Arquivo de dezembro de 2008

19 de dezembro de 2008

Então é Natal …

17 de dezembro de 2008

D’OH!

O Top 10 de dezembro destacas as melhores frases de um grande pensador…um ídolo mundial (que o digam eu e o Gurizão!). Ele não foi eleito presidente dos Estados Unidos (ainda) e nem se apresentou recentemente no Maracanã, mas suas célebres frases expressam os anseios menos ortodoxos e mais sinceros de multidões.

Senhoras e senhores, com vocês, as 10 melhores frases de HOMER SIMPSON!

1. A culpa é minha e eu coloco ela em quem eu quiser!

2. Por que as coisas que acontecem com gente burra ficam acontecendo comigo?

3. Cala a boca pensamento, ou te enfio uma faca!

4. Por que eu tive que nascer pai?

5. Eu não estava mentindo! Estava escrevendo ficção com a boca…

6. Tentar é o primeiro passo rumo ao fracasso!

7. Eu não sou normalmente alguém que ora, mas se você estiver aí em cima, por favor me salve, Superman!

8. Álcool… a causa e solução de todos os problemas.

9. Por favor, não me coma! Eu tenho mulher e filhos. Coma eles!

10. Se algo é difícil de fazer, então não vale a pena ser feito!

12 de dezembro de 2008

Clientes -> Atendimento <- Colaboradores

Fazer atendimento não é moleza, tráfego, pior ainda. Imagina fazer os dois? Posso garantir que além de delicado, esse trabalho é de extrema responsabilidade e jogo de cintura. Precisamos estabelecer um equilíbrio entre aquilo que o cliente quer, o que é possível de ser feito e o que a criação entende como plausível ou necessário.

Não dá para pegar a campanha, jogar em cima da mesa e virar as costas para o resultado. Não dá pra ignorar pedidos, não dá para não trocar a cor, para não executar o serviço. Mas também não dá pra não contestar às vezes, não se irritar com prazos, não se desesperar pelo resultado junto aos clientes e colaboradores.

Tendo tantas responsabilidades e grande envolvimento com quem faz e com quem pede, podemos participar e fazer sugestões em cada parte do desenvolvimento do trabalho, por isso é tão importante um bom relacionamento com o cliente (e com o colaborador, claro).

Além do mais eu me importo com a empresa, com as pessoas que fazem a empresa e principalmente com os clientes. Eu sei o quanto tudo custa de tempo e dinheiro. Reconheço o esforço de cada um para fazer o seu melhor. Aqui na nossa empresa fazemos tudo com paixão, garra e dedicação. Por que então as pessoas ainda exigem ser atendidas pela dona da empresa e te tratam como estagiária, se a própria dona nega esse perfil centralizador?

Já os (outros) colaboradores precisam entender que somos nós que ouvimos quando o cliente está puto infeliz ou quando algo não sai do jeito como combinado. Somos nós que temos que explicar o problema e ouvir. Ouvir muito. E depois de ouvir, resolver o problema, de algum jeito.

A rigorosidade dos prazos, os pedidos impossíveis, os milhões de e-mails, bem ou mal, tudo isso faz parte da rotina, para clientes e colaboradores. Mas aquele resultado fantástico no final só será conseguido com a colaboração de todo mundo. E viva o atendimento!

3 de dezembro de 2008

O pedaço do bolo pode ser maior

Os números da internet impressionam. Somos quase 1,5 bilhão de pessoas conectadas em todo mundo. No Brasil, país responsável por 50% dos acessos da América Latina, aproximadamente 50 milhões de pessoas estão conectadas, número 900% maior que há oito anos. Agora, eu estou conectada, você está conectado. Mas, será que a mídia também está?

Sim e não. Ao mesmo tempo que a verba publicitária destinada à internet cresceu 45% no primeiro semestre desse ano, ainda estamos falando de uma fatia ínfima da verba investida em publicidade, que beira a casa de pouco mais de 3,3% , segundo dados do Projeto Inter-Meios, de São Paulo (SP).

As empresas precisam investir no mercado digital, mas, mais que isso, as agências offline também precisam conhecer mais sobre esse mercado e trabalhar a interação das mídias, na sua convergência. A internet é muito mais do que um cartão de visitas ou um site institucional. Ela é um fio condutor que permite mais proximidade entre o consumidor e a marca, onde este é livre para criticar e questionar. Quando se estabelece maior interatividade e proximidade com esse consumidor, cria-se um ingrediente fundamental para as marcas: o relacionamento.

Felizmente, parece que esse cenário começa a ser mudado em Mato Grosso. Fora o amadurecimento natural do mercado, impulsionado pela propalada Web 2.0 (a internet colaborativa em sua tradução mais literal), somente na última semana, dois nomes de peso da comunicação digital nacional estiveram em Cuiabá durante eventos que buscaram aproximar os profissionais da comunicação do Estado da realidade dos grandes centros.

Luli Radfahrer, Ph.D em Comunicação Digital pela USP, e um dos maiores nomes da interatividade do país, falou sobre Design Elástico durante o VI Seminário de Design e Inovação, realizado pelo Sebrae-MT. Durante mais de uma hora, Radfahrer fez um paralelo sobre a presença do design no nosso dia-a-dia e como isso influencia diretamente a nossa relação com as inovações, propostas por nós mesmos, diante dessas experiências.

Um dia depois foi a vez de Pedro Porto, expert em mídias interativas da agência Santa Clara Nitro, de São Paulo, falar para mais de 90 pessoas sobre interatividade. Mais do que apresentar cases, Pedro falou de assuntos como marketing de guerrilha e social media, aproximando o público de uma série de ferramentas e estratégias passíveis de ser exploradas no mercado.

A impressão, passado o turbilhão de informações, é de grande entusiasmo. O maior desafio agora é explorar mais esse universo on-line, que nos últimos anos tornou-se o oxigênio da comunicação e dos negócios. Hoje, já não há mais como ignorar a importância da internet, não só como mídia, mas como um universo presente e intimamente ligado à vida de cada um de nós.

É importante que a evolução do mercado publicitário acompanhe os avanços tecnológicos e a utilização de novas mídias, mas, principalmente, a forma com que os consumidores se relacionam com tudo isso. O poder da era digital precisa, por fim, estar inserido, e não só como detalhe no fim da página, mas no dia-a-dia das marcas dos nossos clientes. Certamente não é apenas com 3,3% que conseguiremos isso.

Vale aqui a indicação do videocast 3,8, onde grandes profissionais do mercado discutem esse assunto.

(aproveito o post para agradecer ao Luli Radfahrer pelo happy hour mais instrutivo da minha vida, ao Papo Criativo pelo empreendedorismo, ao Propaganda MT pelo carinho a atenção e aos meus meninos da WEBCOMTEXTO, que sonham junto comigo com um bolo de vários andares e com cobertura, rs)