Arquivo da Categoria ‘pesquisa’

4 de maio de 2010

Internet está em 93% das empresas brasileiras

Os PCs figuram em praticamente todas as empresas brasileiras. Atualmente, 97% das companhias nacionais utilizam computadores, sendo que 93% conectam essas máquinas à internet. Contudo, apenas 38% dos funcionários das organizações operam equipamentos com acesso à rede mundial.

Os dados são da 5ª edição da pesquisa TIC Empresas, do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), que ouviu 3,7 mil companhias brasileiras com dez ou mais funcionários durante o ano de 2009. O levantamento não contempla as verticais de finanças e governo.

De acordo com Alexandre Barbosa, gerente do Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (CETIC.br), a baixa penetração da internet para os funcionários das companhias reflete funções nas quais a web não se faz necessária, como operações de chão de fábrica, por exemplo.

Em toda a parte
O acesso remoto a sistemas corporativos avança nas empresas brasileiras. Segundo o estudo do CGI.br, atualmente, 25% das companhias com computador disponibilizam o recurso para seus colaboradores. Na edição de 2008 da pesquisa, o percentual era de 21%.

A evolução nesse tipo de postura mostra-se mais acentuada entre as companhias consideradas de médio porte. No intervalo de um ano, o acesso remoto evoluiu 12 pontos percentuais, chegando a 43% ao fim de 2009, no segmento.

A expansão entre as grandes, no mesmo período, foi de 4 pontos porcentuais e, entre as pequenas, 2 pontos porcentuais. Os segmentos fecharam 2009, respectivamente, com 62% e 20%, das empresas permitindo o acesso remoto.

Via ITWeb

26 de abril de 2010

Twitter é a mídia social mais acessada no Brasil

Rede de microblogs tem quase 56% do total de acessos a esse tipo de ferramenta, a frente de Facebook (20,4%) e YouTube (16,27%)

O Twitter é a mídia social mais acessada no Brasil, com 55,84% do total de tráfego desse tipo de ferramenta, segundo monitoramento divulgado esta semana pela StatCounter. Em segundo lugar aparece o Facebook (20,14%), que pela primeira vez desde dezembro de 2009 ultrapassou o YouTube (16,27%) no número de acessos no país.

Os índices são referentes ao acesso no período de 9 a 10 de abril. Além do Twitter, Facebook e YouTube, aparecem no gráfico divulgado pela StatCouter o StumbeUpon (ferramenta de recomendação de sites), com 3,19% do tráfego, o Orkut (1,67%), o Delicious (0,69%) e o Digg (0,34%). Demais mídias sociais têm 2,79% de participação.

O gráfico mostra uma grande mudança na situação observada em abril de 2009, quando o Orkut, hoje na quinta colocação, era a líder entre as ferramentas. No período de um ano houve grande crescimento do Twitter e do Facebook, enquanto StumbleUpon, Delicious e Digg também tiveram queda.

O quadro brasileiro difere bastante do mundial, em que o Facebook está a frente com 55,13% dos acessos dos usuários de redes sociais, seguido pelo StumbeUpon (21,83%). O Twitter aparece apenas na terceira posição na análise global, com 7,15%, a frente de YouTube (7,15%), Reedit (3,51%), MySpace (3,08%) e Digg (2,61%). O Orkut não chega a aparecer na tabela.

Metodologia

A forma como o StatCounter mede o tráfego nas redes sociais baseia-se em um código, uma espécie de miniaplicativo, que está instalado em mais de três milhões de sites no mundo inteiro. Mesmo que não esteja instalado propriamente no Twitter, por exemplo, o código consegue identificar se um internauta passou ou não pela rede social caso, a partir do Twitter, ele acesse uma página que tem o miniaplicativo.

Toda a medição é feita de forma automática e é capaz de reconhecer o país de origem dos acessos a partir do IP. Dessa forma, o levantamento não mede o número de usuários cadastrados ou a quantidade de tempo que os brasileiros passam em cada uma das redes sociais, mas sim a quantidade de “idas e vindas” dos internautas entre as redes e os sites monitorados pelo StatCounter.

Via Portal Exame

9 de abril de 2010

Internautas compram mais de marcas presentes em redes sociais

Além do e-commerce, as redes sociais estão mudando os hábitos dos consumidores com relação à compra. Uma pesquisa feita pelas empresas Chadwick Martin Bailey e iModerate mostra que mais de 60% dos usuários do Twitter ficam mais interessados em comprar produtos de marcas que eles seguem no microblog.

Já no Facebook, 50% dos usuários pensam da mesma forma com relação às marcas às quais são fãs. Além disso, o estudo ainda aponta para o fato de que estes internautas indicam os produtos e serviços 80% a mais do que os consumidores em geral.

Um dos motivos que os fazem acessar a página destas marcas e tornarem-se mais próximos delas é adquirir descontos, participar de promoções ou serem informados sobre novidades da marca em primeira mão. Porém, é preciso ter cuidado para que as informações sobre os produtos não passe dos limites que o consumidor estabelece como aceitável.

Via Exame / Mundo do Mkt

6 de abril de 2010

Acesso à internet em casa supera lan house no Brasil

Pela primeira vez desde 2007, mais brasileiros acessam a internet em casa do que em lan houses. Essa é uma das conclusões da 5ª edição da TIC Domicílios (Pesquisa Sobre Uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação no Brasil), realizada pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) e divulgada nesta terça.

Segundo o estudo, o acesso residencial à internet fez parte de 48% das respostas, contra 45% das lan houses. Diz ainda a pesquisa que 36% dos domicílios brasileiros possuíam um computador em 2009, contra apenas 28% do ano anterior. Apenas 5% das residências têm notebooks, e 40% dos lares contam com telefones fixos. O uso da internet também cresceu, de 20% dos lares para 27%.

Apesar do crescimento do computador e da internet nos domicílios brasileiros, o equipamento mais presente é a televisão (98% dos lares), seguida pelo rádio (86%). O celular segue em franco crescimento para também se tornar um item universal: está em 82% dos lares nas áreas urbanas e em 78% no total do país, só que 90% das pessoas usam planos pré-pagos. O NIC.br avalia que as tarifas ainda são caras para as condições socioeconômicas da população brasileira.

A avaliação anual do NIC.br também considera o uso de ferramentas eletrônicas para governo e comércio. Diz a pesquisa que 30% daqueles que acessaram a internet no ano usaram ferramentas de e-Gov, contra 25% em 2008.

Na zona rural, apenas 10% usam alguma ferramenta de acesso ao governo. Já no comércio eletrônico, 52% das pessoas consultam preços online, mas 19% em todo o país compram efetivamente algo pela internet. Segundo o NIC.br, uma das questões para a pouca compra online é cultural: o brasileiro prefere ver o produto antes de fechar a compra – 26% das respostas ainda indicam preocupação com segurança ou privacidade.

Via Zumo Notícias