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1 de março de 2010

Talent alerta sobre perigos da Internet

O Comitê Gestor de Internet do Brasil – CGI.Br e o Núcleo de Informação do .br lideraram uma campanha com o objetivo de promover uma grande mobilização nacional sobre a internet e esclarecer o público sobre os perigos da rede mundial, principalmente crianças, jovens, pais e professores.

A Fundação Padre Anchieta é a responsável pelas ações de comunicação em parceria com a Talent e pela construção do portal na internet, que pode ser acessado através do endereço: www.internetsegura.br, disponibilizará informações, recomendações e orientações sobre a internet por meio de 4 diferentes opções de acesso: para criança, adolescente, adulto e professor.

A campanha de propaganda, criada pela Talent, começará a ser veiculada nos principais meios de comunicação do país a partir deste ano. Intitulada “Internet Segura”, é composta por filme, anúncios e um hotsite que mostram que os perigos da vida real também estão na internet, mas em geral de forma disfarçada e, reforçam a necessidade de conhecer melhor os riscos que existem na web.

O filme mostra em um primeiro momento um menino em um quarto meio escuro, sentado a uma mesa, conversando com um rapaz (visto somente de costas). Durante o papo, o menino defende que matemática é fácil e então, o rapaz o convida para ir até a casa dele um dia para ensiná-lo. Nesse momento, o pai da criança abre a porta do quarto e pergunta se ele não vai dormir. É quando vemos que o local ocupado pelo rapaz, é ocupado, na realidade, por um computador. O menino responde que já está indo, o pai fecha a porta e então, o menino se volta novamente para o local onde estava o computador e, quando segura o mouse, ele está representado pela mão do rapaz. Ele diz “Voltei, era meu pai” e continua a conversar. O locutor explica então que os mesmos riscos que existem na vida, existem na internet e sugere que conheçamos melhor a web para vivermos melhor.

4 de fevereiro de 2010

Confiança do consumidor em lojas virtuais no Brasil atingiu 86,3% em 2009

O índice de confiança nas lojas virtuais brasileiras em 2009 foi de 86,3% em média, informou nesta quarta-feira (3/2) a empresa de pesquisa em comércio eletrônico e-bit.

Para chegar a esse índice, que reflete a média dos índices mensais, o e-bit coletou mais de 1,4 milhão de questionários entre janeiro e dezembro do ano passado.

Os dados mensais revelam que o índice mais baixo foi o de fevereiro (85,59%) e o mais alto, de agosto (87,29%). Em dezembro, a satisfação ficou em 85,98%, abaixo da média. Como o índice foi criado no ano passado, não há dados comparativos de 2008.

Desenvolvido em parceria com o Movimento Internet Segura, da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, o Índice de Confiança do e-consumidor mede a satisfação dos pesquisados com o desempenho das lojas virtuais.

Via IDGNow!

20 de janeiro de 2010

Web continua crescendo; jornais e revistas caem

O faturamento publicitário dos veículos de comunicação registrou um discreto crescimento de 0,67% e permaneceu praticamente estável nos oitos primeiros meses de 2009 em relação ao mesmo período de 2008.

De acordo com números do Projeto Inter-Meios, até outubro, o mercado faturou R$ 17,54 bilhões, contra os R$ 17,42 bilhões anteriores. O destaque foi a internet, que cresceu 21,5%, faturando R$ 724,7 milhões com publicidade, ampliando a sua participação no total do bolo para 4,1%. Em sentido inverso, a TV por assinatura caiu 0,6% (chegando a R$ 637,7 milhões), e sua fatia é agora de 3,6%.

O faturamento da TV aberta (R$ 10,6 bilhões) cresceu 4,2% no mesmo período e responde por 60,6% das verbas investidas em mídia. Também apresentaram resultados positivos: o rádio (7,2%, com R$ 786 milhões) e a mídia exterior (outdoors, painéis e front-light), que cresceu 11,1%, com R$ 523,3 milhões.

Ainda segundo o Projeto Inter-meios, a mídia impressa teve prejuízos. Os jornais caíram 10,7% e faturaram R$ 2,5 bilhões; as revistas caíram 10% (faturamento de R$ 1,3 bilhão); guias e listas caíram 22,2% (faturamento de R$ 302,8 milhões). Com um faturamento de R$ 63,6 milhões, o cinema também apresentou resultado negativo de 9,4%.

Via ADnews

3 de novembro de 2009

Yes, we have mobile!

Você acessa internet pelo celular? Se sim, então você já deve ter entrado em sites desenvolvidos especialmente para eles, adaptados e com fácil navegabilidade, os chamados mobile sites.

Pois bem, este texto é apenas pra dizer que você já pode ler nossos posts pelo celular acessando m.webcomtexto.com.br.

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O que pensamos

Como a maioria dos aparelhos ainda não favorece a navegação por limitações técnicas, e principalmente pelo tamanho de suas telas, foi necessário fazer algo que oferecesse de maneira direta e sucinta, focado no carregamento rápido, navegação simplificada e textos objetivos.

A preocupação com os detalhes técnicos

A versão mobile do nosso blog foi criada sem tabelas, utilizando apenas CSS para garantir maior flexibilidade ao layout, reduzindo substancialmente o “peso” da página, para que a mesma seja carregada de forma rápida, diminuindo o custo de acesso para o usuário, que paga por dados trafegados.

Alguns pontos são importantes no desenvolvimento de mobiles sites, evitando que ocorram alguns erros durante o carregamento das páginas. Não são aconselhados a utlilização de iframes, pop-ups, animações em flash, maps, imagens grandes ou plugins.

Esses itens consomem mais banda do usuário e energia do celular, diminuindo a vida útil da bateria. Além disso, nem todos os aparelhos suportam esses tipos de scripts ou elementos embutidos. Em outros casos, o usuário pode também não ter condições de baixar plugins para executar aplicativos.

Pq fizemos isso?

O uso de celulares no Brasil não para de crescer e isso vai muito além de ligações e envio de SMS. Segundo dados do Interactive Advertising Bureau Brasil – IAB, 7,3% dos usuários de celulares no País acessam a internet de dispositivos móveis (incluindo PDA´s e Pocket’s), ou seja, cerca de 11 milhões de linhas acessam a internet/mês.

Antenadas a esse crescimento e diante da sofisticação cada vez maior dos aparelhos, inúmeras empresas (inclusive nós) adaptaram seu conteúdo para a plataforma mobile. Algumas lançaram promoções para celulares. Outras foram além e criaram aplicativos para entretenimento, trabalho, além dos tradicionais jogos, home banking, etc.

No entanto…

O intuito desse post, no entanto, não é discorrer sobre a parte técnica de um mobile site, avaliar esse mercado, falar sobre aplicativos para celular, discutir mobile marketing ou enaltecer o mercado bilionário desses (cada vez) desejáveis aparelhinhos, pois sobre isso você pode achar uma infinidade de resultados no Google.

Então é isso, a WEBCOMTEXTO está no celular, literalmente! =)