, está acontecendo uma exposição na cidade e o designer desembolsa uma grande soma de dinheiro por um estande para exibir seus produtos. Muitas pessoas conhecem e gostam dos seus projetos, mas não estão preparadas para tomar uma decisão de compra imediatamente.</p>
<p>Se o proprietário da loja de móveis tivesse um website onde seus trabalhos fossem exibidos regularmente, ele poderia passar o endereço do site a pessoas interessadas e transformá-las em clientes através desses contatos.</p>
<p>O dono da loja de móveis também poderia usar seu website para manter contato com os clientes já existentes, informando-os sobre seus novos projetos. Além de receber e responder dúvidas de clientes a respeito de atualizações.<br />
<span style="color: #ff6600;"><br />
<strong>3. Não tenho conhecimento profundo de tecnologia</strong></span></p>
<p>Você não precisa conhecer tecnologia a fundo para que sua organização tenha um website.</p>
<p>Veja os princípios básicos que você precisa saber.</p>
<p>Um site, em sua forma mais simples, pode ser um folder da sua empresa na Internet. As páginas deste folheto digital são chamadas de páginas web.</p>
<p>Depois que você decide qual conteúdo deseja colocar nas páginas web e o que você quer que o seu website faça pelo seu negócio, um webdesigner pode ajudá-lo a criar o site.</p>
<p>Há também algumas ferramentas online para desenvolvimento de websites que são fáceis de usar. Com essas ferramentas, você pode criar um site simples em um curto espaço de tempo.</p>
<p>Depois disso, é hora de colocar o website para funcionar na Internet. Nesta etapa, você trabalha com uma empresa de hospedagem. Além de tornar o site disponível na Internet, a empresa de hospedagem ajudará você a adquirir e registrar um endereço na web (nome de domínio) para seu website. Este endereço na web torna o site acessível em praticamente qualquer lugar do mundo. A escolha certa do nome de domínio aumenta sua visibilidade na Internet.</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>4. Não tenho verba para pagar por um website</strong></span></p>
<p>É importante ter em mente que o custo inicial de montagem de um site é um investimento. Entretanto, qualquer negócio adicional gerado pelo site deverá ser suficiente para pagar os custos contínuos de manutenção.</p>
<p>Existem custos básicos que você, como proprietário de um negócio, precisará levar em conta para ter e manter um website.</p>
<p>- Nome de domínio e hospedagem do seu site</p>
<p>Para registrar um nome de domínio você pode visitar o website de um distribuidor autorizado, como os muitos parceiros da VeriSign. O período mínimo de registro de um nome de domínio é de um ano.</p>
<p>Há muitos tipos de planos de hospedagem disponíveis. Você pode visitar o site de um distribuidor autorizado para obter detalhes e custos de um plano de hospedagem.</p>
<p>- Design do seu site</p>
<p>O custo de projetar e desenvolver o website dependerá das suas necessidades. Existem ferramentas online fáceis de usar para construção de sites. Com essas ferramentas, você pode criar um website simples em um curto espaço de tempo.</p>
<p>Para projetos maiores e mais complexos, no entanto, há a opção de contratar um especialista. Desde um projeto muito básico, como um website com conteúdo informativo e algumas fotos, a um portal com muitas funcionalidades, como busca e pagamento online, há opções em todas as faixas de preço.<br />
<strong><br />
<span style="color: #ff6600;">5. Já tenho bastante trabalho no momento</span></strong></p>
<p>Os websites não visam apenas a conquista de novos negócios. Na verdade, também ajudam a construir e manter boas relações com os clientes – um elemento fundamental para o sucesso do negócio a longo prazo. Uma das vantagens mais convenientes e benéficas de ter um site é que ele está disponível mesmo fora do horário comercial ou quando não há ninguém para atender o telefone. Pode-se evitar a perda de clientes no final do expediente ou no feriado. Agora você pode direcioná-los ao site para obter informações. Potenciais clientes podem visitar o site 24 horas por dia, sete dias por semana, para descobrir informações como o horário do expediente, mapas e direções, nomes e números de contato. Também podem fazer compras quando for mais adequado para eles. Se você realiza vendas online, os clientes podem fazer pedidos até mesmo enquanto você está dormindo! Seu site trabalhará por você além do seu horário comercial.</p>
<p>Atualmente, ter um website pode ser uma vantagem importante. Ele oferece conveniência, dá credibilidade e é uma das formas mais acessíveis de publicidade – trabalhando em seu benefício 24 horas por dia, sete dias por semana.</p>
<p>Um site é um meio de se comunicar com milhões de usuários de Internet que navegam na web e podem estar interessados em sua empresa e produto. Em comparação a outras formas de publicidade que podem ter custos elevados, um website torna você visível para seus clientes e parceiros de maneira simples e econômica. Diante do crescimento do número de internautas e de compras realizadas online, pergunte a si mesmo: o seu negócio realmente pode dar-se ao luxo de não ter um website?<br />
<strong></strong></p>
<p><strong><br />
Fonte:<br />
</strong>Erica Saito &#8211; Computer World<br />
<span style="color: #808080;"><em>Erica Saito é Gerente Regional de Estratégia de Negócios para a América Latina da VeriSign.</em></span></p>
<p>Veja o post original no <strong><a href="http://computerworld.uol.com.br/negocios/2011/07/10/cinco-mitos-associados-ao-sucesso-online/" target="_blank">link</a>.</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://webcomtexto.com.br/blog/2011/07/11/o-seu-negocio-realmente-pode-dar-se-ao-luxo-de-nao-ter-um-website/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Redes sociais influenciam nas decisões de compra de 25% dos usuários de internet</title>
		<link>http://webcomtexto.com.br/blog/2010/11/08/redes-sociais-influenciam-nas-decisoes-de-compra-de-25-dos-usuarios-de-internet/</link>
		<comments>http://webcomtexto.com.br/blog/2010/11/08/redes-sociais-influenciam-nas-decisoes-de-compra-de-25-dos-usuarios-de-internet/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Nov 2010 12:14:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>matheus</dc:creator>
				<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[celular]]></category>
		<category><![CDATA[commenters]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[compras]]></category>
		<category><![CDATA[curators]]></category>
		<category><![CDATA[ecommerce]]></category>
		<category><![CDATA[ibope]]></category>
		<category><![CDATA[producers]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[sharers]]></category>
		<category><![CDATA[watchers]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://webcomtexto.com.br/blog/?p=725</guid>
		<description><![CDATA[




As redes sociais ajudam nas decisões de compra de 25% dos usuários de internet, segundo pesquisa do Ibope Mídia. Na região metropolitana do Rio de Janeiro, por exemplo, esse percentual sobe para 33%.
O estudo, realizado com 8.561 pessoas de dez anos de idade ou mais, em 11 regiões metropolitanas do País, mostrou ainda que 20% [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp">
<dl id="attachment_726" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-medium wp-image-726" title="cartao-credito" src="http://webcomtexto.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/cartao-credito-300x202.jpg" alt="." width="300" height="202" /></dt>
</dl>
</div>
<p>As redes sociais ajudam nas decisões de compra de 25% dos usuários de internet, segundo pesquisa do Ibope Mídia. Na região metropolitana do Rio de Janeiro, por exemplo, esse percentual sobe para 33%.</p>
<p>O estudo, realizado com 8.561 pessoas de dez anos de idade ou mais, em 11 regiões metropolitanas do País, mostrou ainda que 20% desses internautas afirmaram que compraram um celular ou mudaram seus planos de telefonia para acessar redes sociais com mais facilidade.</p>
<p>A maior parte dos entrevistados aprova ações de mercas nas redes sociais, afirmando se sentir confortáveis quanto às empresas usarem as redes para divulgar seus produtos ou serviços. Eles também aceitam facilmente as empresas a usar redes para analisar o comportamento dos consumidores e se comunicar com eles.</p>
<p><strong><span id="more-725"></span>Comportamento</strong></p>
<p>O estudo mostrou ainda que quase todos os usuários (96%) são os internautas do tipo “watchers”, que assistem, lêem e ouvem conteúdo nas redes sociais. Também 83% são “sharers”, que compartilham conteúdos.</p>
<p>Em menor proporção, estão os “commenters”: 44% dos internautas brasileiros avaliam, comentam e participam dos conteúdos, enquanto 33% são “producers”, que publicam, mantêm e criam conteúdo e apenas 10% são “curators”, que editam, moderam e influenciam nas redes.</p>
<p>Via <a href="http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/infomoney/2010/11/05/redes-sociais-influenciam-nas-decisoes-de-compra-de-25-dos-usuarios-de-internet.jhtm" target="_blank">Infomoney</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://webcomtexto.com.br/blog/2010/11/08/redes-sociais-influenciam-nas-decisoes-de-compra-de-25-dos-usuarios-de-internet/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Publicidade na web é a mais influente nas compras</title>
		<link>http://webcomtexto.com.br/blog/2010/05/26/publicidade-na-web-e-a-mais-influente-nas-compras/</link>
		<comments>http://webcomtexto.com.br/blog/2010/05/26/publicidade-na-web-e-a-mais-influente-nas-compras/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 26 May 2010 18:24:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>matheus</dc:creator>
				<category><![CDATA[ecommerce]]></category>
		<category><![CDATA[números]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[espm]]></category>
		<category><![CDATA[ibope]]></category>
		<category><![CDATA[ig]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade online]]></category>
		<category><![CDATA[tv]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://webcomtexto.com.br/blog/?p=578</guid>
		<description><![CDATA[Segundo pesquisa da ESPM, em parceria com o Ibope, mais de 45% dos brasileiros consomem depois de ver propagandas online
Uma pesquisa realizada pelo Centro Avançado de Estudos e Pesquisas da ESPM (CAEPM), em parceria com o Ibope Inteligência, constatou que a internet é hoje a ferramenta que mais influencia os consumidores na hora de decidir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_577" class="wp-caption alignleft" style="width: 235px"><img class="size-medium wp-image-577" title="compras_internet" src="http://webcomtexto.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/compras_internet-225x300.jpg" alt="compras_internet" width="225" height="300" /><p class="wp-caption-text">Foto: Getty Images</p></div>
<p><strong>Segundo pesquisa da ESPM, em parceria com o Ibope, mais de 45% dos brasileiros consomem depois de ver propagandas online</strong></p>
<p>Uma pesquisa realizada pelo Centro Avançado de Estudos e Pesquisas da ESPM (CAEPM), em parceria com o Ibope Inteligência, constatou que a internet é hoje a ferramenta que mais influencia os consumidores na hora de decidir pela compra de um produto. No levantamento, apresentado ao iG, foram ouvidas 1,2 mil pessoas de diferentes faixas etárias e regiões do País e mostrou que 46% dos entrevistados adquirem algo após olharem publicidade veiculadas na internet. As recomendações de familiares e amigos, com 26%, ficaram em segundo lugar no ranking de influência. A TV ficou em terceiro, com 21%, e os anúncios veiculados em jornais e revistas ficaram com os 7% restantes.</p>
<p>Na ocasião, os entrevistados responderam a um questionário relatando o que eles adquiriram nos últimos meses e como tomaram conhecimento do produto. Mais de dez itens compuseram a lista da pesquisa, entre eles computadores, celulares, pacotes de viagens, automóveis, geladeiras e artigos esportivos. Todos tiveram a internet como principal meio de influência.</p>
<p>O estudo também mostrou que quanto mais jovem o consumidor, maior o poder da internet na sua decisão de compra. O grupo formado por pessoas entre 25 e 29 anos foi o que mais se mostrou influenciado pelas propagandas online. Cerca de 50% disseram que adquiriram um produto depois de ver anúncios na internet. “Essa é uma tendência e vai se tornar cada vez mais evidente. “Daqui a 20 anos, vamos ter uma geração muito mais consumista e muito mais influenciada pelas propagandas online”, afirma Marcelo Coutinho, professor e pesquisador responsável pelo estudo.<span id="more-578"></span></p>
<p>Segundo ele, o poder da publicidade online sobre os consumidores é enorme e pode ser explicado pela interatividade e dinamismo que o ambiente virtual propicia às pessoas. “Na internet, o consumidor olha a propaganda, compara os preços e efetiva a compra ao mesmo tempo, diferentemente da TV e de qualquer outro meio ”, diz. “Além da interatividade, o Brasil atualmente tem cerca de 45 milhões de pessoas que utilizam a internet regularmente. Muitas vezes, elas passam mais tempo na frente do computador do que da TV”.</p>
<p>Coutinho, no entanto, não desmerece a TV e os outros meios para a veiculação de campanhas publicitárias. Em 2009, mais de 60% dos investimentos do setor foram destinados para as TVs &#8211; para a internet, foram 4,3%. “Não acredito que a internet acabará com as propagandas em TVs, jornais e revista, mas ela se tornará cada vez mais atuante nesse segmento”, afirmou.</p>
<p>A pesquisa, batizada de “Marcas online – os processos de formação sob produtos e serviços na internet”, faz parte de um estudo sobre tendências de consumo e será apresentada no início do próximo mês pela ESPM.</p>
<p>Via <a href="http://economia.ig.com.br/empresas/comercioservicos/publicidade+na+web+e+a+mais+influente+nas+compras/n1237635349567.html" target="_blank">Portal IG</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://webcomtexto.com.br/blog/2010/05/26/publicidade-na-web-e-a-mais-influente-nas-compras/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Internautas compram mais de marcas presentes em redes sociais</title>
		<link>http://webcomtexto.com.br/blog/2010/04/09/internautas-compram-mais-de-marcas-presentes-em-redes-sociais/</link>
		<comments>http://webcomtexto.com.br/blog/2010/04/09/internautas-compram-mais-de-marcas-presentes-em-redes-sociais/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 13:03:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>matheus</dc:creator>
				<category><![CDATA[ecommerce]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[números]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[microblog]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://webcomtexto.com.br/blog/?p=557</guid>
		<description><![CDATA[Além do e-commerce, as redes sociais estão mudando os hábitos dos  consumidores com relação à compra. Uma pesquisa feita pelas empresas  Chadwick Martin Bailey e iModerate mostra que mais de 60% dos usuários  do Twitter ficam mais interessados em comprar produtos de marcas que  eles seguem no microblog.
Já no Facebook, 50% [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Além do e-commerce, as redes sociais estão mudando os hábitos dos  consumidores com relação à compra. Uma pesquisa feita pelas empresas  Chadwick Martin Bailey e iModerate mostra que mais de 60% dos usuários  do Twitter ficam mais interessados em comprar produtos de marcas que  eles seguem no microblog.</p>
<p>Já no Facebook, 50% dos usuários pensam da mesma forma com relação às  marcas às quais são fãs. Além disso, o estudo ainda aponta para o fato  de que estes internautas indicam os produtos e serviços 80% a mais do  que os consumidores em geral.</p>
<p>Um dos motivos que os fazem acessar  a página destas marcas e tornarem-se mais próximos delas é adquirir  descontos, participar de promoções ou serem informados sobre novidades  da marca em primeira mão. Porém, é preciso ter cuidado para que as  informações sobre os produtos não passe dos limites que o consumidor  estabelece como aceitável.</p>
<p>Via <a href="http://portalexame.abril.com.br/marketing/noticias/internautas-compram-mais-marcas-presentes-redes-sociais-546872.html" target="_blank">Exame</a> / Mundo do Mkt</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://webcomtexto.com.br/blog/2010/04/09/internautas-compram-mais-de-marcas-presentes-em-redes-sociais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Confiança do consumidor em lojas virtuais no Brasil atingiu 86,3% em 2009</title>
		<link>http://webcomtexto.com.br/blog/2010/02/04/confianca-do-consumidor-em-lojas-virtuais-no-brasil-atingiu-863-em-2009/</link>
		<comments>http://webcomtexto.com.br/blog/2010/02/04/confianca-do-consumidor-em-lojas-virtuais-no-brasil-atingiu-863-em-2009/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 19:15:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>matheus</dc:creator>
				<category><![CDATA[ecommerce]]></category>
		<category><![CDATA[novidades]]></category>
		<category><![CDATA[2009]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[comércio eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[confiança]]></category>
		<category><![CDATA[loja virtual]]></category>
		<category><![CDATA[lojas virtuais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://webcomtexto.com.br/blog/?p=505</guid>
		<description><![CDATA[O índice de confiança nas lojas virtuais brasileiras em 2009 foi de 86,3% em média, informou nesta quarta-feira (3/2) a empresa de pesquisa em comércio eletrônico e-bit.
Para chegar a esse índice, que reflete a média dos índices mensais, o e-bit coletou mais de 1,4 milhão de questionários entre janeiro e dezembro do ano passado.
Os dados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O índice de confiança nas lojas virtuais brasileiras em 2009 foi de 86,3% em média, informou nesta quarta-feira (3/2) a empresa de pesquisa em comércio eletrônico e-bit.</p>
<p>Para chegar a esse índice, que reflete a média dos índices mensais, o e-bit coletou mais de 1,4 milhão de questionários entre janeiro e dezembro do ano passado.</p>
<p>Os dados mensais revelam que o índice mais baixo foi o de fevereiro (85,59%) e o mais alto, de agosto (87,29%). Em dezembro, a satisfação ficou em 85,98%, abaixo da média. Como o índice foi criado no ano passado, não há dados comparativos de 2008.</p>
<p>Desenvolvido em parceria com o Movimento Internet Segura, da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, o Índice de Confiança do e-consumidor mede a satisfação dos pesquisados com o desempenho das lojas virtuais.</p>
<p>Via <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/02/03/confianca-do-consumidor-em-lojas-virtuais-no-brasil-atingiu-86-3-em-2009/" target="_blank">IDGNow!</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://webcomtexto.com.br/blog/2010/02/04/confianca-do-consumidor-em-lojas-virtuais-no-brasil-atingiu-863-em-2009/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Comércio online no Brasil cresce, se diversifica e já movimenta mais de R$ 10 bi por ano</title>
		<link>http://webcomtexto.com.br/blog/2010/01/25/comercio-online-no-brasil-cresce-se-diversifica-e-ja-movimenta-mais-de-r-10-bi-por-ano/</link>
		<comments>http://webcomtexto.com.br/blog/2010/01/25/comercio-online-no-brasil-cresce-se-diversifica-e-ja-movimenta-mais-de-r-10-bi-por-ano/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 12:12:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>matheus</dc:creator>
				<category><![CDATA[ecommerce]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://webcomtexto.com.br/blog/?p=483</guid>
		<description><![CDATA[Estudo do Comitê Gestor da Internet no Brasil mostra que 16% dos brasileiros que acessam a internet fazem compras pela rede. Olhando assim, a fatia parece magra, mas são quase dez milhões de pessoas clicando e comprando muito. Só no Natal, foi R$ 1,6 bilhão em mercadorias, de acordo com a e-bit, empresa que monitora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estudo do Comitê Gestor da Internet no Brasil mostra que 16% dos brasileiros que acessam a internet fazem compras pela rede. Olhando assim, a fatia parece magra, mas são quase dez milhões de pessoas clicando e comprando muito. Só no Natal, foi R$ 1,6 bilhão em mercadorias, de acordo com a e-bit, empresa que monitora o setor. Fechando os dados, deve-se chegar a R$ 10,5 bilhões gastos na web em 2009 &#8211; isso sem considerar compras de alimentos, passagens aéreas, carros e transações em sites de leilão, mostra reportagem publicada neste domingo pela &#8216;Revista&#8217; do jornal o GLOBO.</p>
<p>- O brasileiro é arrojado, gosta de novidade. O comércio eletrônico vem crescendo bem mais do que o tradicional. E, enquanto a inclusão digital avança, as tendências empurram o consumidor para o online. É o trânsito difícil, a falta de vaga para se estacionar&#8230; &#8211; avalia Demi Getschko, um dos pensadores da internet no Brasil e diretor-presidente do NIC.br (entidade que toca projetos criados pelo Comitê Gestor).</p>
<p>Até 2008, 61% dos brasileiros nunca haviam acessado a internet, segundo o Comitê Gestor da Internet no Brasil. Dos que acessam, faltam 58 milhões consumidores para fisgar. Segundo o Comitê Gestor, a principal barreira para o comércio online é cultural. A maioria (56%) dos que não compram dizem que preferem ver o produto de perto. Deve ser por isso que, ao contrário dos americanos, tão acostumados a comprar por catálogo, muitos de nós evitamos roupas na web.</p>
<p>Pois isso já começa a mudar. Um estudo do Mercado Livre, o supersite de vendas e leilões online, com 40,2 milhões de usuários em 12 países, mostra que o Brasil está entrando numa terceira onda de consumo online, geralmente observada em mercados maduros. A primeira onda seria a da compra de produtos baratos (CDs, DVDs, livros), que costumam ser as aventuras iniciais no &gt;ita&lt;webshopping. A segunda onda seria a do consumo de tecnologia e informática, com preços um pouco maiores. E a terceira seria justamente a busca por produtos ligados a estilo de vida, como roupas, cosméticos e itens para casa.</p>
<p>Foi assim com a arquiteta Cristiana Braga e o designer Raphael Comber Sales. Ela começou com um CD, comprado na gigante Amazon.com. Ele, com um livro. Hoje, compram tudo.</p>
<p>- É mais cômodo e econômico &#8211; ela diz.</p>
<p>Raphael já comprou equipamento de escalada, câmera fotográfica, notebook, vários acessórios de computador. E já vendeu relógio, caixa de óculos, câmera, casaco e até carro.</p>
<p>- Muita gente ainda tem medo de usar o cartão de crédito na internet. Nunca tive problema, mas fui clonado em posto de gasolina e restaurante &#8211; ele conta, enquanto embrulha mais um casaco vendido pela web.</p>
<p>- Roupa sem uso não para mais aqui em casa &#8211; brinca Cristiana.</p>
<p>Diante das várias e várias páginas de vendas, muita gente ainda prefere ficar só observando. Ou quase. Segundo o Comitê Gestor da Internet no Brasil, 44% dos internautas acessam a rede para pesquisar preços. A maioria se informa na web para depois fechar o negócio na loja física. Outra grande mudança é onde se compra. Antes praticamente restrito às grandes empresas, o comércio já é disputadíssimo por micro, pequenas e médias. Elas são mais de 60 mil. E abocanham pelo menos 10% do varejo na web.</p>
<p>Via <a href="http://extra.globo.com/economia/materias/2010/01/24/comercio-online-no-brasil-cresce-se-diversifica-ja-movimenta-mais-de-10-bi-por-ano-915695132.asp" target="_blank">Extra/O Globo</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://webcomtexto.com.br/blog/2010/01/25/comercio-online-no-brasil-cresce-se-diversifica-e-ja-movimenta-mais-de-r-10-bi-por-ano/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

