As diversas idades nas redes sociais
Um infográfico, criado pela Netpartner, apresenta uma pesquisa feita pelo IBOPE, sobre como os brasileiros de diversas idades utilizam a internet e as redes sociais. (mais…)
Um infográfico, criado pela Netpartner, apresenta uma pesquisa feita pelo IBOPE, sobre como os brasileiros de diversas idades utilizam a internet e as redes sociais. (mais…)
Você sabia que o Facebook já ultrapassou o Google? Não? Então veja o videoinfográfico abaixo sobre mídias sociais (ou se preferir, social media) com os dados de 2011.
Impressionados?
Via BlueBus

Jovens priorizam liberdade na web a salário ao aceitar emprego
Um total de 44% dos jovens profissionais brasileiros afirmam que priorizariam a liberdade das mídias sociais, a flexibilidade de dispositivos móveis e a mobilidade do trabalho em detrimento do salário ao aceitar uma proposta de emprego.
A informação é da Cisco Connected World Tecnology, que entrevistou 2800 estudantes universitários e jovens profissionais de 14 países, incluindo o Brasil.
De acordo com o levantamento, a média mundial para a mesma situação foi de 33%.
Mídias sociais
No geral, afirma o estudo, mais da metade dos universitários de todo o mundo, 56%, afirmou que se encontrassem uma empresa que proibisse o acesso a mídias sociais, eles prefeririam não aceitar a proposta de emprego ou aceitariam e buscariam uma forma de contornar a política corporativa. No Brasil, este percentual foi muito maior, de 74%.
Segue abaixo alguns pensamentos de Mark Schmulen, gerente-geral de social mídia da Constant Contact. Compartilhamos do mesmo conceito.
Seguidores da marca são seletivos e leais:
Similar ao Facebook, a noção de que os seguidores são “baratos”, pode parecer mentira quando se trata da marca Twitter. Quase 80% dos usuários seguem menos de 10 marcas e tendem a ser fiéis a elas; três em cada quatro nunca deixaram de seguir uma determinada marca. “Pessoas não seguem certas marcas à toa”, acredita Schmulen. “E ao escolher são muito seletivos.”
Seguidores são mais propensos a recomendar e comprar:
Usuários do Twitter têm evitado clichês de tweets com vendas. No entanto, 60% dos usuários são mais propensos a recomendar as marcas que seguem, sendo que metade dos seguidores são mais propensos a comprar. Esses pontos, em particular, apontam para a força da marca Twitter como meio de conectar clientes atuais em vez de buscar novos. “Eu sou consumidor da companhia” foi a primeira razão que os usuários responderam para seguir uma empresa no Twitter (64%). (mais…)