Arquivo da Categoria ‘tendência’

22 de junho de 2010

Brasil é o país da América Latina que mais lê notícias na internet

O brasileiro é o internauta da América Latina que mais acessa notícias na web, revela o levantamento da consultoria ComScore. De acordo com o estudo, 65,8% dos usuários brasileiros frequentaram sites de notícia, ou 2,5 pontos percentuais a mais que os argentinos, que ficaram em segundo lugar.

O resultado do Brasil supera a média global, 64,6%, e fica atrás apenas da América do Norte, onde 96,3% dos internautas acessam sites noticiosos.

Na média latino-americana, 61,4 % dos usuários de internet leem notícias online. Para a ComScore, os internautas da região “estão se voltando cada vez mais para a web em busca de informação”.

Com informações da Folha de S. Paulo.

Via Comunique-se

10 de maio de 2010

No Brasil, a preferência das mulheres pela Internet ultrapassa a TV

MulherDe acordo com estudo da Sophia Mind, empresa de pesquisa da Bolsa da Mulher, as mulheres representam 47% da audiência de usuários ativos na internet brasileira. Isso significa que elas passam 39 horas semanais na web, contra 21 horas assistindo TV. A pesquisa do Ibope Nielsen Online foi entre os meses de outubro de 2009 e janeiro de 2010.

Os sites preferidos são livrarias, vestuário, cartões, astrologia e sites femininos e para 67% das mulheres, a internet é fonte de informações sobre produtos ou serviços desejados, enquanto que 42% buscam informações em sites de fabricantes e 62% procuram na web dicas sobre o uso dos produtos.

Elas também utilizam a web para pesquisas de preços, ou seja, 70% delas querem encontrar preços e as melhores oportunidades para economizar no momento em que tentam adquirir produtos.
Das mulheres que comentarem experiências de consumo, sejam positivas ou negativas, 60% usaram as redes sociais. Em decorrência da opinião de outras mulheres sobre algum produto, mais da metade delas já comprou algo por indicação em rede social, pois para elas a indicação é fundamental.

Metade das mulheres entrevistadas afirma ter realizado compras pela internet e os principais produtos adquiridos são livros e revista (20%), eletrônicos e informática (18%) e CDs e DVDs (11%). As mulheres cada vez mais compram pela rede e muitas marcas já consideram esta uma prática comum do público feminino. (mais…)

4 de maio de 2010

Internet está em 93% das empresas brasileiras

Os PCs figuram em praticamente todas as empresas brasileiras. Atualmente, 97% das companhias nacionais utilizam computadores, sendo que 93% conectam essas máquinas à internet. Contudo, apenas 38% dos funcionários das organizações operam equipamentos com acesso à rede mundial.

Os dados são da 5ª edição da pesquisa TIC Empresas, do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), que ouviu 3,7 mil companhias brasileiras com dez ou mais funcionários durante o ano de 2009. O levantamento não contempla as verticais de finanças e governo.

De acordo com Alexandre Barbosa, gerente do Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (CETIC.br), a baixa penetração da internet para os funcionários das companhias reflete funções nas quais a web não se faz necessária, como operações de chão de fábrica, por exemplo.

Em toda a parte
O acesso remoto a sistemas corporativos avança nas empresas brasileiras. Segundo o estudo do CGI.br, atualmente, 25% das companhias com computador disponibilizam o recurso para seus colaboradores. Na edição de 2008 da pesquisa, o percentual era de 21%.

A evolução nesse tipo de postura mostra-se mais acentuada entre as companhias consideradas de médio porte. No intervalo de um ano, o acesso remoto evoluiu 12 pontos percentuais, chegando a 43% ao fim de 2009, no segmento.

A expansão entre as grandes, no mesmo período, foi de 4 pontos porcentuais e, entre as pequenas, 2 pontos porcentuais. Os segmentos fecharam 2009, respectivamente, com 62% e 20%, das empresas permitindo o acesso remoto.

Via ITWeb

26 de abril de 2010

Twitter é a mídia social mais acessada no Brasil

Rede de microblogs tem quase 56% do total de acessos a esse tipo de ferramenta, a frente de Facebook (20,4%) e YouTube (16,27%)

O Twitter é a mídia social mais acessada no Brasil, com 55,84% do total de tráfego desse tipo de ferramenta, segundo monitoramento divulgado esta semana pela StatCounter. Em segundo lugar aparece o Facebook (20,14%), que pela primeira vez desde dezembro de 2009 ultrapassou o YouTube (16,27%) no número de acessos no país.

Os índices são referentes ao acesso no período de 9 a 10 de abril. Além do Twitter, Facebook e YouTube, aparecem no gráfico divulgado pela StatCouter o StumbeUpon (ferramenta de recomendação de sites), com 3,19% do tráfego, o Orkut (1,67%), o Delicious (0,69%) e o Digg (0,34%). Demais mídias sociais têm 2,79% de participação.

O gráfico mostra uma grande mudança na situação observada em abril de 2009, quando o Orkut, hoje na quinta colocação, era a líder entre as ferramentas. No período de um ano houve grande crescimento do Twitter e do Facebook, enquanto StumbleUpon, Delicious e Digg também tiveram queda.

O quadro brasileiro difere bastante do mundial, em que o Facebook está a frente com 55,13% dos acessos dos usuários de redes sociais, seguido pelo StumbeUpon (21,83%). O Twitter aparece apenas na terceira posição na análise global, com 7,15%, a frente de YouTube (7,15%), Reedit (3,51%), MySpace (3,08%) e Digg (2,61%). O Orkut não chega a aparecer na tabela.

Metodologia

A forma como o StatCounter mede o tráfego nas redes sociais baseia-se em um código, uma espécie de miniaplicativo, que está instalado em mais de três milhões de sites no mundo inteiro. Mesmo que não esteja instalado propriamente no Twitter, por exemplo, o código consegue identificar se um internauta passou ou não pela rede social caso, a partir do Twitter, ele acesse uma página que tem o miniaplicativo.

Toda a medição é feita de forma automática e é capaz de reconhecer o país de origem dos acessos a partir do IP. Dessa forma, o levantamento não mede o número de usuários cadastrados ou a quantidade de tempo que os brasileiros passam em cada uma das redes sociais, mas sim a quantidade de “idas e vindas” dos internautas entre as redes e os sites monitorados pelo StatCounter.

Via Portal Exame