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22 de abril de 2010

28% das empresas paulistanas fazem publicidade online

Pesquisa inédita de mapeamento da Internet, realizada para a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e concluída em janeiro de 2010 mostra que quase 30% das companhias paulistanas declaram fazer algum tipo de divulgação ou propaganda online. A pesquisa teve como foco as micro e pequenas empresas.

“É interessante perceber que o comércio atacadista utiliza mais publicidade on-line do que os outros setores”, pontua Sandra Turchi, superintendente de Marketing da ACSP. As ações de propaganda online mais utilizadas pelas PMEs paulistanas são, respectivamente, links patrocinados em sites de buscas, banners eletrônicos e e-mail marketing.

Segundo Sandra, hoje em dia, o internauta recorre aos buscadores – principalmente o Google – para pesquisar sobre praticamente tudo o que deseja. “Utilizando links patrocinados, o empresário garante que seus produtos e serviços estejam no topo da página quando alguma palavra-chave for relacionada àquela busca”, aponta Sandra. “Figurar no topo das páginas de busca é fundamental para criar visibilidade e fixar a marca, uma vez que os internautas não costumam navegar além da segunda página”, ressalta a especialista.

“Além disso, há algumas empresas (8%) que já se preocupam em cadastrar palavras-chave para aparecerem nas buscas orgânicas, ou seja, não apenas nos links patrocinados, pois as buscas orgânicas normalmente geram mais credibilidade para quem está pesquisando algo”, explica Sandra.
“Os banners eletrônicos continuam sendo ferramentas versáteis e práticas para divulgação, bem como o e-mail marketing. Entretanto, esse último atualmente enfrenta uma ‘crise de credibilidade’ devido ao crescente e deliberado envio de spams. É importante sempre trabalhar com bases de emails autorizados pelos usuários, ou seja, bases com opt-in”, alerta Sandra.
As peças e estratégias de publicidade on-line costumam ser elaboradas dentro das próprias empresas, segundo a pesquisa. “Normalmente, o tempo e o investimento que as PMEs disponibilizam para ações de comunicação são bem restritos. Realizando as ações internamente, no ponto de vista das empresas, eles otimizam custos e economizam tempo, pois acompanham o trabalho diretamente”, argumenta Sandra. “O mesmo vale para o monitoramento de resultados dos anúncios online, que também costuma ser feito com mais freqüência dentro das empresas e diariamente. O ponto negativo disso fica por conta da apuração, que muitas vezes não costuma ser feita de forma adequada pelo fato de muitas vezes a equipe interna não apresentar conhecimentos técnicos específicos do assunto”, acrescenta a especialista.

Pesquisa inédita de mapeamento da Internet, realizada para a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e concluída em janeiro de 2010 mostra que quase 30% das companhias paulistanas declaram fazer algum tipo de divulgação ou propaganda online. A pesquisa teve como foco as micro e pequenas empresas.

“É interessante perceber que o comércio atacadista utiliza mais publicidade on-line do que os outros setores”, pontua Sandra Turchi, superintendente de Marketing da ACSP. As ações de propaganda online mais utilizadas pelas PMEs paulistanas são, respectivamente, links patrocinados em sites de buscas, banners eletrônicos e e-mail marketing.

Segundo Sandra, hoje em dia, o internauta recorre aos buscadores – principalmente o Google – para pesquisar sobre praticamente tudo o que deseja. “Utilizando links patrocinados, o empresário garante que seus produtos e serviços estejam no topo da página quando alguma palavra-chave for relacionada àquela busca”, aponta Sandra. “Figurar no topo das páginas de busca é fundamental para criar visibilidade e fixar a marca, uma vez que os internautas não costumam navegar além da segunda página”, ressalta a especialista.

“Além disso, há algumas empresas (8%) que já se preocupam em cadastrar palavras-chave para aparecerem nas buscas orgânicas, ou seja, não apenas nos links patrocinados, pois as buscas orgânicas normalmente geram mais credibilidade para quem está pesquisando algo”, explica Sandra.

“Os banners eletrônicos continuam sendo ferramentas versáteis e práticas para divulgação, bem como o e-mail marketing. Entretanto, esse último atualmente enfrenta uma ‘crise de credibilidade’ devido ao crescente e deliberado envio de spams. É importante sempre trabalhar com bases de emails autorizados pelos usuários, ou seja, bases com opt-in”, alerta Sandra.

As peças e estratégias de publicidade on-line costumam ser elaboradas dentro das próprias empresas, segundo a pesquisa. “Normalmente, o tempo e o investimento que as PMEs disponibilizam para ações de comunicação são bem restritos. Realizando as ações internamente, no ponto de vista das empresas, eles otimizam custos e economizam tempo, pois acompanham o trabalho diretamente”, argumenta Sandra. “O mesmo vale para o monitoramento de resultados dos anúncios online, que também costuma ser feito com mais freqüência dentro das empresas e diariamente. O ponto negativo disso fica por conta da apuração, que muitas vezes não costuma ser feita de forma adequada pelo fato de muitas vezes a equipe interna não apresentar conhecimentos técnicos específicos do assunto”, acrescenta a especialista.

Via JBonline

12 de abril de 2010

Internet passa revista e já é terceira mídia no mundo

Já não é novidade dizer que os investimentos em publicidade na internet seguem crescendo a taxas bem acima da média das outras mídias.

Agora, o Zenith Optimedia apontou que em 2009, pela primeira vez, a mídia online ultrapassou as revistas no ranking, atraindo investimentos de US$ 55 bilhões em todo o mundo. Com isso, a internet já é dona de 12,6% do bolo publicitário no planeta, ficando atrás apenas dos jornais, com 23,1% e da televisão, com 39,4%. As revistas estão agora em quarto lugar, com 10,3%.

A projeção futura aponta ainda que a mídia online deverá se aproximar dos jornais já em 2012, ano no qual deverá atingir o share de 17,1% do bolo, contra 19,4% dos impressos. Naquele ano, a internet deverá atrair investimentos de US$ 83,9 bilhões, contra US$ 95,4 bilhões dos jornais e US$ 199,7 bi da televisão. Esta última mídia continuará mostrando sua força, com participação de 40,6%, que será um pouco superior à atual.

Toada positiva
De resto, a publicidade mundial parece ter voltado aos trilhos. As previsões do Zenith indicam que o mercado como um todo deverá crescer 2,2% em 2010 na comparação com 2009, ano que teve uma queda próxima a 10%. A expectativa é que os investimentos cheguem à casa de US$ 456 bilhões em todo o mundo neste ano e que, para os anos seguintes, o mercado cresça mais 4,1% em 2011 e outros 5,3% em 2012.

No estudo anterior, a Zenith havia apontado uma possibilidade de crescimento mundial de apenas 0,9%, o que marca o segundo relatório consecutivo com revisão para cima, após 18 meses revisando para baixo as expectativas.

Se o estudo for dividido por regiões, a América Latina surge novamente como destaque, já que após um 2009 com um crescimento irrisório de 0,4%, 2010 promete uma alta de 9,3%, o que fará a região movimentar cerca de US$ 33 bilhões, com possibilidade de chegar a US$ 38 bi em 2012.

A região com mais dificuldades ainda será a América do Norte, e a publicidade dos Estados Unidos deverá fechar com receitas abaixo de 2009, cerca de 2% menos. O mercado europeu deverá crescer 0,4%, enquanto a Ásia subirá na casa de 5,9%. Na verdade, se o Japão for retirado da lista asiática, o índice salta para 10%, o que colocaria a região como a melhor de 2010.

Via m&m online

6 de abril de 2010

Acesso à internet em casa supera lan house no Brasil

Pela primeira vez desde 2007, mais brasileiros acessam a internet em casa do que em lan houses. Essa é uma das conclusões da 5ª edição da TIC Domicílios (Pesquisa Sobre Uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação no Brasil), realizada pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) e divulgada nesta terça.

Segundo o estudo, o acesso residencial à internet fez parte de 48% das respostas, contra 45% das lan houses. Diz ainda a pesquisa que 36% dos domicílios brasileiros possuíam um computador em 2009, contra apenas 28% do ano anterior. Apenas 5% das residências têm notebooks, e 40% dos lares contam com telefones fixos. O uso da internet também cresceu, de 20% dos lares para 27%.

Apesar do crescimento do computador e da internet nos domicílios brasileiros, o equipamento mais presente é a televisão (98% dos lares), seguida pelo rádio (86%). O celular segue em franco crescimento para também se tornar um item universal: está em 82% dos lares nas áreas urbanas e em 78% no total do país, só que 90% das pessoas usam planos pré-pagos. O NIC.br avalia que as tarifas ainda são caras para as condições socioeconômicas da população brasileira.

A avaliação anual do NIC.br também considera o uso de ferramentas eletrônicas para governo e comércio. Diz a pesquisa que 30% daqueles que acessaram a internet no ano usaram ferramentas de e-Gov, contra 25% em 2008.

Na zona rural, apenas 10% usam alguma ferramenta de acesso ao governo. Já no comércio eletrônico, 52% das pessoas consultam preços online, mas 19% em todo o país compram efetivamente algo pela internet. Segundo o NIC.br, uma das questões para a pouca compra online é cultural: o brasileiro prefere ver o produto antes de fechar a compra – 26% das respostas ainda indicam preocupação com segurança ou privacidade.

Via Zumo Notícias

31 de março de 2010

Como a Internet Mudou a Propaganda

Vídeo muito legal, criado pela Studio Epipheo, contado uma breve história da comunicação até a criação da Internet e como ela tem mudado nossa maneira de se comunicar. Não há muito que escrever sobre o vídeo abaixo, ele falar por si só.