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	<title>Blog da Webcomtexto &#187; posts interessantes</title>
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		<title>Implantar cultura digital é papel da agência</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 20:48:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>matheus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Num momento de transformação na forma de fazer propaganda, é importante que as agências que querem contribuir para a estratégia do cliente ajudem a criar cultura digital.
Depois de rechaçar a campanha tradicional cheia de “sacadinhas” da sua agência tradicional, o cliente entende que aquilo ali é justamente o que não quer.
Então, ele vem com uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Num momento de transformação na forma de fazer propaganda, é importante que as agências que querem contribuir para a estratégia do cliente ajudem a criar cultura digital.</strong></em></p>
<p>Depois de rechaçar a campanha tradicional cheia de “sacadinhas” da sua agência tradicional, o cliente entende que aquilo ali é justamente o que não quer.</p>
<p>Então, ele vem com uma ideia audaciosa e coloca no papel um plano para criar um modelo de interatividade que integra todas as mídias e utilizando a internet como ferramenta central de sua campanha.</p>
<p>Surge a ideia de criar uma <a href="http://www.univixeuvou.com.br/" target="_blank">rede social</a> e usar as fotos de quem está na rede para fazer os <a href="http://www.youtube.com/watch?v=NjLtzcM1sl8" target="_blank">comerciais de TV</a>, impresso e mídia externa. E ainda, criar brindes personalizados e usar o banco de dados para prospecção e comunicação direta.</p>
<p>Foi assim que nasceu a campanha <a href="http://www.univixeuvou.com.br/" target="_blank">Eu vou</a>, do processo seletivo da Univix. Tem valor para o cliente contar com uma agência de internet que já o atende há mais cinco anos com dezenas de projetos arrojados e inovação.</p>
<p>Qual foi o fator mais importante para gerar a oportunidade de criar uma campanha como essa? A atuação da agência tradicional do cliente? A ideia audaciosa do cliente? Acredito que o que fez a diferença foi o nível de <a href="http://gilbermachado.blogspot.com/2009/07/o-valor-da-cultura-digital-nas.html" target="_blank">cultura digital</a> e de inovação do cliente.</p>
<p>Quando o cliente aposta todas as suas fichas numa campanha como essa, ele precisa estar muito seguro sobre o que está fazendo, precisa saber onde está pisando e, principalmente, de capacidade estratégica e operacional para viabilizar sua audácia.</p>
<p>Acredito que no caso da <a href="http://www.univix.br/" target="_blank">Univix</a>, essa campanha foi possível porque o cliente está contaminado pela cultura de inovação e cultura de rede. E a agência de internet teve papel muito importante nessa construção. Foi o histórico de projetos de internet, centenas de reuniões, conversas e troca de informações que sedimentaram o entendimento sobre a dinâmica da rede e como é possível apostar suas fichas na web.</p>
<p>Num momento de grandes transformações nas mídias e na forma de fazer propaganda, ajudar a criar cultura digital será cada vez mais uma importante atuação para as agências… para aquelas agências que vão fazer diferença na estratégia do cliente.</p>
<p>Via <a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2009/11/25/implantar-cultura-digital-e-papel-da-agencia/" target="_blank">Webinsider</a> &#8211; <a title="Veja todos os artigos de Gilber Machado" href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/author/gilber_machado" target="_blank">Gilber Machado</a>.</p>
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		<title>Como ICQ, Blogs e Twitter nos influenciaram?</title>
		<link>http://webcomtexto.com.br/blog/2009/08/17/como-icq-blogs-e-twitter-nos-influenciaram/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 17:48:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>matheus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Edney Souza*
Na pré-história da comunicação era o mensageiro que, caminhando ou galopando, de uma cidade para outra, anunciava as novidades a povoados isolados e ávidos por receberem informações de seus vizinhos distantes. Ou por afeto, no caso de parentes, ou por precaução, no caso de pestes e saqueadores, manter-se informado tornou-se um fator importante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por Edney Souza</strong></em>*</p>
<p>Na pré-história da comunicação era o mensageiro que, caminhando ou galopando, de uma cidade para outra, anunciava as novidades a povoados isolados e ávidos por receberem informações de seus vizinhos distantes. Ou por afeto, no caso de parentes, ou por precaução, no caso de pestes e saqueadores, <strong>manter-se informado tornou-se um fator importante para a sobrevivência dos povos</strong>.</p>
<p>A tecnologia trouxe o <strong>telégrafo, o telex, o fax e finalmente o e-mail</strong>. Com o crescimento da velocidade e facilidade de transmissão da informação, o privilégio deixou de ser de povoados e empresas e passou a ser do indivíduo. Hoje alguém só precisa recorrer aos correios para envio de bens materiais, levar informação pra lá e pra cá não é mais privilégio de quem tem boa saúde, um bom cavalo ou um aparelho caro. Mesmo não tendo computador o indivíduo pode enviar suas mensagens em uma lan house a partir de R$ 0,50 (cinquenta centavos) a hora.</p>
<p>Para a geração mais jovem e-mail também já é coisa do passado. Ele ainda é um mal necessário para criar uma conta em algum <strong>mensageiro instantâneo</strong> (como o MSN ou o GTalk), para se cadastrar em alguma <strong>rede social</strong> (como o Orkut ou Facebook) ou para utilizar <strong>softwares de voz</strong> (como o Skype). Com a vantagem de que nessas ferramentas os usuários podem, além de conversar em tempo real, trocar arquivos, fotos, links, jogar, gravar vídeos e podcasts. Tudo isso simultaneamente com uma ou mais pessoas. Alguns desses serviços já permitem cadastro via celular (usando <strong>SMS</strong>), talvez isso seja o começo da extinção do e-mail.</p>
<p>Para quem vive nesse turbilhão de estímulos visuais e auditivos, ler um jornal ou revista por vez, ou assistir um único programa de televisão, <strong>parece algo como esperar um mensageiro trazer novidades a cavalo</strong>. Obviamente essas mudanças não ocorrem da noite para o dia (o aparelho de fax do meu lado que o diga), mas precisamos experimentar, estudar e procurar entender como a comunicação está nos transformando através da tecnologia.</p>
<p>Dizer que blogs, sites e jornais competem entre si é uma grande besteira. Obviamente há uma disputa de atenção, mas o que menos importa é o formato. A grande maioria das pessoas vai repassar a informação indicando um link e avisando que leu algo interessante na internet. <strong>Se um texto for bem apurado e redigido ele será viralizado</strong>, comentado e buscado, não importa o tipo de site que o divulgou.</p>
<p>Além da qualidade a velocidade é outro fator importante. Não adianta produzir algo fantástico uma semana depois. Dependendo do assunto não adianta publicar nem no dia seguinte. <strong>Assuntos de grande interesse popular demandam atenção minuto-a-minuto</strong> e nesse cenário os microblogs, em especial o twitter, levam vantagem.</p>
<p>O Twiter é a grande febre do momento, o curioso é que é uma ferramenta extremamente simples. A vantagem é a flexibilidade e agilidade. Se quero divulgar um link ou compartilhar uma frase bacana, não preciso me logar em algum computador ou usar algum software especial. Posso fazê-lo dentro de outro software ou rede social em que eu já esteja, ou utilizar meu celular. Depois que você se acostuma, fica difícil atualizar o blog. Passa a requerer, além de disciplina, tempo e disposição para <strong>construir algo que valha a pena ler mais de 140 caracteres</strong>.</p>
<p>Não sei se o twitter vai durar muito tempo, mas tenho certeza de que <strong>o formato de microblog terá uma sobrevida significativa</strong>. Da mesma forma que o ICQ já deixou de fazer parte do cotidiano do internauta, abrindo espaço para outros mensageiros instantâneos. Pode ser que o twitter dê espaço para algum concorrente, mas é dificil imaginar o dia-a-dia de um monte de pessoas que eu conheço sem nenhum tipo de microblog para acompanhar sua rotina digital.</p>
<p>O lado bom, pra mim que sou blogueiro, é que <strong>não dá pra resumir reflexões como essas em apenas 140 caracteres</strong>, fazendo com que, não só blog, mas todas as plataformas de conteúdo continuem importantes. Porém se eu não avisar no twitter sobre o que escrevi aqui, minhas chances de que esse texto seja lido e compartilhado diminuirão drasticamente.</p>
<p>Aliás, ao consumir seu texto <strong>o leitor tem de querer compartilhá-lo</strong>. Se não for para escrever algo que valha a pena ser debatido e discutido então é melhor refletir um pouco mais antes de colocar na rede. Não significa que as pessoas tem de sair comentando loucamente o que você escreveu ou distribuir seu link em todos os cantos, mas aquela idéia precisa permanecer na mente do seu leitor e infectar outras pessoas nas conversas que ele terá dali em diante. Talvez você não ache seu link por aí, mas vai achar <strong>trechos do que você escreveu remixado com outras idéias</strong> que ele colheu pela rede, se você conseguir isso parabéns, então valeu a pena publicar.</p>
<p><em>*Edney Souza, ou <a href="http://www.interney.net/" target="_blank">Interney</a>, é diretor de operações da <a href="http://www.polvoracomunicacao.com.br/" target="_blank">Polvora! Comunicação</a>.</p>
<p>Link do post original -&gt; <a href="http://www.comremix.com.br/tecnologia-e-comunicacao-como-icq-blogs-e-twitter-nos-influenciaram" target="_blank">http://www.comremix.com.br/tecnologia-e-comunicacao-como-icq-blogs-e-twitter-nos-influenciaram</a></em></p>
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