Posts com a Tag ‘brasil’

11 de março de 2010

Banda larga móvel cresce 227%

O brasileiro declarou seu amor às tecnologias móveis há alguns anos, quando a quantidade de celulares ultrapassou os acessos fixos. E essa mesma tendência se assiste no caso da banda larga. Com a infraestrutura de cabeamento não chega em muitas regiões, as pessoas têm aderido cada vez mais à internet móvel. O resultado é um crescimento de 227% no número de acessos em 2009, como revelou o Balanço Huawei da Banda Larga Móvel.

Pelas previsões do documento, produzido em conjunto com a Teleco, é bem provável que a quantidade de acessos de banda larga móvel ultrapasse a modalidade fixa ainda em 2010. Os números apontam que 2009 encerrou com sete milhões de assinaturas de internet móvel, entre usuários de modem e os que acessam via celulares e smartphones. Em janeiro, pelos dados coletados junto com as operadoras, essa quantidade já está em 10,5 milhões.

Só para se ter ideia, a banda larga fixa encerrou o ano passado com 11,5 milhões de acessos. O estudo prevê para 2014, ano da Copa do Mundo no Brasil, 60 milhões de acesso de internet rápida móvel contra 30 milhões de fixos.

O desempenho de 2009 já coloca o Brasil como líder de densidade de banda larga móvel na América Latina, com 3,6 acessos para cada 100 habitantes, quase o dobro da Argentina, que tem 2,1. Quando consolidado fixa e móvel, entretanto, o País está atrás.

Mas, para esse boom, será necessário aumento da cobertura. De acordo com o documento, no último trimestre de 2009, 87,2% dos municípios brasileiros não eram atendidos com banda larga móvel. Existe, entretanto, uma meta para que, até o mês de abril, todas as capitais e municípios com mais de 500 mil habitantes sejam atendidos por quatro operadoras.

Smartphones

O estudo observou ainda que existe uma forte tendência para que os smartphones se tornem o principal ponto de acesso à internet. Em 2009, do total de aparelhos vendidos no mundo, 15,4% eram celulares inteligentes, com destaque para o iPhone, com 3,1 milhões de unidades comercializadas.

Via IT Web

 

9 de março de 2010

Mais de 90% dos brasileiros acham que acesso à internet é direito fundamental

O acesso à internet é um direito fundamental da humanidade para 87% das pessoas, de acordo com estudo feito pela consultoria canadense GlobeScan, encomendado pelo BBC World Service, serviço internacional de rádio da rede pública britânica. Segundo o levantamento, 87% das pessoas que têm acesso à rede mundial de computadores advogam essa tese, enquanto 71% dos que não têm acesso também querem ter o mesmo direito.

A pesquisa, que ouviu 27 mil adultos em 26 países, também constatou que 78% dos internautas acreditam que a web trouxe mudanças positivas às suas vidas, enquanto 51% disseram gostar de passar o tempo navegando em redes sociais e sites de relacionamento. A Coreia do Sul foi o país em que mais pessoas (96%) avaliaram a internet como direito fundamental, seguida pelo México (94%) e Brasil (91%).

No entanto, as opiniões quanto à segurança da rede mundial se dividem, já que 48% das pessoas dizem se sentir seguras para trocar opiniões on-line e 49% discordam. Gana foi o país em que mais pessoas se mostraram preocupadas com o que dizem on-line, com 74% dos internautas. Logo depois na lista vem a Alemanha, com 72%, e a Coreia do Sul, com 70%.

Os brasileiros, apesar de seguirem o entusiasmo mundial com a Internet, não a colocam como prioridade absoluta em suas vidas, como a média mundial. Cerca de 55% dos internautas do mundo declararam não conseguir viver sem acessar a web, enquanto no Brasil 71% disseram que viveriam tranquilamente sem ela.

Análise da GlobeScan também constatou que, ao contrário do que os números de usuários de redes sociais apontam, a maioria (47%) dos internautas do mundo acessam a rede mundial como fonte de informações, apenas 12% a usam para fins de entretenimento e 5% como ferramenta de busca, pesquisa e compra de produtos ou serviços.

Via Pay TV.

10 de fevereiro de 2010

Acesso à internet chegou a 66,3 milhões de brasileiros em dezembro de 2009

O Brasil terminou o ano de 2009 com 66,3 milhões de pessoas acessando a internet. A pesquisa do Ibope Nielsen Online divulgada nesta quarta-feira (10) também coloca os brasileiros entre os internautas que mais navegam na rede, com média de 44 horas por mês.

O crescimento do número de usuários foi de 16% em relação a dezembro de 2008 na medição das residências. Na relação do número de usuários que acessam a internet do trabalho, que teve medição iniciada em maio de 2009, o crescimento até dezembro foi de 9%.

Na média de tempo de uso da internet, o país ficou a frente dos Estados Unidos, com 40 horas, da Austrália, com 39 horas, e do Reino Unido, com 37 horas. Quando o acesso à rede inclui o uso de aplicativos, o tempo de conexão dos brasileiros subiu para 66 horas em dezembro de 2009.

O mercado publicitário on-line teve um mês de dezembro bastante com bastante investimento. A pesquisa AdRelevance, que monitora a publicidade veiculada na internet brasileira, registrou em dezembro o total de 4.491 campanhas publicitárias realizadas por 1.784 anunciantes e divulgadas por meio de 15.872 banners.

Os sites de vídeos amadores, como o YouTube, por exemplo, tiveram uma audiência de 13,7 milhões de brasileiros em dezembro, e sites de vídeos profissionais, geralmente presentes nos grandes portais nacionais, tiveram 13,8 milhões de pessoas acessando seu conteúdo.Somadas, as duas categorias chegam a 24,8 milhões de pessoas assistindo a vídeos on-line, com tempo de navegação médio de 1 hora e cinco minutos nos sites de vídeos amadores.

O setor on-line que mais cresceu no último mês de 2009 foi o de Finanças e Investimento, com evolução de 6,6%, puxado pela expansão de 9,8% na audiência dos sites de bandos. De acordo com a pesquisa, a subcategoria Lojas de Varejo aumentou em 2,9% seu número de usuários e chegou à sua maior audiência , com 21,3 milhões de pessoas.

A pesquisa também mostra que a soma das pessoas que têm acesso à internet nas classes C, D e E ultrapassaram o número de internautas das classes A e B. Em 2007, 50,2% de quem acessou a internet era das classes mais altas, número que em 2009 mudou, chegou a 51% das classes C, D e E.

Do total dos acessos à internet, o estudo aponta que 14% dos internautas da classe A utilizam dispositivos móveis como celulares, smartphones e PDAs para se conectar à rede, contra 6% da classe B e 2% da classe C. De quem acessa a internet de aparelhos móveis, 27% acessa sites de e-mail, 23% lêem notícias, 22% realizam buscas em sites especializados e 21% entram em redes sociais.

Em dezembro passado, o Orkut foi a rede social mais acessada no Brasil, com 80% dos brasileiros com acesso à internet utilizando o site. O Twitter vem em segundo lugar e o Facebook em terceiro.

O mercado publicitário on-line teve um mês de dezembro bastante com bastante investimento. A pesquisa AdRelevance, que monitora a publicidade veiculada na internet brasileira, registrou em dezembro o total de 4.491 campanhas publicitárias realizadas por 1.784 anunciantes e divulgadas por meio de 15.872 banners.

Via G1 Tecnologia

4 de fevereiro de 2010

Confiança do consumidor em lojas virtuais no Brasil atingiu 86,3% em 2009

O índice de confiança nas lojas virtuais brasileiras em 2009 foi de 86,3% em média, informou nesta quarta-feira (3/2) a empresa de pesquisa em comércio eletrônico e-bit.

Para chegar a esse índice, que reflete a média dos índices mensais, o e-bit coletou mais de 1,4 milhão de questionários entre janeiro e dezembro do ano passado.

Os dados mensais revelam que o índice mais baixo foi o de fevereiro (85,59%) e o mais alto, de agosto (87,29%). Em dezembro, a satisfação ficou em 85,98%, abaixo da média. Como o índice foi criado no ano passado, não há dados comparativos de 2008.

Desenvolvido em parceria com o Movimento Internet Segura, da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, o Índice de Confiança do e-consumidor mede a satisfação dos pesquisados com o desempenho das lojas virtuais.

Via IDGNow!

2 de fevereiro de 2010

Dados brasileiros sobre Redes Sociais

A AgênciaClick traçou um perfil dos brasileiros nas Redes Sociais. Veja abaixo o resultado em vídeo (cheio de analogias com outras mídias e assuntos).

O trabalho ficou bem bacana e de fácil compreensão. Confira!

25 de janeiro de 2010

Comércio online no Brasil cresce, se diversifica e já movimenta mais de R$ 10 bi por ano

Estudo do Comitê Gestor da Internet no Brasil mostra que 16% dos brasileiros que acessam a internet fazem compras pela rede. Olhando assim, a fatia parece magra, mas são quase dez milhões de pessoas clicando e comprando muito. Só no Natal, foi R$ 1,6 bilhão em mercadorias, de acordo com a e-bit, empresa que monitora o setor. Fechando os dados, deve-se chegar a R$ 10,5 bilhões gastos na web em 2009 – isso sem considerar compras de alimentos, passagens aéreas, carros e transações em sites de leilão, mostra reportagem publicada neste domingo pela ‘Revista’ do jornal o GLOBO.

- O brasileiro é arrojado, gosta de novidade. O comércio eletrônico vem crescendo bem mais do que o tradicional. E, enquanto a inclusão digital avança, as tendências empurram o consumidor para o online. É o trânsito difícil, a falta de vaga para se estacionar… – avalia Demi Getschko, um dos pensadores da internet no Brasil e diretor-presidente do NIC.br (entidade que toca projetos criados pelo Comitê Gestor).

Até 2008, 61% dos brasileiros nunca haviam acessado a internet, segundo o Comitê Gestor da Internet no Brasil. Dos que acessam, faltam 58 milhões consumidores para fisgar. Segundo o Comitê Gestor, a principal barreira para o comércio online é cultural. A maioria (56%) dos que não compram dizem que preferem ver o produto de perto. Deve ser por isso que, ao contrário dos americanos, tão acostumados a comprar por catálogo, muitos de nós evitamos roupas na web.

Pois isso já começa a mudar. Um estudo do Mercado Livre, o supersite de vendas e leilões online, com 40,2 milhões de usuários em 12 países, mostra que o Brasil está entrando numa terceira onda de consumo online, geralmente observada em mercados maduros. A primeira onda seria a da compra de produtos baratos (CDs, DVDs, livros), que costumam ser as aventuras iniciais no >ita<webshopping. A segunda onda seria a do consumo de tecnologia e informática, com preços um pouco maiores. E a terceira seria justamente a busca por produtos ligados a estilo de vida, como roupas, cosméticos e itens para casa.

Foi assim com a arquiteta Cristiana Braga e o designer Raphael Comber Sales. Ela começou com um CD, comprado na gigante Amazon.com. Ele, com um livro. Hoje, compram tudo.

- É mais cômodo e econômico – ela diz.

Raphael já comprou equipamento de escalada, câmera fotográfica, notebook, vários acessórios de computador. E já vendeu relógio, caixa de óculos, câmera, casaco e até carro.

- Muita gente ainda tem medo de usar o cartão de crédito na internet. Nunca tive problema, mas fui clonado em posto de gasolina e restaurante – ele conta, enquanto embrulha mais um casaco vendido pela web.

- Roupa sem uso não para mais aqui em casa – brinca Cristiana.

Diante das várias e várias páginas de vendas, muita gente ainda prefere ficar só observando. Ou quase. Segundo o Comitê Gestor da Internet no Brasil, 44% dos internautas acessam a rede para pesquisar preços. A maioria se informa na web para depois fechar o negócio na loja física. Outra grande mudança é onde se compra. Antes praticamente restrito às grandes empresas, o comércio já é disputadíssimo por micro, pequenas e médias. Elas são mais de 60 mil. E abocanham pelo menos 10% do varejo na web.

Via Extra/O Globo