Clientes -> Atendimento <- Colaboradores
Fazer atendimento não é moleza, tráfego, pior ainda. Imagina fazer os dois? Posso garantir que além de delicado, esse trabalho é de extrema responsabilidade e jogo de cintura. Precisamos estabelecer um equilíbrio entre aquilo que o cliente quer, o que é possível de ser feito e o que a criação entende como plausível ou necessário.
Não dá para pegar a campanha, jogar em cima da mesa e virar as costas para o resultado. Não dá pra ignorar pedidos, não dá para não trocar a cor, para não executar o serviço. Mas também não dá pra não contestar às vezes, não se irritar com prazos, não se desesperar pelo resultado junto aos clientes e colaboradores.
Tendo tantas responsabilidades e grande envolvimento com quem faz e com quem pede, podemos participar e fazer sugestões em cada parte do desenvolvimento do trabalho, por isso é tão importante um bom relacionamento com o cliente (e com o colaborador, claro).
Além do mais eu me importo com a empresa, com as pessoas que fazem a empresa e principalmente com os clientes. Eu sei o quanto tudo custa de tempo e dinheiro. Reconheço o esforço de cada um para fazer o seu melhor. Aqui na nossa empresa fazemos tudo com paixão, garra e dedicação. Por que então as pessoas ainda exigem ser atendidas pela dona da empresa e te tratam como estagiária, se a própria dona nega esse perfil centralizador?
Já os (outros) colaboradores precisam entender que somos nós que ouvimos quando o cliente está puto infeliz ou quando algo não sai do jeito como combinado. Somos nós que temos que explicar o problema e ouvir. Ouvir muito. E depois de ouvir, resolver o problema, de algum jeito.
A rigorosidade dos prazos, os pedidos impossíveis, os milhões de e-mails, bem ou mal, tudo isso faz parte da rotina, para clientes e colaboradores. Mas aquele resultado fantástico no final só será conseguido com a colaboração de todo mundo. E viva o atendimento!



