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	<title>Blog da Webcomtexto &#187; tendência</title>
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		<title>Brasil é o país da América Latina que mais lê notícias na internet</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 00:06:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>matheus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O brasileiro é o internauta da América Latina que mais acessa notícias na web, revela o levantamento da consultoria ComScore. De acordo com o estudo, 65,8% dos usuários brasileiros frequentaram sites de notícia, ou 2,5 pontos percentuais a mais que os argentinos, que ficaram em segundo lugar.
O resultado do Brasil supera a média global, 64,6%, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O brasileiro é o internauta da América Latina que mais acessa notícias na web, revela o levantamento da consultoria ComScore. De acordo com o estudo, 65,8% dos usuários brasileiros frequentaram sites de notícia, ou 2,5 pontos percentuais a mais que os argentinos, que ficaram em segundo lugar.</p>
<p>O resultado do Brasil supera a média global, 64,6%, e fica atrás apenas da América do Norte, onde 96,3% dos internautas acessam sites noticiosos.</p>
<p>Na média latino-americana, 61,4 % dos usuários de internet leem notícias online. Para a ComScore, os internautas da região &#8220;estão se voltando cada vez mais para a web em busca de informação&#8221;.</p>
<p>Com informações da Folha de S. Paulo.</p>
<p>Via Comunique-se</p>
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		<title>No Brasil, a preferência das mulheres pela Internet ultrapassa a TV</title>
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		<pubDate>Mon, 10 May 2010 19:07:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>matheus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De acordo com estudo da Sophia Mind, empresa de pesquisa da Bolsa da Mulher, as mulheres representam 47% da audiência de usuários ativos na internet brasileira. Isso significa que elas passam 39 horas semanais na web, contra 21 horas assistindo TV. A pesquisa do Ibope Nielsen Online foi entre os meses de outubro de 2009 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-575" style="margin-right: 8px;" title="Mulher" src="http://webcomtexto.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/mulher-internet-296x300.jpg" alt="Mulher" width="237" height="240" />De acordo com estudo da Sophia Mind, empresa de pesquisa da Bolsa da Mulher, as mulheres representam 47% da audiência de usuários ativos na internet brasileira. Isso significa que elas passam 39 horas semanais na web, contra 21 horas assistindo TV. A pesquisa do Ibope Nielsen Online foi entre os meses de outubro de 2009 e janeiro de 2010.</p>
<p>Os sites preferidos são livrarias, vestuário, cartões, astrologia e sites femininos e para 67% das mulheres, a internet é fonte de informações sobre produtos ou serviços desejados, enquanto que 42% buscam informações em sites de fabricantes e 62% procuram na web dicas sobre o uso dos produtos.</p>
<p>Elas também utilizam a web para pesquisas de preços, ou seja, 70% delas querem encontrar preços e as melhores oportunidades para economizar no momento em que tentam adquirir produtos.<br />
Das mulheres que comentarem experiências de consumo, sejam positivas ou negativas, 60% usaram as redes sociais. Em decorrência da opinião de outras mulheres sobre algum produto, mais da metade delas já comprou algo por indicação em rede social, pois para elas a indicação é fundamental.</p>
<p>Metade das mulheres entrevistadas afirma ter realizado compras pela internet e os principais produtos adquiridos são livros e revista (20%), eletrônicos e informática (18%) e CDs e DVDs (11%). As mulheres cada vez mais compram pela rede e muitas marcas já consideram esta uma prática comum do público feminino.<span id="more-574"></span></p>
<p>A publicidade na internet não incomoda as mulheres de uma forma geral, já que 97% não se importam de receber banners ou e-mails marketing com produtos de interesse, promoção ou cupons de desconto.</p>
<p>As mulheres também utilizam internet para ganhar mais tempo para sim mesma e para a família, lendo conteúdos de interesse, com 80%, notícias, com 78% e algum tipo de diversão representam 68%.</p>
<p>No tocante a redes sociais as mulheres utilizam a internet para contato com familiares e amigos (97%). Muitas acreditam que sites como Orkut são úteis para compartilhar o crescimento dos filhos, sendo que 75% delas usam as redes para mostrar fotos dos filhos e parentes.</p>
<p>O Orkut goza de mais preferência das mulheres, seguido de Sônico, Twitter e Facebook, mas estes meios de comunicação via internet predominam cada vez no cotidiano do público feminino.</p>
<p>As mulheres internautas acreditam que sites como Orkut são úteis para compartilhar o crescimento dos filhos (75% das mães usam as redes para mostrarem fotos dos filhos a parentes) e consideram que as redes sociais facilitam o contato com familiares e amigos (97%).</p>
<p>O Orkut é o mais popular, entre as redes sociais sendo usado por 75% das entrevistadas. Sonico, Twitter e Facebook aparecem na sequência com uma média de 21% de acesso.</p>
<p>Via <a href="http://www.feminal.com.br/2010/05/no-brasil-a-preferencia-das-mulheres-pela-internet-ultrapassa-a-tv/" target="_blank">Admir Gomes / Feminal </a></p>
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		<title>Internet está em 93% das empresas brasileiras</title>
		<link>http://webcomtexto.com.br/blog/2010/05/04/internet-esta-em-93-das-empresas-brasileiras/</link>
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		<pubDate>Tue, 04 May 2010 19:06:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>matheus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os PCs figuram em praticamente todas as empresas brasileiras.  Atualmente, 97% das companhias nacionais utilizam computadores, sendo  que 93% conectam essas máquinas à internet. Contudo, apenas 38% dos  funcionários das organizações operam equipamentos com acesso à rede  mundial.
Os dados são da 5ª edição da pesquisa TIC Empresas, do Comitê Gestor  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span>Os PCs figuram em praticamente todas as empresas brasileiras.  Atualmente, 97% das companhias nacionais utilizam computadores, sendo  que 93% conectam essas máquinas à internet. Contudo, apenas 38% dos  funcionários das organizações operam equipamentos com acesso à rede  mundial.</p>
<p>Os dados são da 5ª edição da pesquisa <a style="text-decoration: underline;" href="http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=67778" target="_blank">TIC Empresas</a>, do Comitê Gestor  da Internet no Brasil (CGI.br), que ouviu 3,7 mil companhias brasileiras  com dez ou mais funcionários durante o ano de 2009. O levantamento não  contempla as verticais de finanças e governo.</p>
<p>De acordo com Alexandre Barbosa, gerente do Centro de Estudos sobre as  Tecnologias da Informação e da Comunicação (CETIC.br), a baixa  penetração da internet para os funcionários das companhias reflete  funções nas quais a web não se faz necessária, como operações de chão de  fábrica, por exemplo.</p>
<p><strong>Em toda a parte<br />
</strong>O acesso remoto a sistemas corporativos avança nas empresas  brasileiras. Segundo o estudo do CGI.br, atualmente, 25% das companhias  com computador disponibilizam o recurso para seus colaboradores. Na  edição de 2008 da pesquisa, o percentual era de 21%.</p>
<p>A evolução nesse tipo de postura mostra-se mais acentuada entre as  companhias consideradas de médio porte. No intervalo de um ano, o acesso  remoto evoluiu 12 pontos percentuais, chegando a 43% ao fim de 2009, no  segmento.</p>
<p>A expansão entre as grandes, no mesmo período, foi de 4 pontos  porcentuais e, entre as pequenas, 2 pontos porcentuais. Os segmentos  fecharam 2009, respectivamente, com 62% e 20%, das empresas permitindo o  acesso remoto.</p>
<p>Via <a href="http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=67780" target="_blank">ITWeb</a></p>
<p></span></p>
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		<title>Twitter é a mídia social mais acessada no Brasil</title>
		<link>http://webcomtexto.com.br/blog/2010/04/26/twitter-e-a-midia-social-mais-acessada-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 13:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>matheus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Rede de microblogs tem quase 56% do total de acessos a esse tipo de ferramenta, a frente de Facebook (20,4%) e YouTube (16,27%)
O Twitter é a mídia social mais  acessada no Brasil,  com 55,84% do total de tráfego desse tipo de ferramenta, segundo  monitoramento divulgado esta semana pela StatCounter. Em segundo lugar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Rede de microblogs tem quase 56% do total de acessos a esse tipo de ferramenta, a frente de Facebook (20,4%) e YouTube (16,27%)</p>
<p>O <a href="http://twitter.com/">Twitter</a> é a mídia social mais  acessada no <a href="http://portalexame.abril.com.br/topicos/brasil1.shtml" target="_blank">Brasil</a>,  com 55,84% do total de tráfego desse tipo de ferramenta, segundo  monitoramento divulgado esta semana pela StatCounter. Em segundo lugar  aparece o <a href="http://www.facebook.com/">Facebook</a> (20,14%), que  pela primeira vez desde dezembro de 2009 ultrapassou o <a href="http://www.youtube.com/">YouTube</a> (16,27%) no número de acessos  no país.</p>
<p>Os índices são referentes ao acesso no período de 9 a 10 de abril.  Além do Twitter, Facebook e YouTube, aparecem no <a href="http://gs.statcounter.com/#social_media-BR-monthly-200904-201004" target="_blank">gráfico  divulgado pela StatCouter</a> o <a href="http://www.stumbleupon.com/" target="_blank">StumbeUpon</a> (ferramenta de recomendação de sites), com 3,19% do tráfego, o <a href="http://www.orkut.com/">Orkut</a> (1,67%), o <a href="http://delicious.com/">Delicious</a> (0,69%) e o <a href="http://www.digg.com/">Digg</a> (0,34%). Demais mídias sociais têm  2,79% de participação.</p>
<p>O gráfico mostra uma grande mudança na  situação observada em abril de 2009, quando o Orkut, hoje na quinta  colocação, era a líder entre as ferramentas. No período de um ano houve  grande crescimento do Twitter e do Facebook, enquanto StumbleUpon,  Delicious e Digg também tiveram queda.</p>
<p>O quadro brasileiro difere  bastante do mundial, em que o Facebook está a frente com 55,13% dos  acessos dos usuários de redes sociais, seguido pelo StumbeUpon (21,83%).  O Twitter aparece apenas na terceira posição na análise global, com  7,15%, a frente de YouTube (7,15%), <a href="http://www.reedit.com/">Reedit</a> (3,51%), <a href="http://www.myspace.com/">MySpace</a> (3,08%) e Digg  (2,61%). O Orkut não chega a aparecer na tabela.</p>
<p><strong>Metodologia</strong></p>
<p>A  forma como o StatCounter mede o tráfego nas redes sociais baseia-se em  um código, uma espécie de miniaplicativo, que está instalado em mais de  três milhões de sites no mundo inteiro. Mesmo que não esteja instalado  propriamente no Twitter, por exemplo, o código consegue identificar se  um internauta passou ou não pela rede social caso, a partir do Twitter,  ele acesse uma página que tem o miniaplicativo.</p>
<p>Toda a medição é  feita de forma automática e é capaz de reconhecer o país de origem dos  acessos a partir do IP. Dessa forma, o levantamento não mede o número de  usuários cadastrados ou a quantidade de tempo que os brasileiros passam  em cada uma das redes sociais, mas sim a quantidade de &#8220;idas e vindas&#8221;  dos internautas entre as redes e os sites monitorados pelo StatCounter.</p>
<p>Via <a href="http://portalexame.abril.com.br/geral/twitter-midia-social-mais-acessada-brasil-552292.html" target="_blank">Portal Exame</a></p>
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		<title>28% das empresas paulistanas fazem publicidade online</title>
		<link>http://webcomtexto.com.br/blog/2010/04/22/28-das-empresas-paulistanas-fazem-publicidade-online/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 15:33:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>matheus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pesquisa inédita de mapeamento da Internet, realizada para a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e concluída em janeiro de 2010 mostra que quase 30% das companhias paulistanas declaram fazer algum tipo de divulgação ou propaganda online. A pesquisa teve como foco as micro e pequenas empresas.
&#8220;É interessante perceber que o comércio atacadista utiliza mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisa inédita de mapeamento da Internet, realizada para a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e concluída em janeiro de 2010 mostra que quase 30% das companhias paulistanas declaram fazer algum tipo de divulgação ou propaganda online. A pesquisa teve como foco as micro e pequenas empresas.</p>
<p>&#8220;É interessante perceber que o comércio atacadista utiliza mais publicidade on-line do que os outros setores&#8221;, pontua Sandra Turchi, superintendente de Marketing da ACSP. As ações de propaganda online mais utilizadas pelas PMEs paulistanas são, respectivamente, links patrocinados em sites de buscas, banners eletrônicos e e-mail marketing.</p>
<p>Segundo Sandra, hoje em dia, o internauta recorre aos buscadores &#8211; principalmente o Google &#8211; para pesquisar sobre praticamente tudo o que deseja. &#8220;Utilizando links patrocinados, o empresário garante que seus produtos e serviços estejam no topo da página quando alguma palavra-chave for relacionada àquela busca&#8221;, aponta Sandra. &#8220;Figurar no topo das páginas de busca é fundamental para criar visibilidade e fixar a marca, uma vez que os internautas não costumam navegar além da segunda página&#8221;, ressalta a especialista.</p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">&#8220;Além disso, há algumas empresas (8%) que já se preocupam em cadastrar palavras-chave para aparecerem nas buscas orgânicas, ou seja, não apenas nos links patrocinados, pois as buscas orgânicas normalmente geram mais credibilidade para quem está pesquisando algo&#8221;, explica Sandra.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">&#8220;Os banners eletrônicos continuam sendo ferramentas versáteis e práticas para divulgação, bem como o e-mail marketing. Entretanto, esse último atualmente enfrenta uma &#8216;crise de credibilidade&#8217; devido ao crescente e deliberado envio de spams. É importante sempre trabalhar com bases de emails autorizados pelos usuários, ou seja, bases com opt-in&#8221;, alerta Sandra.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">As peças e estratégias de publicidade on-line costumam ser elaboradas dentro das próprias empresas, segundo a pesquisa. &#8220;Normalmente, o tempo e o investimento que as PMEs disponibilizam para ações de comunicação são bem restritos. Realizando as ações internamente, no ponto de vista das empresas, eles otimizam custos e economizam tempo, pois acompanham o trabalho diretamente&#8221;, argumenta Sandra. &#8220;O mesmo vale para o monitoramento de resultados dos anúncios online, que também costuma ser feito com mais freqüência dentro das empresas e diariamente. O ponto negativo disso fica por conta da apuração, que muitas vezes não costuma ser feita de forma adequada pelo fato de muitas vezes a equipe interna não apresentar conhecimentos técnicos específicos do assunto&#8221;, acrescenta a especialista.</div>
<p>Pesquisa inédita de mapeamento da Internet, realizada para a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e concluída em janeiro de 2010 mostra que quase 30% das companhias paulistanas declaram fazer algum tipo de divulgação ou propaganda online. A pesquisa teve como foco as micro e pequenas empresas.</p>
<p>&#8220;É interessante perceber que o comércio atacadista utiliza mais publicidade on-line do que os outros setores&#8221;, pontua Sandra Turchi, superintendente de Marketing da ACSP. As ações de propaganda online mais utilizadas pelas PMEs paulistanas são, respectivamente, links patrocinados em sites de buscas, banners eletrônicos e e-mail marketing.</p>
<p>Segundo Sandra, hoje em dia, o internauta recorre aos buscadores &#8211; principalmente o Google &#8211; para pesquisar sobre praticamente tudo o que deseja. &#8220;Utilizando links patrocinados, o empresário garante que seus produtos e serviços estejam no topo da página quando alguma palavra-chave for relacionada àquela busca&#8221;, aponta Sandra. &#8220;Figurar no topo das páginas de busca é fundamental para criar visibilidade e fixar a marca, uma vez que os internautas não costumam navegar além da segunda página&#8221;, ressalta a especialista.</p>
<p>&#8220;Além disso, há algumas empresas (8%) que já se preocupam em cadastrar palavras-chave para aparecerem nas buscas orgânicas, ou seja, não apenas nos links patrocinados, pois as buscas orgânicas normalmente geram mais credibilidade para quem está pesquisando algo&#8221;, explica Sandra.</p>
<p>&#8220;Os banners eletrônicos continuam sendo ferramentas versáteis e práticas para divulgação, bem como o e-mail marketing. Entretanto, esse último atualmente enfrenta uma &#8216;crise de credibilidade&#8217; devido ao crescente e deliberado envio de spams. É importante sempre trabalhar com bases de emails autorizados pelos usuários, ou seja, bases com opt-in&#8221;, alerta Sandra.</p>
<p>As peças e estratégias de publicidade on-line costumam ser elaboradas dentro das próprias empresas, segundo a pesquisa. &#8220;Normalmente, o tempo e o investimento que as PMEs disponibilizam para ações de comunicação são bem restritos. Realizando as ações internamente, no ponto de vista das empresas, eles otimizam custos e economizam tempo, pois acompanham o trabalho diretamente&#8221;, argumenta Sandra. &#8220;O mesmo vale para o monitoramento de resultados dos anúncios online, que também costuma ser feito com mais freqüência dentro das empresas e diariamente. O ponto negativo disso fica por conta da apuração, que muitas vezes não costuma ser feita de forma adequada pelo fato de muitas vezes a equipe interna não apresentar conhecimentos técnicos específicos do assunto&#8221;, acrescenta a especialista.</p>
<p>Via <a href="http://jbonline.terra.com.br/pextra/2010/04/22/e22046338.asp" target="_blank">JBonline</a></p>
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		<title>Internet passa revista e já é terceira mídia no mundo</title>
		<link>http://webcomtexto.com.br/blog/2010/04/12/internet-passa-revista-e-ja-e-terceira-midia-no-mundo/</link>
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		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 13:26:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>matheus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já não é novidade dizer que os investimentos em publicidade na internet  seguem crescendo a taxas bem acima da média das outras mídias.
Agora, o Zenith Optimedia apontou que em 2009, pela primeira vez, a  mídia online ultrapassou as revistas no ranking, atraindo investimentos  de US$ 55 bilhões em todo o mundo. Com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já não é novidade dizer que os investimentos em publicidade na internet  seguem crescendo a taxas bem acima da média das outras mídias.</p>
<p>Agora, o Zenith Optimedia apontou que em 2009, pela primeira vez, a  mídia online ultrapassou as revistas no ranking, atraindo investimentos  de US$ 55 bilhões em todo o mundo. Com isso, a internet já é dona de  12,6% do bolo publicitário no planeta, ficando atrás apenas dos jornais,  com 23,1% e da televisão, com 39,4%. As revistas estão agora em quarto  lugar, com 10,3%.</p>
<p>A projeção futura aponta ainda que a mídia online deverá se aproximar  dos jornais já em 2012, ano no qual deverá atingir o share de 17,1% do  bolo, contra 19,4% dos impressos. Naquele ano, a internet deverá atrair  investimentos de US$ 83,9 bilhões, contra US$ 95,4 bilhões dos jornais e  US$ 199,7 bi da televisão. Esta última mídia continuará mostrando sua  força, com participação de 40,6%, que será um pouco superior à atual.</p>
<p><strong>Toada positiva<br />
</strong>De resto, a publicidade mundial parece ter voltado aos trilhos.  As previsões do Zenith indicam que o mercado como um todo deverá  crescer 2,2% em 2010 na comparação com 2009, ano que teve uma queda  próxima a 10%. A expectativa é que os investimentos cheguem à casa de  US$ 456 bilhões em todo o mundo neste ano e que, para os anos seguintes,  o mercado cresça mais 4,1% em 2011 e outros 5,3% em 2012.</p>
<p>No estudo anterior, a Zenith havia apontado uma possibilidade de  crescimento mundial de apenas 0,9%, o que marca o segundo relatório  consecutivo com revisão para cima, após 18 meses revisando para baixo as  expectativas.</p>
<p>Se o estudo for dividido por regiões, a América Latina surge novamente  como destaque, já que após um 2009 com um crescimento irrisório de 0,4%,  2010 promete uma alta de 9,3%, o que fará a região movimentar cerca de  US$ 33 bilhões, com possibilidade de chegar a US$ 38 bi em 2012.</p>
<p>A região com mais dificuldades ainda será a América do Norte, e a  publicidade dos Estados Unidos deverá fechar com receitas abaixo de  2009, cerca de 2% menos. O mercado europeu deverá crescer 0,4%, enquanto  a Ásia subirá na casa de 5,9%. Na verdade, se o Japão for retirado da  lista asiática, o índice salta para 10%, o que colocaria a região como a  melhor de 2010.</p>
<p>Via <a href="http://www.mmonline.com.br/noticias.mm?url=Internet_passa_revista_e_ja_e_terceira_midia_no_mundo&amp;origem=ultimas" target="_blank">m&amp;m online</a></p>
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		<title>Acesso à internet em casa supera lan house no Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 18:20:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>matheus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pela primeira vez desde 2007, mais brasileiros acessam a internet em casa do que em lan houses. Essa é uma das conclusões da 5ª edição da  TIC Domicílios (Pesquisa Sobre Uso das Tecnologias da Informação e da  Comunicação no Brasil), realizada pelo Núcleo de Informação e  Coordenação do Ponto BR (NIC.br) e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span id="SearchKey_Text1">Pela primeira vez desde 2007, mais brasileiros acessam a internet em casa do que em lan houses. Essa é uma das conclusões da 5ª edição da  TIC Domicílios (Pesquisa Sobre Uso das Tecnologias da Informação e da  Comunicação no Brasil), realizada pelo Núcleo de Informação e  Coordenação do Ponto BR (NIC.br) e divulgada nesta terça.</p>
<p>Segundo o estudo, o acesso residencial à internet fez parte de 48%  das respostas, contra 45% das lan houses. Diz ainda a pesquisa que 36%  dos domicílios brasileiros possuíam um computador em 2009, contra apenas  28% do ano anterior. Apenas 5% das residências têm notebooks, e 40% dos  lares contam com telefones fixos. O uso da internet também cresceu, de  20% dos lares para 27%.</p>
<p>Apesar do crescimento do computador e da internet nos domicílios  brasileiros, o equipamento mais presente é a televisão (98% dos lares),  seguida pelo rádio (86%). O celular segue em franco crescimento para  também se tornar um item universal: está em 82% dos lares nas áreas  urbanas e em 78% no total do país, só que 90% das pessoas usam planos  pré-pagos. O NIC.br avalia que as tarifas ainda são caras para as  condições socioeconômicas da população brasileira.</p>
<p>A avaliação anual do NIC.br também considera o uso de ferramentas  eletrônicas para governo e comércio. Diz a pesquisa que 30% daqueles que  acessaram a internet no ano usaram ferramentas de e-Gov, contra 25% em  2008.</p>
<p>Na zona rural, apenas 10% usam alguma ferramenta de acesso ao  governo. Já no comércio eletrônico, 52% das pessoas consultam preços  online, mas 19% em todo o país compram efetivamente algo pela internet.  Segundo o NIC.br, uma das questões para a pouca compra online é  cultural: o brasileiro prefere ver o produto antes de fechar a compra &#8211;  26% das respostas ainda indicam preocupação com segurança ou  privacidade.</p>
<p>Via <a href="http://zumonoticias.com.br/" target="_blank">Zumo Notícias</a></p>
<p></span></p>
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		<title>Como a Internet Mudou a Propaganda</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 14:31:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>matheus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vídeo muito legal, criado pela Studio Epipheo, contado uma breve história da comunicação até a criação da Internet e como ela tem mudado nossa maneira de se comunicar. Não há muito que escrever sobre o vídeo abaixo, ele falar por si só.

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Vídeo muito legal, criado pela <a href="http://www.epipheostudios.com/" target="_blank">Studio Epipheo</a>, contado uma breve história da comunicação até a criação da Internet e como ela tem mudado nossa maneira de se comunicar. Não há muito que escrever sobre o vídeo abaixo, ele falar por si só.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/8lWcnK5Cbyc&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/8lWcnK5Cbyc&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
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		<title>Mais de 80% das donas de casa brasileiras acessam a web diariamente</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Mar 2010 13:38:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>matheus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira revelou  que 83% das donas de casa do Brasil que pertencem à classe C entram na  internet diariamente. De acordo com o levantamento realizado pelas  empresas Multifocus e Predicta, 40% delas passam mais de duas horas  on-line.
O estudo feito com mulheres de 25 a 49 anos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span>Uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira revelou  que 83% das donas de casa do Brasil que pertencem à classe C entram na  internet diariamente. De acordo com o levantamento realizado pelas  empresas Multifocus e Predicta, 40% delas passam mais de duas horas  on-line.</p>
<p>O estudo feito com mulheres de 25 a 49 anos mostrou  ainda que os hábitos das mulheres brasileiras mudaram. Das  entrevistadas, 66% confessaram que estão lendo menos livros e 60% disse  que fazem mais pesquisas em lojas da web e não mais em estabelecimentos  físicos.</p>
<p>Realizada em dezembro, a pesquisa foi feita em 11 dias e  foram registrados 94.250 acessos em 2.700 endereços diferentes. Ainda  de acordo com o levantamento, 23% das mulheres já criaram ao menos uma  comunidade, 33% consideram a internet um passatempo melhor do que a  televisão, 78% se sentem mais globalizadas na web, 15% chegam a se  sentir mais inteligentes e 26% declaram se sentir totalmente seguras em  fazer compras on-line.</p>
<p>Entre os sites de relacionamento, o Orkut  foi o mais visitado, com 94% dos acessos &#8211; 86% das entrevistadas  participam de alguma rede social. Dos sites de informação, apenas 10%  eram portais, jornais ou revistas, enquanto buscadores foram  responsáveis por 56% das visitas.<br />
</span><br />
Via <a href="http://www.band.com.br/jornalismo/tecnologia/conteudo.asp?ID=280784" target="_blank">eBand</a>.</p>
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		<title>Online bate jornais em papel nos EUA</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 15:11:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>matheus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A matéria está em português de Portugal e é do portal Agência Financeira.
Sites são o canal de informação mais popular depois da televisão local e  nacional
Os jornais digitais são mais populares do que a imprensa em papel nos  Estados Unidos, segundo um estudo do «Pew Research Center».       [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #808080;"><em><img class="alignleft size-medium wp-image-528" style="margin-right: 8px;" title="jornais" src="http://webcomtexto.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/jornais-300x204.jpg" alt="jornais" width="192" height="130" />A matéria está em português de Portugal e é do portal <a href="http://www.agenciafinanceira.iol.pt/media-e-tecnologia/jornais-media-sites-informacao-televisao-agencia-financeira/1143463-2974.html" target="_blank">Agência Financeira</a>.</em></span></p>
<p><strong>Sites são o canal de informação mais popular depois da televisão local e  nacional</strong></p>
<p>Os jornais digitais são mais populares do que a imprensa em papel nos  Estados Unidos, segundo um estudo do «Pew Research Center».                                           O online é o terceiro meio  mais popular depois das cadeias de televisão locais e nacionais, escreve  o «El País».</p>
<p>«As                                           pessoas querem ter acesso  imediato às notícias; em qualquer momento e em qualquer lugar, querem  manter-se informados sem ter                                           de esperar», lê-se ainda no  estudo.<br />
O estudo incide também na mudança de consumo de notícias  através das redes sociais                                           e da forma como os leitores  estão agora sempre «ligados», através dos telemóveis com acesso à rede.</p>
<p>As  redes sociais                                           servem ainda para «filtrar e  reagir perante as notícias», enquanto a conectividade através dos  smartphones tornou o acesso                                           às notícias mais rápido e  fácil para um segmento de leitores ávidos de informação.</p>
<p>O acesso  às notícias converteu-se                                           assim numa experiência social.  Segundo o estudo, «os leitores trocam ideias, comentam as notícias nas  suas redes sociais e                                           no twitter e debatem os temas  em causa». Oito em cada 10 leitores trocam mensagens a partir das  notícias online, partilhando                                           ideias e opiniões.</p>
<p>61%  dos inquiridos diz que lê as notícias online, 78% obtém informação via  os canais locais e 71%                                           na televisão nacional como a  NBC ou os canais por cabo como a CNN e a Fox News. 54% sublinha que ouve  rádio em casa e no automóvel.</p>
<p>«A Internet está no  centro desta transformação e da forma como as pessoas se relacionam com a  informação», garante                                           o estudo.</p>
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