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	<title>Blog da Webcomtexto &#187; dinheiro</title>
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		<title>Comércio online no Brasil cresce, se diversifica e já movimenta mais de R$ 10 bi por ano</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 12:12:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>matheus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estudo do Comitê Gestor da Internet no Brasil mostra que 16% dos brasileiros que acessam a internet fazem compras pela rede. Olhando assim, a fatia parece magra, mas são quase dez milhões de pessoas clicando e comprando muito. Só no Natal, foi R$ 1,6 bilhão em mercadorias, de acordo com a e-bit, empresa que monitora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estudo do Comitê Gestor da Internet no Brasil mostra que 16% dos brasileiros que acessam a internet fazem compras pela rede. Olhando assim, a fatia parece magra, mas são quase dez milhões de pessoas clicando e comprando muito. Só no Natal, foi R$ 1,6 bilhão em mercadorias, de acordo com a e-bit, empresa que monitora o setor. Fechando os dados, deve-se chegar a R$ 10,5 bilhões gastos na web em 2009 &#8211; isso sem considerar compras de alimentos, passagens aéreas, carros e transações em sites de leilão, mostra reportagem publicada neste domingo pela &#8216;Revista&#8217; do jornal o GLOBO.</p>
<p>- O brasileiro é arrojado, gosta de novidade. O comércio eletrônico vem crescendo bem mais do que o tradicional. E, enquanto a inclusão digital avança, as tendências empurram o consumidor para o online. É o trânsito difícil, a falta de vaga para se estacionar&#8230; &#8211; avalia Demi Getschko, um dos pensadores da internet no Brasil e diretor-presidente do NIC.br (entidade que toca projetos criados pelo Comitê Gestor).</p>
<p>Até 2008, 61% dos brasileiros nunca haviam acessado a internet, segundo o Comitê Gestor da Internet no Brasil. Dos que acessam, faltam 58 milhões consumidores para fisgar. Segundo o Comitê Gestor, a principal barreira para o comércio online é cultural. A maioria (56%) dos que não compram dizem que preferem ver o produto de perto. Deve ser por isso que, ao contrário dos americanos, tão acostumados a comprar por catálogo, muitos de nós evitamos roupas na web.</p>
<p>Pois isso já começa a mudar. Um estudo do Mercado Livre, o supersite de vendas e leilões online, com 40,2 milhões de usuários em 12 países, mostra que o Brasil está entrando numa terceira onda de consumo online, geralmente observada em mercados maduros. A primeira onda seria a da compra de produtos baratos (CDs, DVDs, livros), que costumam ser as aventuras iniciais no &gt;ita&lt;webshopping. A segunda onda seria a do consumo de tecnologia e informática, com preços um pouco maiores. E a terceira seria justamente a busca por produtos ligados a estilo de vida, como roupas, cosméticos e itens para casa.</p>
<p>Foi assim com a arquiteta Cristiana Braga e o designer Raphael Comber Sales. Ela começou com um CD, comprado na gigante Amazon.com. Ele, com um livro. Hoje, compram tudo.</p>
<p>- É mais cômodo e econômico &#8211; ela diz.</p>
<p>Raphael já comprou equipamento de escalada, câmera fotográfica, notebook, vários acessórios de computador. E já vendeu relógio, caixa de óculos, câmera, casaco e até carro.</p>
<p>- Muita gente ainda tem medo de usar o cartão de crédito na internet. Nunca tive problema, mas fui clonado em posto de gasolina e restaurante &#8211; ele conta, enquanto embrulha mais um casaco vendido pela web.</p>
<p>- Roupa sem uso não para mais aqui em casa &#8211; brinca Cristiana.</p>
<p>Diante das várias e várias páginas de vendas, muita gente ainda prefere ficar só observando. Ou quase. Segundo o Comitê Gestor da Internet no Brasil, 44% dos internautas acessam a rede para pesquisar preços. A maioria se informa na web para depois fechar o negócio na loja física. Outra grande mudança é onde se compra. Antes praticamente restrito às grandes empresas, o comércio já é disputadíssimo por micro, pequenas e médias. Elas são mais de 60 mil. E abocanham pelo menos 10% do varejo na web.</p>
<p>Via <a href="http://extra.globo.com/economia/materias/2010/01/24/comercio-online-no-brasil-cresce-se-diversifica-ja-movimenta-mais-de-10-bi-por-ano-915695132.asp" target="_blank">Extra/O Globo</a></p>
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