Arquivo da Categoria ‘#prontofalei’

1 de fevereiro de 2009

Aqui não tem jacaré na rua, mas tem anta de sobra…

Companheiros e companheiras,

eu estou convencida de que, nunca na história desse País (ahahha, não resisti), vi tanto amadorismo junto, quanto na movimentação “Pró-Copa em Cuiabá” . Sabe pq a gente pode levar vantagem nessa? Pq nosso estado e capital são incrivelmente fascinastes, e nós cuiabanos, de nascimento ou de coração, como eu, somos receptivos e queremos muito trazer a competição pra cá. Agora, se depender das autoridades e das ações pífias que estão fazendo…..tsc tsc tsc, esqueça!

Reza a lenda que Campo Grande se prepara ativamente para receber a comitiva da Fifa e CBF, na terça-feira 03.02, com inúmeros outdoors, camisetas, shows regionais, Luiza Brunet (que provavelmente nunca mais tinha ido lá, rs) entre outras coisas. Na cidade vai ser ponto facultativo e os ônibus vão circular com tarifa social (R$ 1) para motivar a população a se deslocar até os pontos onde passará a caravana.

E ainda tem o transtornado governador de Mato Grosso do Sul, André Puccinelli que tripudia em cima de nós. Fala dos altos índices de violência e desmatamento em Mato Grosso, do clima, da falta de estrutura, hotéis, aeroportos, etc. Ah tá, Campo Grande é uma Londres, né excelência?

Puccinelli acha ainda que a situação política de MS é mais confortável do que a nossa, pq ele e o prefeito de Campo Grande são do mesmo partido (PMDB). Tudo bem que Blairo Maggi e Wilson Santos não se amam, mas vale lembrar que Maggi é amigo muito próximo do Homem de 9 dedos, que é quem efetivamente decide alguma coisa. Outra coisa que Puccinelli não deve estar lembrando é que o eterno presidente da Federação Mato-grossense de Futebol, Carlos Orione é compadre do presidente da CBF, Ricardo Teixeira. \0/ Rááá muleque, somos nozes!

Agora, vamos fazer um parêntese para atitudes desastrosas da desorganização da campanha por aqui:

1 – A Secretaria de Comunicação do Governo fez uma coisinha ou outra de forma muito tímida, só divulgando a intenção, mas em momento algum convocando a população para ir às ruas (como já era de se esperar);

2 – O secretário de Turismo do Estado e presidente do Comitê Pró-Copa no Pantanal (óhhhh), escreve um ARTIGO, veja bem, um ARTIGO,  para convocar o povo para ir às ruas. Um artigo, meu senhor???? Francamente….e pra piorar, respondeu às críticas feitas pelo governador de MS ao nosso Estado, chamando o povo de lá de sem graça! Que posturinha infantil heim? Cuidado que meu pai vai bater no seu. D’OH!

Mas como diz um cliente nosso: desgraça pouca é bobagem. Agora a pouco veio o golpe de misericórdia, o famoso beijo de judas pelas mãos da TV Centro América. Simplesmete o abre do Fantástico foi uma matéria sobre a criminalidade em Cuiabá. Meu Deus, foi inacreditavelmente TOSCO! Será porque a sede do tal Grupo Zahran é em Campo Grande? Pq o “cabeça” mora lá? Não sei, mas sinceramente, eu ainda sou da opinião – não quer ajudar, pelo menos não atrapalha. Oferecer essa pauta pra Globo Nacional ou foi imbecilidade, ou foi um jeitinho sutil pra favorecer a cidade Morena?

Depois disso tudo, só me falta parabenizar o restante da imprensa (que não a citada anteriormente), que tem se desdobrado em divulgar a campanha pela Copa do Pantanal, em Cuiabá. Também à CDL que foi a única a se manifestar e distribuir meia dúzia de outdoors e empena manifestando apoio ao projeto. No mais, o povo cuiabano é realmente o maior motivo pra Copa ser aqui.

Dessa vez não é #prontofalei é #prontocuspi (e quem quiser que limpe).

12 de dezembro de 2008

Clientes -> Atendimento <- Colaboradores

Fazer atendimento não é moleza, tráfego, pior ainda. Imagina fazer os dois? Posso garantir que além de delicado, esse trabalho é de extrema responsabilidade e jogo de cintura. Precisamos estabelecer um equilíbrio entre aquilo que o cliente quer, o que é possível de ser feito e o que a criação entende como plausível ou necessário.

Não dá para pegar a campanha, jogar em cima da mesa e virar as costas para o resultado. Não dá pra ignorar pedidos, não dá para não trocar a cor, para não executar o serviço. Mas também não dá pra não contestar às vezes, não se irritar com prazos, não se desesperar pelo resultado junto aos clientes e colaboradores.

Tendo tantas responsabilidades e grande envolvimento com quem faz e com quem pede, podemos participar e fazer sugestões em cada parte do desenvolvimento do trabalho, por isso é tão importante um bom relacionamento com o cliente (e com o colaborador, claro).

Além do mais eu me importo com a empresa, com as pessoas que fazem a empresa e principalmente com os clientes. Eu sei o quanto tudo custa de tempo e dinheiro. Reconheço o esforço de cada um para fazer o seu melhor. Aqui na nossa empresa fazemos tudo com paixão, garra e dedicação. Por que então as pessoas ainda exigem ser atendidas pela dona da empresa e te tratam como estagiária, se a própria dona nega esse perfil centralizador?

Já os (outros) colaboradores precisam entender que somos nós que ouvimos quando o cliente está puto infeliz ou quando algo não sai do jeito como combinado. Somos nós que temos que explicar o problema e ouvir. Ouvir muito. E depois de ouvir, resolver o problema, de algum jeito.

A rigorosidade dos prazos, os pedidos impossíveis, os milhões de e-mails, bem ou mal, tudo isso faz parte da rotina, para clientes e colaboradores. Mas aquele resultado fantástico no final só será conseguido com a colaboração de todo mundo. E viva o atendimento!

3 de dezembro de 2008

O pedaço do bolo pode ser maior

Os números da internet impressionam. Somos quase 1,5 bilhão de pessoas conectadas em todo mundo. No Brasil, país responsável por 50% dos acessos da América Latina, aproximadamente 50 milhões de pessoas estão conectadas, número 900% maior que há oito anos. Agora, eu estou conectada, você está conectado. Mas, será que a mídia também está?

Sim e não. Ao mesmo tempo que a verba publicitária destinada à internet cresceu 45% no primeiro semestre desse ano, ainda estamos falando de uma fatia ínfima da verba investida em publicidade, que beira a casa de pouco mais de 3,3% , segundo dados do Projeto Inter-Meios, de São Paulo (SP).

As empresas precisam investir no mercado digital, mas, mais que isso, as agências offline também precisam conhecer mais sobre esse mercado e trabalhar a interação das mídias, na sua convergência. A internet é muito mais do que um cartão de visitas ou um site institucional. Ela é um fio condutor que permite mais proximidade entre o consumidor e a marca, onde este é livre para criticar e questionar. Quando se estabelece maior interatividade e proximidade com esse consumidor, cria-se um ingrediente fundamental para as marcas: o relacionamento.

Felizmente, parece que esse cenário começa a ser mudado em Mato Grosso. Fora o amadurecimento natural do mercado, impulsionado pela propalada Web 2.0 (a internet colaborativa em sua tradução mais literal), somente na última semana, dois nomes de peso da comunicação digital nacional estiveram em Cuiabá durante eventos que buscaram aproximar os profissionais da comunicação do Estado da realidade dos grandes centros.

Luli Radfahrer, Ph.D em Comunicação Digital pela USP, e um dos maiores nomes da interatividade do país, falou sobre Design Elástico durante o VI Seminário de Design e Inovação, realizado pelo Sebrae-MT. Durante mais de uma hora, Radfahrer fez um paralelo sobre a presença do design no nosso dia-a-dia e como isso influencia diretamente a nossa relação com as inovações, propostas por nós mesmos, diante dessas experiências.

Um dia depois foi a vez de Pedro Porto, expert em mídias interativas da agência Santa Clara Nitro, de São Paulo, falar para mais de 90 pessoas sobre interatividade. Mais do que apresentar cases, Pedro falou de assuntos como marketing de guerrilha e social media, aproximando o público de uma série de ferramentas e estratégias passíveis de ser exploradas no mercado.

A impressão, passado o turbilhão de informações, é de grande entusiasmo. O maior desafio agora é explorar mais esse universo on-line, que nos últimos anos tornou-se o oxigênio da comunicação e dos negócios. Hoje, já não há mais como ignorar a importância da internet, não só como mídia, mas como um universo presente e intimamente ligado à vida de cada um de nós.

É importante que a evolução do mercado publicitário acompanhe os avanços tecnológicos e a utilização de novas mídias, mas, principalmente, a forma com que os consumidores se relacionam com tudo isso. O poder da era digital precisa, por fim, estar inserido, e não só como detalhe no fim da página, mas no dia-a-dia das marcas dos nossos clientes. Certamente não é apenas com 3,3% que conseguiremos isso.

Vale aqui a indicação do videocast 3,8, onde grandes profissionais do mercado discutem esse assunto.

(aproveito o post para agradecer ao Luli Radfahrer pelo happy hour mais instrutivo da minha vida, ao Papo Criativo pelo empreendedorismo, ao Propaganda MT pelo carinho a atenção e aos meus meninos da WEBCOMTEXTO, que sonham junto comigo com um bolo de vários andares e com cobertura, rs)

11 de novembro de 2008

Dez pontos de interrogação

Já ouviu a frase – Todo mundo tem seu preço? Pois é, eu tenho o meu. O Gustavo tem o dele, o Hiro e o Felipe também. E você?

Tô longe de ser boazinha, odeio a expressão “gente boa” , não quero ser heroína de ninguém, tão pouco ser aquela que dá um jeitinho pro amigão. Quero apenas o reconhecimento justo pelo trabalho profissional feito aqui na WEBCOMTEXTO.  Ei, não tô pedindo nenhuma maleta preta cheia de notas numeradas não sequenciais, porque não é ilegal cobrar pelo nosso trabalho.

Todo serviço profissional tem o seu custo (nem tô discutindo o valor) e isso parece tão óbvio…. mas não é! Nas últimas semanas tenho percebido que o fato de cobrar pelo meu trabalho não tem agradados clientes e “parceiros”. Mas perae, onde está o erro?

Quer uma notinha na coluna social? Um bannerzinho animado? Já sei, uma caricatura pra dar de aniversário? Ah, o seu problema é que o carinha que você contratou não entregou o site como combinado e você precisa de alguém pra consertar as c…? Hum, você quer apenas uma força na divulgação do seu cliente nesse momento, já que isso pode nos abrir futuras portas?

A resposta é a mesma para todas as perguntas: SIM, CLARO. EM QUAL E-MAIL MANDO O ORÇAMENTO?

Quanto você acha que vale o talento e o tempo da pessoas que fazem nossa empresa? Pois dos 10 pontos de interrogação que eu usei até agora, esse é o que eu tenho maior prazer em responder: vale muito mais do que os pidões tem me ajudado a pagá-los.